09 fevereiro 2011

SMUT: Novos dirigentes


No passado dia 8 de Janeiro realizou-se na Sede da SMUT uma Assembleia Ordinária onde foram eleitos e tomaram posse os novos membros dos Órgãos Sociais e Acessores de Direcção:

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL
Presidente – JOSÉ LOPES CALADO – Sócio nº97
Secretário – MANUEL FRANCISCO OLIVEIRA RAMOS – Sócio nº349
Secretário – CELINA MARIA ALVES REPOLHO – Sócia nº310

CONSELHO FISCAL
Presidente – SÉRGIO LOPES CALADO – Sócio nº229
Secretário – JOSÉ CARLOS DA SILVA FERNANDES DUQUE LEIRIÃO – Sócio nº349
Secretário – ANA CRISTINA LINCE MARTINS – Sócio nº413

DIRECÇÃO
Presidente – JOÃO NUNO BORGA FERNANDES – Sócio nº500
Tesoureiro – RAFAELA ALEXANDRA DOS SANTOS BORGA – Sócia nº510
Secretário – IVO MIGUEL REPOLHO SANTOS – Sócio nº310
Secretário – JOÃO PEDRO DUQUE FERNANDES – Sócio nº545
Secretário – OLINDA MARIA PEDROSO SANTOS BORGA – Sócia nº558

ASSESSORES DA DIRECÇÃO
CARLOS FILIPE JESUS JORGE
HÉLDER MANUEL RATO DA COSTA
JOANA RITA CAMBÉ DUQUE
JORGE MARIA GRÁCIO DUQUE
JOSÉ RUIVO
LÚCIA SOFIA PEDROSO DOS SANTOS
LUÍS CARLOS FARIA REIS
MARIA ALICE GUERRA FARIA
VÍTOR MANUEL SANTOS BORGA
VÍTOR MANUEL DOS SANTOS REPOLHO

07 fevereiro 2011

Clube de Campismo Torrejano

ASSEMBLEIA GERAL
9 de Fevereiro de 2011 - 20,30 horas
na Sede - Rua M Bombarda, 99 - 2º. TNV
Apresentação, discussão e votação Relatório 2010

CineClube de Torres Novas apresenta no Virginia

Próxima Quarta-feira

e no dia 18 de Fevereiro

Liga dos Amigos organiza mais uma exposição...



... de pintura no átrio do Hospital de Torres Novas. Expõe CRUZ SIMIÃO.

13 de Fevereiro Caminhada da AGIR


Compareça , Participe

05 fevereiro 2011

As nossas colectividades e associações (7)

MOVIMENTO ASSOCIATIVO POPULAR
a maior força do voluntariado em Portugal




A CASA DO BENFICA
DE TORRES NOVAS
tem serviço
de restaurante, preferencialmente almoços, de segunda a sexta, e sempre com prato de carne, prato de peixe e sopa.

04 fevereiro 2011

UCATN esteve presente

CARTA ENVIADA ÀS COLECTIVIDADES

A Confederação tem recebido diversas comunicações de intervenções inspectivas da ASAE nas colectividades, o que tem sido tratado pelo nosso Gabinete Jurídico em tempo útil e com bons resultados.

Ainda assim, a Direcção da Confederação, decidiu solicitar uma reunião ao Senhor Inspector-geral da ASAE, reunião essa que se realizou no dia 22 de Outubro e que teve a melhor cooperação por parte do Senhor Inspector-geral. Na referida reunião, foram trocadas informações e apresentadas propostas de que se destaca um conjunto de sessões de sensibilização para boas práticas com a colaboração de membros da ASAE por regiões, abrangendo todo o país.

Na Sessão realizada no passado dia 22 de Janeiro em Lisboa participaram aproximadamente 220 Dirigentes Associativos Voluntários, tendo sido apresentadas várias questões a que os elementos da ASAE responderam na íntegra.

A Segunda Sessão de Sensibilização (Castelo Branco/Coimbra/Guarda/Leiria terá lugar no dia 05 de Fevereiro de 2011 pelas 15,00 horas no Casino da Figueira (Rua Dr. Calado, 1 – Figueira da Foz) com a colaboração da Associação das Colectividades do Concelho da Figueira da Foz pelo que se convida essa Colectividade/Associação a estar presente.

Gostaríamos de contar com a presença do Senhor Presidente mas também outros Dirigentes que estejam directamente relacionados com as actividades associativas tuteladas pela ASAE, nomeadamente, espaços desportivos e culturais, bares e restaurantes associativos, incluindo concessionários.

Consideramos que esta Sessão é da maior importância para as colectividades, independentemente de terem (ou não) sido inspeccionadas pela ASAE, pelo que fazemos um sério apelo à participação.

Por razões logísticas, agradecemos que nos informem do número de elementos presentes na Sessão. Para mais informações, podem ser contactados os Serviços da Confederação de 2ª a 6ª feira das 10 às 18 horas.

Com os melhores cumprimentos e votos de Feliz 2011 A Direcção

”Camponeses” celebram aniversário com discurso negativo

O Rancho Folclórico ”Os Camponeses” de Riachos comemorou no sábado, dia 29, o 53.º aniversário. À tarde o grupo, ”reforçado” com antigos elementos, subiu ao palco da casa do povo para uma actuação e à noite realizou-se um convívio. Joaquim Santana, director e ensaiador do grupo olha com apreensão para o futuro devido à falta de apoios e à significativa quebra do número de espectáculos.


A data de fundação de ”Os Camponeses” de Riachos é 14 de Janeiro e, nesse mesmo dia, a efeméride foi celebrada em família. Duas antigas componentes, Isabel Triães e Cristina Gameiro, promoveram um pequeno convívio-surpresa com alguns elementos do grupo e, em família, a ocasião foi assinalada com direito a bolo e tudo. No sábado, a festa alargou-se à comunidade – embora a grande maioria dos presentes estivesse directa ou indirectamente ligada ao grupo, e foi animada com uma actuação e com um jantar-convívio, ao final do dia. Apesar de o dia ser de festa e celebração, o director do rancho de Riachos manifestou-se apreensivo quanto ao futuro. Apesar não existirem dívidas, as receitas e os apoios são cada vez em menos e, estes dois factores, podem vir a criar dificuldades de funcionamento à colectividade.
”A vitalidade do grupo continua, mas temos de estar preparados. Em 2010 já sentimos alguma crise de espectáculos, foi quase tudo cortado e estamos a prever que 2011 seja mais difícil. Continuamos com os ensaios, com os espectáculos que aparecem e vamos fazendo o possível para manter plena actividade”, afirmou Joaquim Santana. De acordo com o responsável, a redução de espectáculos é significativa: ”Até há dois anos a média de espectáculos era de 50. Em 2009 registou-se uma baixa e em 2010 uma nova baixa, ainda maior. Actuamos menos de metade das vezes que actuávamos”.

Um dos reflexos directos destes tempos difíceis que se vivem passa, desde logo, pela obrigatoriedade que Santana sentiu em recusar os convites que o grupo recebeu para actuar, este ano, no estrangeir ”Temos uma carteira de cerca de 20 espectáculos para o estrangeiro, mas é impossível. Recusei-os todos”, disse com alguma mágoa. Há convites para Palma de Maiorca, para um dos espectáculo de folclore ”mais importantes do mundo” e, entre outros, para Turquia, Indonésia e Rússia. ”Pedir subsídios à câmara? Nem me atrevo porque já sei qual é a resposta. Antigamente cobrávamos cachets que nos davam para suportar despesas com trajes e praticamente conseguiamo-nos auto financiar ao longo do ano. Hoje, uma deslocação ao estrangeiro só dá prejuízo”, notou. ”Num só ano chegámos a sair duas e três vezes ao estrangeiro e nestes 53 anos já saímos 57 vezes - também considero que seja de mais para um grupo amador, e nunca um componente pagou um centavo”, admitiu o director.

Santana diz que os problemas financeiros têm-se vindo a acentuar em parte porque escasseiam os espectáculos pagos, assim como os subsídios oficiais: ”Temos de pensar muito bem no que vamos fazer e no que estamos a fazer para que as despesas não aumentem em relação ao que estamos a receber.

Tínhamos um movimento extraordinário que nos dava a possibilidade de sobreviver com poucos subsídios”, recorda.

Por: Élio Batista (in O Torrejano)

03 fevereiro 2011

XI Encontro de Poesia do NAR

XI Encontro de Poesia do NAR
Sábado, dia 5 de Fevereiro de 2011, pelas 21horas, realiza-se na “Oficina d’Arte do NAR” mais um Encontro de Poesia. O décimo primeiro. E desta vez, em análise estará o Poeta do NAR e Riachense Diamantino Mendes de Almeida. Serão tema de leitura, vinte e dois dos seus poemas, os quais compõem o “Caderno” preparado para este Encontro.

Sobre o Poeta
Diamantino Mendes de Almeida nasceu em Riachos a 12 de Julho de 1934, fez o Ensino Primário em Riachos, com distinção e, aos 12 anos de idade, começou a trabalhar, aprendendo o ofício de serralheiro.
Aos 19 anos, como voluntário, ingressou na Força Aérea Portuguesa onde frequentou o Curso de Mecânico de Aviões, passando a seguir ao Quadro Permanente. Prestou serviço nos Açores e em Tancos até 1965. Desde esta data e até 1974, fez “comissões de serviço” na Guiné, Angola e Moçambique. Em França frequentou um curso de helicópteros SA-330 tendo por finalidade a constituição de uma Esquadra destinada a Angola, com a qual seguiu para Luanda em Julho de 1970, regressando em Outubro de 1972. Em Janeiro de 1974 volta a Moçambique, onde se encontrava aquando do “25 de Abril”. De Moçambique seguiu para Timor acompanhando dois helicópteros destinados a cumprir uma” Missão de Paz”: “Esclarecimento e preparação do povo timorense para a Independência”, que se avizinhava. Regressando a Portugal no final de Julho de 1974, sendo colocado na Base Aérea Nº 3, em Tancos até à sua passagem à Reserva, em 1982.

Livre de alguns “condicionamentos” da vida militar, passou a colaborar com o Jornal “O Riachense”, com um ou outro artigo de opinião, uma série de “provérbios portugueses” e alguns versos, que começou a escrever após o “25 de Abril”. O primeiro deles, intitulado “Menino, podes Sorrir” é dedicado ao seu filho, então com 13 anos de idade (o primeiro poema do “Caderno deste Encontro”).

Enquanto cidadão participou em campanhas eleitorais e na vida autárquica da Freguesia, no Jornal e na vida associativa de Riachos. Integrou a Direcção da Sociedade Velha Filarmónica Riachense, durante um mandato, nos anos oitenta. Foi Presidente da Direcção do Jardim Infantil de Riachos de 1990 a 2006, considerando que este foi o trabalho mais gratificante da sua vida e, desde 2006 é Presidente da Assembleia Geral desta mesma Instituição.
Gosta de ter sempre um livro à mão e gosta de escrever. Porém, por motivos de saúde, não o faz com a regularidade que gostaria. Escreve quando calha, havendo “veia”!...
Participou no nascimento do NAR, do qual é Membro, sendo da opinião que a Instituição engrandece, em muito, a vila de Riachos.

02 fevereiro 2011

31 janeiro 2011

Eleições associativas

SOCIEDADE RECREATIVA PINTAINHENSE

4 de Fevereiro, 21 horas
ELEIÇÃO DOS CORPOS GERENTES PARA O TRIÉNIO 2011/2013

Em Vila do Paço

FESTA DE S. BRÁS

5 e 6 de Fevereiro
VILA DO PAÇO
Distribuição de tremoços e vinho, bailes, cerimónias religiosas

30 janeiro 2011

As nossas colectividades e associações (6)

MOVIMENTO ASSOCIATIVO POPULAR
a maior força do voluntariado em Portugal

SOCIEDADE FILARMÓNICA UNIÃO MATENSE

29 janeiro 2011

"Camponeses dos Riachos" Parabéns no 53º. Aniversário



53.º aniversário do Rancho Folclórico "Os Camponeses" de Riachos
O Rancho Folclórico "Os Camponeses" de Riachos foi fundado em 14 de Janeiro de 1958.

As recolhas de trajo, canto e danças, foram feitas a partir do Verão daquele ano, tendo sido apresentadas oficialmente na Feira do Ribatejo, em Santarém, no ano de 1959.

Com estas recolhas pode-se provar que o Folclore de Riachos é bastante rico e variado, devido à sua situação geográfica, pois fica precisamente na zona de transição da Lezíria para o Bairro e Charneca. Aquela, a Sul da povoação, entrando pelas margens do Rio Almonda até ao Tejo, as outras a Norte, passando por todo o Concelho de Torres Novas, zona de pequenas montanhas até à Serra d'Aire.

Nas danças e nos cantares, na sua grande maioria estão bem patentes a garridice, a alegria e toda a genica da Lezíria Ribatejana, para onde as gentes de Riachos estiveram sempre voltadas, enquanto noutras estão bem marcadas, a dolência, a harmonia e beleza das danças e dos cantares da zona ondulada.

Os trajos, esses são cópias fiéis dos usados pelos seus antepassados em Riachos, nos finais do Século XIX e principios do Século XX, apresentando em cada espectáculo trajos domingueiros, trajos de festa, trajos de trabalho e ainda o trajo de campino de trabalho e de festa.

O Rancho do Casal Sentista vai ver a neve

23 janeiro 2011

As nossas colectividades e associações (5)

MOVIMENTO ASSOCIATIVO POPULAR
a maior força do voluntariado em Portugal
SMUT
A SMUT, foi fundada em 18 de Outubro de 1920 dedicando-se maioritariamente à formação de músicos para a banda de música local. Inicialmente apoiou Ranchos, Grupos de Teatro e outras manifestações tradicionais que deram muita beleza e harmonia no que diz respeito tanto à parte cultural como à recreativa de Lapas, princesa do Almonda.

A nossa banda teve regentes que marcaram com o seu carácter e profissionalismo a sua actividade e prestígio, nomeadamente: José Romão Xavier, Francisco Baía, Herculano Rocha, Manuel Carriche, Carlos Faria e Mário Moura. Desde Fevereiro de 2007 é regente o jovem maestro Sérgio Rocha, que dirige o corpo musical e coordena a escola de música com um método pioneiro e moderno que incentiva a aprendizagem.

A Escola de Música funciona com aulas de formação musical (com uma turma de iniciação), aula de classe de conjunto e aulas individuais de instrumentos. Todas as aulas são dadas por músicos da banda, com coordenação e supervisão do maestro. A curto prazo prevê-se a integração de alguns alunos na banda.
As actividades de recreio e lazer na sua sede, entre os associados, foram e continuam a ser, um elemento aglutinador da sua actividade principal. Na sua vida musical encontram-se inscritos participações em peditórios, arruadas, concertos nos festejos anuais e no acompanhamento de cerimónias religiosas, – procissões e missas, na nossa terra natal, desde sempre – festejos tradicionais de Verão e concertos próprios ou com outras bandas, em localidades da mais variada latitude.

Os Encontros de Bandas, especialmente os anuais do concelho de Torres Novas, bem como participações na Feira Nacional da Agricultura, ALPIAGRA, Festival de Música do INATEL, são alguns dos muitos eventos onde a SMUT participou.

Actualmente é parte integrante da colectividade “Os Pauzinhos”, um grupo de pauliteiros que anima iniciativas tanto locais como da região.

22 janeiro 2011

Há poesia em Riachos


Foi criado há menos de um ano e fez as delícias do público que assistiu às comemorações do décimo aniversário da União das Colectividades e Associações do Concelho de Torres Novas. O Grupo de Poesia do Núcleo de Arte Riachense, de Riachos, Torres Novas, tem 15 elementos e no primeiro sábado de cada mês organiza tertúlias de poesia.

“O objectivo é tirar a poesia das gavetas”, esclarece a impulsionadora da ideia, Lúcia Perdigão, considerando que poetas riachenses são todos aqueles que gostam de escrever ou declamar poesia, mesmo que não tenham nada publicado. “Têm-se feito grandes descobertas”, comenta, referindo que numa ocasião descobriu que uma colega sua escrevia poesia na sala de espera do Centro de Saúde.

Lúcia Perdigão comenta que a ideia de criar este grupo surgiu do facto de encontrar em vários encontros de poesia poetas de Riachos. “Há imensos encontros de poetas por aí e eu encontrava sempre poetas riachenses”. E nem sempre é dado o devido valor à poesia, refere. Numa música, por exemplo, indicam sempre o nome do compositor e do cantor e quase nunca o do poeta.

Por vezes, as sessões no espaço do Núcleo de Arte Riachense juntam apenas família e amigos, outras vezes curiosos. Tem havido sempre pessoas interessadas em declamar poesia e as tertúlias são abertas a todos os que desejem participar, mesmo que não sejam de Riachos.

As sessões não se ficam pela simples leituras de poemas. Os textos são também debatidos entre o público. “Por vezes há discussão até em demasia”, comenta rindo Lúcia Perdigão. O próximo encontro deste grupo de poetas é no dia 5 de Fevereiro, sábado, pelas 21h00. O autor convidado será Diamantino Almeida, poeta de Riachos.
Cláudia Gameiro O MIRANTE.

RAN - Rede de Arte Nacional , Expõem no Torres Forum


A 1ª colectiva da RAN, está patente ao público
no Torres Forum - Torres Novas
de 19 de Janeiro e até 21 de Fevereiro .
Visite a exposição !