09 janeiro 2011
08 janeiro 2011
Montepio Nossa Senhora da Nazaré: novos Órgãos Sociais

Lista dos órgãos sociais para o biénio 2010-2011
Eleitos a 17 Dezembro de 2010
Assembleia Geral
Presidente: António Mário Carvalho Lopes dos Santos
1º Secretário: Nuno Filipe Silva Guedelha
2º Secretário: Isabel Maria Rodrigues Pedro
Direcção
Presidente: Carlos Trincão Marques
Vice-Presidente: António José da Silva
Secretário: João José Lopes
Tesoureiro: Francisco José Rodrigues
Vogais:
José Alberto Rodrigues Borralho
Vera Cláudia Pires Bento
Luís Alberto Duarte Martins
Conselho Fiscal
Presidente: Jorge Manuel Duarte Pinheiro
Secretário: Fernando Marques Emílio
Relator: Fernando José Vicente Costa
Suplentes
Direcção
Presidente: José Nicolau Gomes Faria
Vice-Presidente: Emídio Ferreira Martins
Secretário: José Carlos Dias Conde
Tesoureiro: Maria Ana Sentieiro de Oliveira Marques Mendes
Vogais:
Maria Cristina Alves Almeida
Carlos Alberto Pereira Razões
Ricardo Alexandre Santos da Silva
Conselho Fiscal
Presidente: João António Martins Neves
Secretário: Fernando Assis dos Reis
Relator: Maria Odete Coelho Constantino
A UCATN foi a única entidade...
... a emitir parecer durante a discussão pública:"Também deveria haver uma cláusula que indicasse uma data (um prazo) limite para que as verbas atribuídas fossem entregues às estruturas cujos projectos foram aceites." (ver documento completo neste blog 16.dez)
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Município de Torres Novas tem novo regulamento de apoio ao associativismo
O apoio ao associativismo rege-se agora por novas normas. Prazos, critérios e obrigações estão definidos no regulamento municipal aprovado pela assembleia municipal na segunda-feira, com as abstenções da CDU, que critica o facto de a Câmara não ter também penalizações caso não cumpra o calendário de pagamentos. O documento distingue agora apoios às actividades regulares, pontuais ou ao investimento.
A Assembleia Municipal de Torres Novas aprovou na segunda-feira, 3 de Janeiro, o novo Regulamento Municipal de Apoio ao Associativismo. As únicas abstenções vieram dos eleitos da CDU que afirmaram ter dúvidas em relação a 40 por cento do documento apresentado.
O regulamento em questão foi elaborado visando, essencialmente, a definição de critérios justos para a distribuição de apoios entre as associações existentes no concelho. O documento define o âmbito de aplicação dos apoios, critérios de exclusão, obrigações decorrentes dos apoios atribuídos, princípios de avaliação dos projectos desenvolvidos e os prazos para apresentação de candidaturas aos respectivos apoios. Estes dividem-se agora em apoios às actividades regulares, à carteira municipal de espectáculos e apoio ao investimento, havendo critérios de apreciação de candidaturas distintos para cada um dos sectores.
Ramiro Silva (CDU) começou por elogiar o facto de o termo ”subsídio” ter dado lugar ao termo ”apoio”, já que as associações, defendeu o comunista, substituem-se muitas vezes ao Governo e às autarquias na promoção de actividades, nomeadamente nas zonas rurais do concelho. Ramiro Silva lamentou ainda que se exiga às associações a prestação de contas, quando essa tem que ser feita a associados e não à autarquia. O eleito pela CDU sugeriu ainda que às associações de dança, música e folclore, patentes no regulamento, se acrescentem outras como o cinema e os audiovisuais, a título exemplificativo, de modo a não ser tão limitativo. A CDU criticou ainda a limitação de apoios a associações com menos de um ano de actividade, lembrando que é na fase inicial que as associações de mais apoio precisam e lamentando que desta forma se castrem novas associações.
Ramiro Silva sugeriu ainda que a apresentação das candidaturas aconteça não em Novembro, conforme estipulado, mas de acordo com as especificidades de cada associação, nomeadamente de acordo com o início das épocas de cada uma das associações. Pegando nas exigências feitas às colectividades como contrapartida do apoio que recebem, o vogal da CDU sugeriu ainda que também houvesse uma cláusula que preveja a punição da Câmara em caso de incumprimento dos pagamentos devidos. A possibilidade, prevista no regulamento, de a Câmara deliberar ainda caso a caso, mesmo havendo um regulamento que gere as regras de atribuição de apoios, mereceu igualmente as dúvidas da CDU.
António Gomes, do Bloco de Esquerda, criticou igualmente a limitação dos apoios a associações com mais de um ano de actividade e pediu alguma abertura da parte da Câmara, para que os grupos de jovens se possam aventurar no associativismo.
Já Fernando Zuzarte Reis (PS) concorda com a limitação imposta pela Câmara, defendendo que a Câmara não tem que estar a apoiar associações que depois podem nem vingar. Henrique Reis, presidente da Junta da Freguesia da Chancelaria, mostrou-se mais preocupado foi com o cumprimento do pagamento das verbas prometidas: ”Preocupa-me o pagamento das comparticipações. É sabida a dificuldade com que se deparam as associações quando lhes são atribuídas verbas que depois demoram a chegar”, atirou o também presidente da concelhia social-democrata.
Pedro Ferreira, vice-presidente da Câmara Municipal, justificou o atraso nos pagamentos de subsídios a colectividades com a necessidade de pagar primeiro as obras comparticipadas pelo QREN. A Ramiro Silva, o vice-presidente respondeu dizendo que seguem as regras das instituições públicas que concedem apoios.
O documento, apesar das dúvidas levantadas, foi ao encontro das preocupações da maioria da assembleia, que aprovou o regulamento com 31 votos a favor e apenas três abstenções da CDU. Tal como previsto no documento, deverá seguir-se agora a realização de acções de formação junto das colectividades locais sobre as modalidades de apoio.
Por: Inês Vidal (Jornal Torrejano)
O apoio ao associativismo rege-se agora por novas normas. Prazos, critérios e obrigações estão definidos no regulamento municipal aprovado pela assembleia municipal na segunda-feira, com as abstenções da CDU, que critica o facto de a Câmara não ter também penalizações caso não cumpra o calendário de pagamentos. O documento distingue agora apoios às actividades regulares, pontuais ou ao investimento.
A Assembleia Municipal de Torres Novas aprovou na segunda-feira, 3 de Janeiro, o novo Regulamento Municipal de Apoio ao Associativismo. As únicas abstenções vieram dos eleitos da CDU que afirmaram ter dúvidas em relação a 40 por cento do documento apresentado.
O regulamento em questão foi elaborado visando, essencialmente, a definição de critérios justos para a distribuição de apoios entre as associações existentes no concelho. O documento define o âmbito de aplicação dos apoios, critérios de exclusão, obrigações decorrentes dos apoios atribuídos, princípios de avaliação dos projectos desenvolvidos e os prazos para apresentação de candidaturas aos respectivos apoios. Estes dividem-se agora em apoios às actividades regulares, à carteira municipal de espectáculos e apoio ao investimento, havendo critérios de apreciação de candidaturas distintos para cada um dos sectores.
Ramiro Silva (CDU) começou por elogiar o facto de o termo ”subsídio” ter dado lugar ao termo ”apoio”, já que as associações, defendeu o comunista, substituem-se muitas vezes ao Governo e às autarquias na promoção de actividades, nomeadamente nas zonas rurais do concelho. Ramiro Silva lamentou ainda que se exiga às associações a prestação de contas, quando essa tem que ser feita a associados e não à autarquia. O eleito pela CDU sugeriu ainda que às associações de dança, música e folclore, patentes no regulamento, se acrescentem outras como o cinema e os audiovisuais, a título exemplificativo, de modo a não ser tão limitativo. A CDU criticou ainda a limitação de apoios a associações com menos de um ano de actividade, lembrando que é na fase inicial que as associações de mais apoio precisam e lamentando que desta forma se castrem novas associações.
Ramiro Silva sugeriu ainda que a apresentação das candidaturas aconteça não em Novembro, conforme estipulado, mas de acordo com as especificidades de cada associação, nomeadamente de acordo com o início das épocas de cada uma das associações. Pegando nas exigências feitas às colectividades como contrapartida do apoio que recebem, o vogal da CDU sugeriu ainda que também houvesse uma cláusula que preveja a punição da Câmara em caso de incumprimento dos pagamentos devidos. A possibilidade, prevista no regulamento, de a Câmara deliberar ainda caso a caso, mesmo havendo um regulamento que gere as regras de atribuição de apoios, mereceu igualmente as dúvidas da CDU.
António Gomes, do Bloco de Esquerda, criticou igualmente a limitação dos apoios a associações com mais de um ano de actividade e pediu alguma abertura da parte da Câmara, para que os grupos de jovens se possam aventurar no associativismo.
Já Fernando Zuzarte Reis (PS) concorda com a limitação imposta pela Câmara, defendendo que a Câmara não tem que estar a apoiar associações que depois podem nem vingar. Henrique Reis, presidente da Junta da Freguesia da Chancelaria, mostrou-se mais preocupado foi com o cumprimento do pagamento das verbas prometidas: ”Preocupa-me o pagamento das comparticipações. É sabida a dificuldade com que se deparam as associações quando lhes são atribuídas verbas que depois demoram a chegar”, atirou o também presidente da concelhia social-democrata.
Pedro Ferreira, vice-presidente da Câmara Municipal, justificou o atraso nos pagamentos de subsídios a colectividades com a necessidade de pagar primeiro as obras comparticipadas pelo QREN. A Ramiro Silva, o vice-presidente respondeu dizendo que seguem as regras das instituições públicas que concedem apoios.
O documento, apesar das dúvidas levantadas, foi ao encontro das preocupações da maioria da assembleia, que aprovou o regulamento com 31 votos a favor e apenas três abstenções da CDU. Tal como previsto no documento, deverá seguir-se agora a realização de acções de formação junto das colectividades locais sobre as modalidades de apoio.
Por: Inês Vidal (Jornal Torrejano)
05 janeiro 2011
Homenagem a um dos fundadores
Do programa consta a homenagem a um dos fundadores, Francisco Canais Rocha, largada de pombos, momentos de poesia, música e media.

Ter um amigo
é maravilhoso.
Ser amigo de alguém
ainda melhor;
é como recordar
e sentir o Sol a brilhar.
Um amigo é alguém
com quem se está bem.
Mas um amigo
é muito mais do que isso!
É alguém que pensa em ti
quando não estás aqui.
Nunca se está realmente só
quando se tem um amigo.
Amigo é uma palavra bonita.
É quase
a melhor palavra!
Leif Kristiansson
(tradução de Sofia de Mello Bryner Andersson)
NOTA: Este poema e, literalmente as suas palavras, é válido para todos os companheiros dirigentes do Movimento Associativo Popular
03 janeiro 2011
Menina do Zona Alta que representou Portugal no Europeu de Corta-Mato


Catarina Carvalho nasceu em Leiria, foi registada na Marinha Grande, mas veio muito nova para Torres Novas, sentindo-se por isso torrejana de gema. É a menina bonita do atletismo da União Desportiva e Recreativa da Zona Alta de Torres Novas. A sua recente internacionalização, a boa prestação e o título nacional nos três mil metros obstáculos mostram que se está na presença de uma grande esperança para o atletismo nacional.
Com que idade descobriu a sua vocação para o desporto?
Parece que nasci com vocação para correr e saltar. Em criança, bem pequena, a minha mãe costumava dizer que parecia uma abelha que andava sempre a zunir de um lado para o outro. Adorava correr e saltar.
Oficialmente começou a praticar a modalidade com que idade?
Aos 12 anos fui com a minha mãe para o Algarve, e na escola comecei a correr no desporto escolar e aí fiquei com a certeza de que queria ser atleta.
Que provas fazia então?
Comecei logo por fazer provas de estrada e de corta-mato. Na escola fazia um pouco de tudo.
No meio de tudo isso onde é que se sente melhor? Na estrada, no corta-mato ou na pista?
Gosto muito de corta-mato. Mas gosto muito de pista, principalmente dos três mil metros obstáculos.
Quando é que os resultados começaram a aparecer?
Começaram logo à partida, na escola era uma crónica vencedora e depois nos iniciados, juvenis e agora juniores fui sempre uma das melhores atletas a nível distrital, regional e nacional.
São esses bons resultados que a entusiasmam a continuar a acalentar a vontade de vingar no atletismo ao mais alto nível?
Sem dúvida que sim. Para qualquer atleta que comece cedo e os resultados apareçam é sempre uma motivação extra para continuarmos a crescer e a lutar por melhores resultados.
“Já tive convites para sair para um clube de maior dimensão”
Todos os grandes atletas que têm aparecido no Ribatejo acabam por ir para os grandes clubes. Já teve algum convite para isso?
Já houve algumas abordagens. Mas é aqui no Zona Alta que me sinto bem e os convites não foram de tal modo aliciantes que me dessem a volta à cabeça e me fizessem sair desta família que é o atletismo do Zona Alta.
Quer dizer que não há dinheiro mas há amizade e acompanhamento?
Muita amizade mesmo. O acompanhamento por parte dos dirigentes e treinadores é impecável, a amizade estende-se a todos os atletas. Somos como irmãos que nas provas se incentivam uns aos outros, e no final quer obtenhamos uma boa ou má classificação não há recriminações, nem deixa de haver amizade. Num clube de outra dimensão as coisas já são bem diferentes o que conta são os resultados.
Quer dizer que ainda não pensou seriamente em ir para outro clube?
Já pensei. Mas reflecti e tenho a certeza que não vou ser tão acarinhada como sou aqui no Zona Alta. Para sair do clube em que somos formados e onde já crescemos um bocado é preciso pensar o passo que vamos dar e vermos que vamos estar bem. Se não dei esse passo é porque senti que não estava preparada para o dar.
Mas com a sua mãe desempregada, também é verdade que tem que começar a pensar em tirar alguma vantagem financeira do atletismo. E no Zona Alta nunca pode pensar nisso.
Eu sei que é assim, que o Zona Alta não me pode pagar nada. Mas também garanto que não vou sair daqui porque não me dão dinheiro. O dinheiro pode ser importante, mas não é tudo, a ajuda e o acompanhamento que fazem, a preocupação que têm em saber se o atleta está mal e porquê, o apoio que dão quando precisamos ajudam-nos a entender que o dinheiro não é tudo.
O desenvolvimento da alta competição em Portugal está ao nível dos outros países?
É uma pergunta difícil! Competi algumas vezes com atletas de outros países e à partida parecia que eram muito melhores que nós. Mas depois cheguei à conclusão que o que elas têm são outras condições que nós não temos.
Já tem o estatuto de atleta de alta competição?
Já tenho o estatuto desde o ano passado. Mas não recebo nada por isso. E sei que as regras mudaram e agora são os tempos e as prestações que tivermos que nas provas internacionais, principalmente lugares no pódio, que contam para a atribuição de bolsas.
Lugares no pódio que Catarina Carvalho procura sempre?
Sim essa é uma ambição minha e de qualquer atleta.
Tem consciência de que é uma das melhores atletas da categoria de júnior?
Sei o que valho, mas ser uma das melhores é sempre subjectivo.
Mas nos campeonatos nacionais e agora na selecção demonstrou que é realmente das melhores?
Sim é verdade, e vou sempre lutar para ser cada vez melhor. Na selecção fui a segunda portuguesa, mas agora sinto que podia ter feito melhor, tomei algumas precauções, corri de trás para a frente e sinto que podia ter chegado um pouco mais à frente.
Foi a falta de experiência que falou mais alto?
Foi. Temos que ver que foi um corta-mato em que não estamos habituadas a partir da forma como é feita. Temos mesmo que partir bem para conseguirmos chegar logo aos lugares da frente. Na altura parti mal e fiquei um pouco para trás e foi difícil recuperar.
Esta chamada à selecção foi o momento alto da sua carreira?
Sem dúvida que sim. Lutei muito para conseguir ser chamada, e quando fui seleccionada foi uma alegria indescritível. Treinei muito para o conseguir, foi um grande prémio.
Agora vai ser mais fácil voltar a representar Portugal?
Não sei. Quem decide é o seleccionador.
Mas o resultado foi bom, mostrou que é uma boa atleta e que podem contar consigo?
Sempre disse que no dia em que fosse à selecção era para dar o meu melhor, e que era para representar a equipa, não ia lutar por um lugar individual. E foi isso que fiz.
O que é que sentiu na altura da prova?
Estávamos todas muito nervosas e ansiosas, mas logo que foi dada a partida tudo passou. O nosso único pensamento era chegar ao fim no melhor lugar possível.
No meio disto tudo qual é a sua prova favorita em pista?
São os três mil metros obstáculos. É uma prova diferente, é correr e saltar. Não é uma prova saturante, é sempre diferente e tem a vala de água, adoro saltar na vala, é uma sensação diferente, é lindo.
O atletismo é o desporto dos pobres?
No que diz respeito a lucros é.
É preciso menos dinheiro para pôr um atleta a praticar atletismo?
É verdade. Para começar umas sapatilhas, uns calções e uma camisola chegam. Mas não se pode ver o atletismo só nesse prisma. Um atleta para atingir um elevado nível competitivo precisa de ganhar dinheiro.
E lesões?
Felizmente nunca tive qualquer lesão. Só fui ao fisioterapeuta antes da ida à selecção e foi para uma massagem para estar mais leve.
Quantas horas treina por dia?
Depende do treino que o treinador me dá para fazer. Posso treinar uma ou duas vezes por dia. Será uma média entre duas ou três horas por dia.
Qual tem sido a importância do treinador, Nelson Silva, e do dirigente Raul Santos na sua carreira?
Tem sido decisiva. O meu treinador é mais do que isso, é também um grande amigo, que mesmo quando discute connosco o faz com amizade. O professor Raul é aquele amigo que está sempre ao nosso lado. É o amigo de toda a hora, que está sempre presente.
A sua internacionalização já foi reconhecida pela Associação de Atletismo de Santarém?
Até hoje não recebi qualquer palavra de incentivo da associação. Mas sei que a Associação só dá importância aos atletas das provas técnicas. Os atletas de fundo e meio fundo, são praticamente ignorados. Mas não estou preocupada com isso, quero continuar a trabalhar com vontade para ser uma atleta de nível nacional e internacional.
Mas reconhece que merecia uma palavra de incentivo?
É claro que sim. Todos nós gostamos de ver o nosso trabalho reconhecido. Mas ligo mais aos meus objectivos e a quem me apoia, quem está sempre ao meu lado, do que a quem não quer reconhecer o trabalho que se faz nestes pequenos clubes.
A Câmara Municipal de Torres Novas já lhe deu os parabéns?
A Câmara de Torres Novas não nos liga nenhuma. Ainda não percebi porque é que a autarquia nos ignora. Temos excelentes resultados, levamos o nome da cidade a todo o país e nem sequer temos uma pista para treinar. Nem somos muito exigentes, só pedimos uma pista que sirva para treinos, mas chego a pensar que os responsáveis nem sequer se apercebem dos resultados que fazemos.
A sua ida à selecção foi olvidada?
Ninguém na câmara reconhece o nosso valor.
Quais são os seus objectivos a curto prazo?
Vou treinar com afinco para fazer um bom Campeonato Nacional de Corta-Mato para ser seleccionada para ir ao Mundial de Corta-Mato, que se disputa em Abril.
Um bom campeonato nacional é vencer?
Não é vencer. Mas essa é uma ambição que tenho e é exequível. Conheço bem as minhas adversárias, que são também grandes amigas, e já conversámos todas sobre o campeonato e a nossa vontade é a de lutarmos todos pela vitória.
“Sou muito caseira e o atletismo é a minha vida”
Catarina Carvalho nasceu em Leiria, em 1992, foi registada na Marinha Grande onde viviam os seus familiares. Veio para Torres Novas muito nova, por isso a sua vida é feita na pequena aldeia da Meia Via, terra que a adoptou e aos seus familiares.
Como é a Catarina Carvalho na vida particular?
Sou uma pessoa simples, amiga do meu amigo, luto por aquilo que entendo ser o melhor para mim e para os meus. Adoro ajudar a minha mãe e tomar conta do meu irmão. Não gosto de intrigas e abomino a desonestidade.
Como gere o seu dia a dia?
É muito simples. Sou muito caseira e o atletismo é a minha vida. Neste momento é treino, uma ou duas vezes por dia, e ajudar a minha mãe na lida da casa.
Tem para isso o apoio da sua família?
O apoio da minha família tem sido incondicional. É muito bom. A importância desse apoio é diferente daquele que nos é dado pelo treinador e pelos dirigentes e mesmo dos colegas. Sentir-mos o apoio das pessoas que nos criaram, que nos deram amor é fundamental para nos ajudar a fazer os sacrifícios que precisamos de fazer.
A sua mãe e os seus avós costumam acompanhar as suas provas?
A minha mãe vai sempre que pode, o trabalho nem sempre permite a sua deslocação. Agora em Albufeira foi uma grande alegria vê-la entre a assistência. O meu avô é mais difícil mas de vez em quanto vai ver. Mas conto sempre com o seu apoio e quando chego já sabem o meu resultado.
E os estudos?
Os estudos estão parados. Fiz o nono ano e parei. Mas agora já cheguei à conclusão de que tenho que voltar. Para o ano vou tentar fazer o décimo ano.
A paragem foi para se dedicar mais ao atletismo?
Foi também um pouco para isso. Mas não foi tudo, estava um bocado desmotivada e resolvi parar.
Se for possível tirar um curso, já pensou qual?
Se puder quero ficar ligada ao desporto. Quero ajudar os mais novos a conseguirem ser bons atletas. Quero ter a alegria de continuar ou ajudar a praticar desporto.
E tempo para outras coisas boas da vida? Namorar, ir a uma discoteca, estar com os amigos?
O importante é gostarmos mesmo daquilo que fazemos. Porque de resto conseguimos arranjar tempo para tudo. Não tenho namorado. Mas sempre que posso, e não me prejudica o atletismo, saio um pouco com os amigos, mas a maior parte do tempo passo-o em casa, gosto de ver os desenhos animados na televisão. Gosto muito de estar em casa.
E casar e ser mãe?
Não quero casar! Namorar também não namoro. Neste momento não penso muito numa vida familiar própria. A minha vida é o atletismo.
(in Mirante)
02 janeiro 2011
CONCERTO de ANO NOVO - BOT- na Igreja de São Pedro !
Decorreu Hoje na Igreja de São Pedro ,O CONCERTO DE ANO NOVO abrilhantado pela BOT- Banda Operária Torrejana.
Com este evento deu-se o início das actividades do Movimento Associativo Torrejano no ano de 2011
Com este evento deu-se o início das actividades do Movimento Associativo Torrejano no ano de 2011
01 janeiro 2011
Actividades do Núcleo de Artistas de Riachos
Exposição de Pintura de Clara Lopes da Silva

De 8 a 31 de Janeiro estará patente ao público na Galeria das Artes do Museu Agrícola de Riachos uma Exposição individual de Pintura da autoria de Clara Lopes da Silva.
A inauguração da Exposição terá lugar no Sábado, dia 8 de Janeiro, às 15h30, no Auditório do Museu.
A Artista, natural de Casais Castelos, a residir em Torres Novas e Membro do NAR, iniciou-se na Pintura em 2007, contando já no seu currículo com 3 exposições individuais e várias colectivas, realizadas, nomeadamente, em Riachos, Torres Novas, Golegã e Coimbra. Tendo algumas das suas obras em colecções particulares no país.
Clara Lopes da Silva dá agora a conhecer em Riachos mais um conjunto de 22 trabalhos de pintura, e um grande talento recentememte descoberto.
De 8 a 31 de Janeiro estará patente ao público na Galeria das Artes do Museu Agrícola de Riachos uma Exposição individual de Pintura da autoria de Clara Lopes da Silva.
A inauguração da Exposição terá lugar no Sábado, dia 8 de Janeiro, às 15h30, no Auditório do Museu.
A Artista, natural de Casais Castelos, a residir em Torres Novas e Membro do NAR, iniciou-se na Pintura em 2007, contando já no seu currículo com 3 exposições individuais e várias colectivas, realizadas, nomeadamente, em Riachos, Torres Novas, Golegã e Coimbra. Tendo algumas das suas obras em colecções particulares no país.
Clara Lopes da Silva dá agora a conhecer em Riachos mais um conjunto de 22 trabalhos de pintura, e um grande talento recentememte descoberto.
Actividades do Núcleo de Artistas de Riachos
X Encontro de Poesia do NAR – Poemas de Ana Triguinho

22 Poemas de Ana Triguinho serão tema de leitura e análise no próximo Encontro de Poesia a realizar no Sábado, dia 8 de Janeiro, pelas 21horas, na Oficina d’Arte.
Ana Triguinho é natural de Riachos, onde nasceu a 26 de Abril de 1956 e onde quase sempre residiu.
Poetisa do Núcleo desde Março, é assim, o 5º Poeta do NAR a ser estudado, naquele que é já o X Encontro efectuado.
Além de Membro do grupo da Poesia, Ana Triguinho é também Membro do grupo das Artes Plásticas, do qual é Coordenadora.
31 dezembro 2010
2011 - Ano do 10º. Aniversário da UCATN
no ano do 10º. ANIVERSÁRIO,
vestir a camisola
e
TRABALHAR TODOS OS DIAS PARA VALORIZAR O MOVIMENTO ASSOCIATIVO POPULAR, OS SEUS DIRIGENTES E ASSOCIADOS
TRABALHAR TODOS OS DIAS PARA VALORIZAR O MOVIMENTO ASSOCIATIVO POPULAR, OS SEUS DIRIGENTES E ASSOCIADOS
30 dezembro 2010
29 dezembro 2010
Concerto de Reis no Phydellius a 8 de Janeiro

Concerto de Reis no Phydellius a 8 de Janeiro
A Igreja do Carmo, em Torres Novas, será palco do Concerto de Reis do Choral Phydellius. O espectáculo tem lugar no dia 8 de Janeiro, pelas 21h30 e conta com a actuação do coro adulto e juvenil do Choral Phydellius, da Camerata Phydellius, do Quarteto Phydellius e do Dueto Fliscorne e Marimba.
(in Torrejano)
BOT- Concerto de Ano Novo
Reunião de corpos sociais da UCATN- final 2010
Reuniram na taacto os corpos sociais da UCATN .
Esta reunião foi precedida dum Petisco Ribatejano para dar saídas ao Ano Velho e a perspectivar progressos para o Novo Ano 2011!
Esta reunião foi precedida dum Petisco Ribatejano para dar saídas ao Ano Velho e a perspectivar progressos para o Novo Ano 2011!
26 dezembro 2010
Caminhadas - Prémios Nacionais AGITA 2010
- A Caminheira mais jovem
Tatiana Alexandra Brito - Sociedade Recreativa Curvaceirense
- O Caminheiro mais jovem
João Pedro Filipe - Clube Natureza de Alvito
- A Caminheira mais idosa
Palmira Santos - Sociedade “A Voz do Operário”
- O Caminheiro mais idoso
João da Fonseca Ribeiro – Associação Moradores Bº do Matadouro
- O Caminheiro que percorreu mais KM
José Jesus Pinto – Rancho Folclórico da Lixa
- O/A Participante que fez mais caminhadas
Aldina Cruz – Associação Moradores Bº do Matadouro
- Fotos
Prémio – Associação Cultural e Rec. da Linhaceira
1º Mensão Honrosa - Sociedade Recreativa Curvaceirense
2º Mensão Honrosa - Centro Desenvolvimento Comunitário do Landal
22 dezembro 2010
Concerto de Natal na Ribeira Ruiva
pela Banda Sociedade Filarmónica Lealdade Ribeirense
Ribeira Ruiva – Torres Novas
26 de Dezembro (domingo), 17,30 horas
no Salão da Junta de Freguesia
26 de Dezembro (domingo), 17,30 horas
no Salão da Junta de Freguesia
21 dezembro 2010
Saudação do Presidente da CPCCRD
Vencer a crise
com confiança colectiva
Caros (as) Colegas
Dirigentes Associativos Voluntários
Vivem-se momentos difíceis, muito difíceis
Ao terminar 2010 e entrarmos em 2011, sentimos de forma generalizada uma angústia que nos contrai o pensamento e quase nos condiciona a acção. Enquanto uns afirmam não ter qualquer responsabilidade pela actual situação e outros querem que acreditemos que é tudo obra do destino e não há nada a fazer, cá estamos nós a pagar o mal e a caramunha de uns quantos bem instalados.
com confiança colectiva
Caros (as) Colegas
Dirigentes Associativos Voluntários
Vivem-se momentos difíceis, muito difíceis
Ao terminar 2010 e entrarmos em 2011, sentimos de forma generalizada uma angústia que nos contrai o pensamento e quase nos condiciona a acção. Enquanto uns afirmam não ter qualquer responsabilidade pela actual situação e outros querem que acreditemos que é tudo obra do destino e não há nada a fazer, cá estamos nós a pagar o mal e a caramunha de uns quantos bem instalados.
Pessoalmente, acredito que a solução não passa por “remediar” a actual situação mas por dizer a verdade ao povo, mobilizá-lo, dar-lhe confiança e assumir uma mudança de modelo que tenha em conta uma nova orientação política, económica, cultural e social. Mais do que nos adaptarmos a esta sociedade, deveremos mudá-la. Aliás, a história vem mostrando que as rupturas mais tarde ou mais cedo acontecem. O que varia é o grau de mudança e o sentido que tomam.
Não somos o Estado. Somos o país.
O Associativismo Popular, sendo transversal a toda a sociedade, a todos os extractos sociais, todas as etnias e culturas, todos os partidos e religiões, assume um papel fundamental na coesão social e na integração de todos, particularmente dos mais explorados, dos mais frágeis da sociedade.
Não somos o Estado. Somos o país.
O Associativismo Popular, sendo transversal a toda a sociedade, a todos os extractos sociais, todas as etnias e culturas, todos os partidos e religiões, assume um papel fundamental na coesão social e na integração de todos, particularmente dos mais explorados, dos mais frágeis da sociedade.
O papel social, a utilidade social do associativismo popular, é cada vez mais importante e por isso mesmo não podemos deixar de reflectir, decidir e agir. O país precisa de nós e, como sempre, não regatearemos esforços para o ajudar.
O ano 2011, deverá ser um ano de maior intervenção social associativa. Teremos de inovar as formas de fazer associativismo, de modernizar as acções associativas e de disseminar os valores da solidariedade, da honestidade, do trabalho e acção colectivas e da democracia participada.
A campanha pelos direitos associativos “Vamos fazer o que ainda não foi feito” está em marcha. A campanha de estruturação nacional associativa com a criação de colectividades Elo, Associações Concelhias e Federações Distritais é a maior de sempre. A campanha de sustentabilidade financeira de todo o associativismo popular é uma prioridade. A formação e qualificação dos dirigentes são uma realidade incontornável. A divulgação do projecto associativo nacional e a sua visibilidade são uma condição indispensável para o seu futuro.
Somos a maior rede social
O ano de 2011 será o Ano Europeu do Voluntariado. Nesse sentido, cada um de nós – Dirigentes Associativos Voluntários – perante os receios, perante as dificuldades e as adversidades, não pode deixar de pensar que, em Portugal existem mais de 29.000 associações, 435.000 dirigentes voluntários e mais de três milhões de associados. Somos a maior frente social organizada, a maior rede de voluntários e a única rede social que responde a todas as necessidades culturais, recreativas, desportivas e sociais no nosso país.
Somos a maior rede social
O ano de 2011 será o Ano Europeu do Voluntariado. Nesse sentido, cada um de nós – Dirigentes Associativos Voluntários – perante os receios, perante as dificuldades e as adversidades, não pode deixar de pensar que, em Portugal existem mais de 29.000 associações, 435.000 dirigentes voluntários e mais de três milhões de associados. Somos a maior frente social organizada, a maior rede de voluntários e a única rede social que responde a todas as necessidades culturais, recreativas, desportivas e sociais no nosso país.
Tendo consciência da enorme responsabilidade só poderemos ter êxito se tivermos confiança colectiva e essa vem de cada um de nós, transmite-se pela nossa proximidade e assume-se da mais pequena e singela colectividade até à sua Confederação.
Não deixem de ser quem são - Dirigentes Associativos Voluntários. Sem nós, não existiria o associativismo popular.
Não desistam nunca de lutar pelo que acreditam!
Bem hajam pelo vosso trabalho!
Dezembro 2010
Augusto Flor
Presidente da Direcção
Não desistam nunca de lutar pelo que acreditam!
Bem hajam pelo vosso trabalho!
Dezembro 2010
Augusto Flor
Presidente da Direcção
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