01 dezembro 2010
30 novembro 2010
Iº Congresso da Confederação Portuguesa do Voluntariado
CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLECTIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO
Iº Congresso da Confederação Portuguesa do Voluntariado
Notas de apoio aos Dirigentes Associativos Voluntários
Caros Colegas
A participação de Dirigentes Associativos Voluntários no Iº Congresso da Confederação Portuguesa do Voluntariado, à qual presidimos a Mesa da Assembleia-geral, será uma grande oportunidade de conhecermos outras realidades de voluntariado e de transmitirmos as nossas experiências no âmbito do voluntariado cultural, recreativo e desportivo.
Foram vários os colegas que solicitaram alguns dados gerais para que as nossas intervenções escritas ou orais, pudessem conter um padrão. Nesse sentido, a Direcção Nacional da Confederação ontem reunida, deliberou:
1. Promover a participação no Congresso com o maior número de participantes, apesar do conjunto de outras acções e iniciativas que se realizam na mesma altura;
2. Que os participantes da Confederação e estruturas descentralizadas, apresentem comunicações por escrito tanto quanto possível para poderem constar em possíveis documentos para o futuro;
3. Que cada Dirigente Associativo participe de forma activa nos trabalhos, particularmente nos painéis previstos durante a tarde de sábado;
4. Que possamos demonstrar as particularidades do nosso voluntariado, através das experiências concretas, tais como:
- Tal como as Misericórdias e as Mutualidades, somos das entidades mais antigas no apoio social aos mais desfavorecidos, dando a oportunidade se valorizarem cultural/mental e desportivamente/saúde;
- Somos um movimento de voluntariado cultural, recreativo e desportivo, disseminado por todo o país com mais de 29.300 colectividades em todas as áreas de intervenção;
- Somos um movimento que intervém sobretudo na fase de prevenção de riscos uma vez que as nossas actividades mobilizam crianças, jovens, adultos e idosos que através das nossas actividades, são socialmente incluídos, diminuindo assim os riscos de exclusão social;
- Somos um movimento de voluntários dirigentes e não apenas "actores dirigidos" o que implica uma forma de estar e de assumir as responsabilidades diferentes de quem não tem a responsabilidade de dirigir. Em média, existem 15 Dirigentes por cada colectividade/associação, legitimados por eleição directa e secreta em Assembleia-geral;
- Somos um movimento de voluntários de média e longa duração, o que pressupõe um compromisso temporal alargado e não apenas a participação casual uma ou duas vezes por ano. A grande maioria dos dirigentes associativos tem mais de dez anos de voluntariado. Existem milhares de voluntários associativos com mais de 50 anos de voluntariado cultural, recreativo e desportivo;
- Somos um movimento voluntário onde a iniciativa de ser voluntário parte das suas próprias necessidades e, a partir daí, solidariza-se com as necessidades dos outros e trabalha conjuntamente para a sua resolução assumindo uma atitude empreendedora;
- Somos um voluntariado que, em média, damos 7 horas de trabalho voluntário, por semana às nossas instituições de acordo com o estudo da Universidade Lusófona o que pressupõe um compromisso muito regular;
- Os voluntários nas associações de cultura, recreio e desporto, desempenham um papel social directo pela sua acção mas também porque apoiam muitas crianças e jovens que na prática das actividades associativas, têm complemento alimentar regular.
Os dirigentes associativos voluntários da Confederação deverão dar contributos para as conclusões e recomendações que vierem a ser adoptadas pelo Congresso pelo que se sugere que cada colega apresente propostas. No entanto, adiantamos as seguintes ideias:
- A nível interno da Confederação Portuguesa do Voluntariado - alargar o número de adesões à Confederação do Voluntariado; debater regularmente os aspectos comuns ao voluntariado; tomar posição conjunta sobre as questões que dizem respeito ao voluntariado; apoiar as instituições de voluntariado em dificuldades; apoiar-se mutuamente através de permuta de projectos transversais; gerar circuitos de realimentação do 3º sector da economia social e solidária; representar expressões de voluntariado que por alguma razão não tenham assento em órgãos de consulta; reforço da cooperação entre as várias entidades promotoras de voluntariado de forma a potenciar as intervenções de prevenção e as intervenções de fase terminal; empenhamento no Ano Europeu do Voluntariado-2011, nos seus objectivos centrais e nas realizações concretas de cada entidade promotora de voluntariado.
- A nível externo da Confederação do Voluntariado - recomposição e redefinição das competências do CNPV - Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado; realização de um recenseamento das instituições de voluntariado e de voluntários existentes em Portugal sem exclusão de nenhuma das suas vertentes; estudo do valor económico do voluntariado e do trabalho voluntário em Portugal; investimento público no voluntariado de prevenção e de inclusão como forma de impedir a exclusão social; definição de políticas públicas de apoio financeiro do Orçamento de Estado com verbas próprias destinadas a projectos de voluntariado; alteração da lei do mecenato de forma a alargar as possibilidades de apoio de particulares com as naturais contrapartidas para os mecenas e a sociedade; criar um portal com uma base dados nacional de voluntários onde cada voluntário se pode inscrever e beneficiar de informação, formação e credenciação de forma a obter o reconhecimento pelo seu trabalho voluntário.
Alguns números sistematizados para compreendermos melhor o que é o nosso associativismo:
- Número de Colectividades: 29.300
- Número (médio) de Dirigentes por colectividade: 29.300 X 15 = 439.500 (Direcção / 9; CFiscal / 3; MAG / 3)
- Número de Dirigentes Executivos (só Direcção): 29.300 X 9 = 263.700
- Número de horas de trabalho de 1 Voluntário associativo por ano: 7h/semana X 48 semanas = 336 horas/ano
- Valor económico do trabalho de 1 voluntário associativo por ano: 336 horas X 8,15 euros/hora = 2.738,40 euros/ano
Nota: Estes dados são retirados dos estudos feitos pela Universidade Lusófona, pela Unidade de Investigação do ISPA e do Boletim do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social.
A Confederação alerta para o facto de que, vamos estar perante várias formas de voluntariado o que constitui uma enorme riqueza do nosso país e da nossa sociedade. Não somos melhores nem piores que os outros, somos diferentes e somos parte desta riqueza que não pode ser desvalorizada ou esquecida.
30 de Novembro de 2010
A Direcção da Confederação
Iº Congresso da Confederação Portuguesa do Voluntariado
Notas de apoio aos Dirigentes Associativos Voluntários
Caros Colegas
A participação de Dirigentes Associativos Voluntários no Iº Congresso da Confederação Portuguesa do Voluntariado, à qual presidimos a Mesa da Assembleia-geral, será uma grande oportunidade de conhecermos outras realidades de voluntariado e de transmitirmos as nossas experiências no âmbito do voluntariado cultural, recreativo e desportivo.
Foram vários os colegas que solicitaram alguns dados gerais para que as nossas intervenções escritas ou orais, pudessem conter um padrão. Nesse sentido, a Direcção Nacional da Confederação ontem reunida, deliberou:
1. Promover a participação no Congresso com o maior número de participantes, apesar do conjunto de outras acções e iniciativas que se realizam na mesma altura;
2. Que os participantes da Confederação e estruturas descentralizadas, apresentem comunicações por escrito tanto quanto possível para poderem constar em possíveis documentos para o futuro;
3. Que cada Dirigente Associativo participe de forma activa nos trabalhos, particularmente nos painéis previstos durante a tarde de sábado;
4. Que possamos demonstrar as particularidades do nosso voluntariado, através das experiências concretas, tais como:
- Tal como as Misericórdias e as Mutualidades, somos das entidades mais antigas no apoio social aos mais desfavorecidos, dando a oportunidade se valorizarem cultural/mental e desportivamente/saúde;
- Somos um movimento de voluntariado cultural, recreativo e desportivo, disseminado por todo o país com mais de 29.300 colectividades em todas as áreas de intervenção;
- Somos um movimento que intervém sobretudo na fase de prevenção de riscos uma vez que as nossas actividades mobilizam crianças, jovens, adultos e idosos que através das nossas actividades, são socialmente incluídos, diminuindo assim os riscos de exclusão social;
- Somos um movimento de voluntários dirigentes e não apenas "actores dirigidos" o que implica uma forma de estar e de assumir as responsabilidades diferentes de quem não tem a responsabilidade de dirigir. Em média, existem 15 Dirigentes por cada colectividade/associação, legitimados por eleição directa e secreta em Assembleia-geral;
- Somos um movimento de voluntários de média e longa duração, o que pressupõe um compromisso temporal alargado e não apenas a participação casual uma ou duas vezes por ano. A grande maioria dos dirigentes associativos tem mais de dez anos de voluntariado. Existem milhares de voluntários associativos com mais de 50 anos de voluntariado cultural, recreativo e desportivo;
- Somos um movimento voluntário onde a iniciativa de ser voluntário parte das suas próprias necessidades e, a partir daí, solidariza-se com as necessidades dos outros e trabalha conjuntamente para a sua resolução assumindo uma atitude empreendedora;
- Somos um voluntariado que, em média, damos 7 horas de trabalho voluntário, por semana às nossas instituições de acordo com o estudo da Universidade Lusófona o que pressupõe um compromisso muito regular;
- Os voluntários nas associações de cultura, recreio e desporto, desempenham um papel social directo pela sua acção mas também porque apoiam muitas crianças e jovens que na prática das actividades associativas, têm complemento alimentar regular.
Os dirigentes associativos voluntários da Confederação deverão dar contributos para as conclusões e recomendações que vierem a ser adoptadas pelo Congresso pelo que se sugere que cada colega apresente propostas. No entanto, adiantamos as seguintes ideias:
- A nível interno da Confederação Portuguesa do Voluntariado - alargar o número de adesões à Confederação do Voluntariado; debater regularmente os aspectos comuns ao voluntariado; tomar posição conjunta sobre as questões que dizem respeito ao voluntariado; apoiar as instituições de voluntariado em dificuldades; apoiar-se mutuamente através de permuta de projectos transversais; gerar circuitos de realimentação do 3º sector da economia social e solidária; representar expressões de voluntariado que por alguma razão não tenham assento em órgãos de consulta; reforço da cooperação entre as várias entidades promotoras de voluntariado de forma a potenciar as intervenções de prevenção e as intervenções de fase terminal; empenhamento no Ano Europeu do Voluntariado-2011, nos seus objectivos centrais e nas realizações concretas de cada entidade promotora de voluntariado.
- A nível externo da Confederação do Voluntariado - recomposição e redefinição das competências do CNPV - Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado; realização de um recenseamento das instituições de voluntariado e de voluntários existentes em Portugal sem exclusão de nenhuma das suas vertentes; estudo do valor económico do voluntariado e do trabalho voluntário em Portugal; investimento público no voluntariado de prevenção e de inclusão como forma de impedir a exclusão social; definição de políticas públicas de apoio financeiro do Orçamento de Estado com verbas próprias destinadas a projectos de voluntariado; alteração da lei do mecenato de forma a alargar as possibilidades de apoio de particulares com as naturais contrapartidas para os mecenas e a sociedade; criar um portal com uma base dados nacional de voluntários onde cada voluntário se pode inscrever e beneficiar de informação, formação e credenciação de forma a obter o reconhecimento pelo seu trabalho voluntário.
Alguns números sistematizados para compreendermos melhor o que é o nosso associativismo:
- Número de Colectividades: 29.300
- Número (médio) de Dirigentes por colectividade: 29.300 X 15 = 439.500 (Direcção / 9; CFiscal / 3; MAG / 3)
- Número de Dirigentes Executivos (só Direcção): 29.300 X 9 = 263.700
- Número de horas de trabalho de 1 Voluntário associativo por ano: 7h/semana X 48 semanas = 336 horas/ano
- Valor económico do trabalho de 1 voluntário associativo por ano: 336 horas X 8,15 euros/hora = 2.738,40 euros/ano
Nota: Estes dados são retirados dos estudos feitos pela Universidade Lusófona, pela Unidade de Investigação do ISPA e do Boletim do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social.
A Confederação alerta para o facto de que, vamos estar perante várias formas de voluntariado o que constitui uma enorme riqueza do nosso país e da nossa sociedade. Não somos melhores nem piores que os outros, somos diferentes e somos parte desta riqueza que não pode ser desvalorizada ou esquecida.
30 de Novembro de 2010
A Direcção da Confederação
29 novembro 2010
Aniversário da SMUT
A Banda de Lapas, a SMUT – Sociedade Musical União e Trabalho, assinalou no dia 18 na sua sede, o seu aniversário, mas no Domingo, dia 21, ofereceu um concerto à população.
O concerto funcionou com a segunda parte de uma festa de comemoração do 90º aniversário. A provecta idade em nada reflecte a média de idades da banda, que é bastante jovem e com a promessa de continuar. João Fernandes, o jovem Presidente da Banda, explicou a “O Almonda” que a Escola de Música continua «em força», contado com 15 novos alunos, que se juntam a igual número que já existia de aprendizes. A maior parte dos monitores são músicos, pois alguns têm formação de conservatório, o que é um garante de qualidade. Recentemente a banda fez um grande investimento a nível de instrumentos e não existem alunos à espera para receber o seu.
(texto O Almonda)
O concerto funcionou com a segunda parte de uma festa de comemoração do 90º aniversário. A provecta idade em nada reflecte a média de idades da banda, que é bastante jovem e com a promessa de continuar. João Fernandes, o jovem Presidente da Banda, explicou a “O Almonda” que a Escola de Música continua «em força», contado com 15 novos alunos, que se juntam a igual número que já existia de aprendizes. A maior parte dos monitores são músicos, pois alguns têm formação de conservatório, o que é um garante de qualidade. Recentemente a banda fez um grande investimento a nível de instrumentos e não existem alunos à espera para receber o seu.
(texto O Almonda)
28 novembro 2010
Fórum Agita 2010
Dezenas de Secções de Marcha de todo o País, reuniram-se em S. João da Madeira, para fazer o balanço da actividade durante 2010. Para além de questões técnicas inerentes à organização e participação em caminhadas, que assumem características diversas, um dos assuntos mais debatidos foi o alheamento do IDP (Instituto Desporto de Portugal) em relação ao Projecto Agita “Pela sua saúde, mexa-se!”.
Actividades do Centro Recreativo e Musical de Outeiro Grande.


Próximas actividades do Centro Recreativo e Musical de Outeiro Grande.
1) 1 de Dezembro de 2010. Comemoração da Restauração da Independência de Portugal. A banda do C.R.M.O.G. sairá à rua para executar o Hino da Restauração, dando continuidade à tradição. Início da actividade: 9h.
2) 12 de Dezembro de 2010 (Domingo). Local: colectividade (C.R.M.O.G). Comemoração do 146º. aniversário da Banda de Outeiro Grande.
Programa:
15h45: Recepção à Banda Convidada (Sociedade Filarmónica Ouriense, direcção Maestro Joaquim Neves)
16h: Execução dos Hinos
17h: Início dos concertos
Segue-se lanche convívio aberto a todos os presentes
3) 19 de Dezembro. Festa de Natal. Local: colectividade (C.R.M.O.G). Haverá teatro, poesia, tudo a relembrar o espírito natalício. Participação da Escola de Música do C.R.M.O.G.
27 novembro 2010
Rancho do Casal Sentista , edita DVD de Actividades !
Decorreu na Associação Recreativa Pintainhense , o Lançamento de um DVD de actividades do Rancho Etnográfico e Folclórico do CASAL SENTISTA
O dia 27 de Novembro de 2010, foi um dia de ameno convívio que teve início pelas 12horas e só terminou pela noite dentro .
Louvamos esta iniciativa popular onde não faltou a Sopa de Pedra, O Pão da Aldeia, o Caldo Verde e um Cerdo Assado em moldes medievais .
O dia 27 de Novembro de 2010, foi um dia de ameno convívio que teve início pelas 12horas e só terminou pela noite dentro .
Louvamos esta iniciativa popular onde não faltou a Sopa de Pedra, O Pão da Aldeia, o Caldo Verde e um Cerdo Assado em moldes medievais .
26 novembro 2010
24 novembro 2010
23 novembro 2010
22 novembro 2010
21 novembro 2010
UCATN vai estar presente no 1º. Congresso do Voluntariado Português

Enquadramento
A acção voluntária, desenvolvida a título individual ou, preferencialmente, enquadrada por uma associação promotora de Voluntariado, a favor de uma causa ou de um projecto, sem fins lucrativos, é um dos motores do desenvolvimento do tecido social português.
A acção voluntária, desenvolvida a título individual ou, preferencialmente, enquadrada por uma associação promotora de Voluntariado, a favor de uma causa ou de um projecto, sem fins lucrativos, é um dos motores do desenvolvimento do tecido social português.
Cobrindo uma diversidade enorme de áreas de intervenção e trabalhando, não poucas vezes, em condições adversas, em termos de reconhecimento social e apoio financeiro e material, o Voluntariado organizado em Portugal tem um parceiro privilegiado no terreno: a Confederação Portuguesa do Voluntariado (CPV), criada em 2006 e composta, actualmente, por 16 organizações promotoras de Voluntariado de âmbito nacional (ver em baixo).
A CPV pretende ser uma força dinamizadora do sector, exercendo influência e mobilizando recursos, junto da sociedade civil e do Estado, dando um novo ânimo ao Voluntariado, ao mesmo tempo que procura sensibilizar cada cidadão para uma participação activa na sociedade, seja ela a título individual, ou, de preferência, de forma organizada através de grupo ou associação.
Culminando um período que se pretendeu de estruturação e consolidação, desde a sua criação, a CPV pretende organizar uma acção de relevo e impacte social, que promova o lançamento do Ano Europeu do Voluntariado 2011, fazendo o retrato do Voluntariado em Portugal, dos seus actores – contribuindo para o aumento da sua capacitação –, identificando os palcos de intervenção e as estratégias de trabalho para o futuro.
Nesse sentido, a Confederação Portuguesa do Voluntariado promove o I Congresso Português do Voluntariado, subordinado ao tema «Voluntariado, Força de Mudança» (designação provisória) procurando envolver as entidades (privadas e públicas) e os cidadãos a título indivíduos que se identifiquem com a causa gratuita do ‘serviço ao próximo’.
Objectivos
O I Congresso do Voluntariado tem os seguintes objectivos:
· Lançar o Ano Europeu do Voluntariado 2011.
· Conhecer melhor o Voluntariado e as suas áreas de intervenção em Portugal.
· Contribuir para a capacitação dos voluntários e suas organizações.
· Adoptar orientações e recomendações para o futuro.
O I Congresso do Voluntariado tem os seguintes objectivos:
· Lançar o Ano Europeu do Voluntariado 2011.
· Conhecer melhor o Voluntariado e as suas áreas de intervenção em Portugal.
· Contribuir para a capacitação dos voluntários e suas organizações.
· Adoptar orientações e recomendações para o futuro.
Destinatários
O I Congresso do Voluntariado tem como destinatários:
· prioritariamente, as organizações não-governamentais que suportem a sua acção no trabalho
voluntário;
· as organizações ou instituições estatais, ou equivalentes, que apoiem no terreno o trabalho
de voluntários;
· os cidadãos maiores de 16 anos, a título individual, que se identifiquem com os objectivos
do Congresso.
Lista das organizações-membros
da Confederação Portuguesa do Voluntariado
(em 2010/06/01)
O I Congresso do Voluntariado tem como destinatários:
· prioritariamente, as organizações não-governamentais que suportem a sua acção no trabalho
voluntário;
· as organizações ou instituições estatais, ou equivalentes, que apoiem no terreno o trabalho
de voluntários;
· os cidadãos maiores de 16 anos, a título individual, que se identifiquem com os objectivos
do Congresso.
Lista das organizações-membros
da Confederação Portuguesa do Voluntariado
(em 2010/06/01)
Cáritas Portuguesa (CP)
Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS)
Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP)
Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD)
Corpo Nacional de Escutas – Escutismo Católico Português (CNE)
Cruz Vermelha Portuguesa - Sede Nacional (CVP)
Federação Nacional de Voluntariado em Saúde (FNVS)
Federação das Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV)
Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local (ANIMAR)
Associações de Dadores de Sangue (FAS)
Fundação Evangelização e Culturas (FEC)
Instituto São João de Deus (ISJD)
Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus (IHSCJ)
Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP)
Plataforma Saúde em Diálogo (PSD)
União das Misericórdias Portuguesas (UMP)
FORUM AGITA 2010

FORUM AGITA 2010
27 Novembro, São João da Madeira
A exemplo de anos anteriores, para fazer um balanço do Projecto Agita Portugal - Pela Sua Saúde Mexa-se!, relativo ao ano de 2010, a Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto realiza o Fórum – Agita, no próximo dia 27 de Novembro no Centro Empresarial e Tecnológico, sito na Rua dos Fundões n.º 151 em São João da Madeira. conforme programa junto.
No Fórum irão estar presentes representantes das 57 Secções de Marcha existentes no País, estando convidados também o Instituto de Desporto de Portugal, Fundação Portuguesa de Cardiologia e Universidade Lusófona, para além de Câmaras Municipais com as quais a Confederação tem protocolos.
Vão estar presentes representantes das Secções de Marcha do Concelho de Torres Novas, que são: UCATN, Zona Alta, Agir, SMUT, Rancho Casal Sentista, Associação Pafarrão e Columbófila Argense.
22º Aniversáro do rancho Folclórico " Os Ceifeiros" de Liteiros
16 novembro 2010
Rancho Ceifeiros de Liteiros em Aniversário - lançam CD
20 de Novembro .- Sábado venha até nós e conviva com a nossa Associação !
Liteiros - Stª Maria
- Torres Novas
Liteiros - Stª Maria
- Torres Novas
13 novembro 2010
Reunião dos Corpos Sociais da UCATN
A fim de elaborar o Plano e Orçamento 2011, reuniram os Corpos Sociais da UCATN na sede da Taaacto.
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12 novembro 2010
Assembleia Geral da ARPE
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