09 outubro 2011

CAMINHADA DA ZONA ALTA


Decorreu em alegre convívio a caminhada da ZONA ALTA ,
Esta caminhada, com uma dificuldade de percurso de nível médio teve no final um convívio gastronómico .



08 outubro 2011

Na próxima QUARTA-FEIRA

Cinema às quartas no Virgínia
12 OUTUBRO 21:30

Sinfonia Imaterial
Realização: Tiago Pereira


Ano: 2011
País: Portugal
Género: Documentário
Duração: 56 min.
Classificação: M/6

Sinopse
“Sinfonia Imaterial” é um documentário, sem voz off, sem entrevistas, tentando o mais possível demarcar-se do documentário convencional. Nesta sinfonia, temos apenas os artistas e os seus instrumentos; o ambiente que os rodeia e claro, o olho do realizador.
Tiago Pereira percorreu o país de uma ponta à outra, de Braga a Porto Santo, a convite da Fundação INATEL e, pelo caminho foi recolhendo fragmentos de um património imaterial riquíssimo que nos últimos anos tem filmado e resgatado do esquecimento.

04 outubro 2011

Conferênci​a de Imprensa conjunta da Comissão de Utentes da A23 e IC3 – Médio Tejo e do Movimento Pro IP6




"A anunciada introdução de portagens na A23 e no IC3 por parte do Governo é profundamente negativa e injusta para a região do Médio Tejo, afectando as actividades económicas e sociais com um impacto devastador na sobrevivência das empresas, isolando as populações e cortando as acessibilidades necessárias, nos corredores vitais para um funcionamento em complementaridade do aglomerado de cidades. O pagamento de portagens na A23 e IC3 coloca em causa as escassas estratégias de desenvolvimento regional.
Hoje não existem alternativas às vias a portajar, pois as antigas vias, em muitos casos, foram remodeladas como arruamentos, semaforizadas, outras ainda estão inutilizáveis sem manutenção há anos, ou pior, alguns troços da antiga EN desapareceram pura e simplesmente debaixo do traçado da A23 aquando da sua construção.
Diz a constituição no seu Artigo 81.º, alinha d) que compete ao Estado “promover a coesão económica e social de todo o território nacional, orientando o desenvolvimento no sentido de um crescimento equilibrado de todos os sectores e regiões e eliminando progressivamente as diferenças económicas e sociais entre a cidade e o campo e entre o litoral e o interior;” para isso urge retomar os pressupostos da criação das SCUTS como forma de diminuir as assimetrias regionais e nacionais.

A Comissão de Utentes da A23 e do IC3 - Médio Tejo
O Movimento Pro IP6
Convocam os senhores jornalistas para uma conferência de imprensa, a realizar na Quinta-feira dia 06 pelas 19 horas no restaurante Routepark Grill House - junto á A23 - no nó da saída de Roda/Tancos (entre a saída da Barquinha e de Constância).
GPS:
Latitude: 39°29'5.45"N
Longitude: 8°23'21.58"W"

As colectividades de Riachos "vão dar o litro"

O associativismo torrejano de parabéns

Torrejanos actuam no Festival 1001 Músicos, no CCB

Maria Inês Pereira e David Mourão, alunos do conservatório do Choral Phydellius, participam sábado, dia 8, no Festival 1001 Músicos, no Centro Cultural de Belém, iniciativa promovida pelo ministério da Educação e Ciência e destinado aos alunos das escolas de música de todo o país. Inês Pereira frequenta o 11.º ano de escolaridade e o 7.º grau do conservatório e David Mourão frequnta o 10.º ano e 6.º grau e vão representar a instituição torrejana e por inerência a escola secundária Maria Lamas.

Os alunos, refira-se, frequentam o conservatório em regime de ensino articulado de música. Os músicos em causa iniciaram o percurso musical na na SV Filarmónica Riachense e na Banda Operária Torrejana. Este encontro de escolas e de orquestras, de crianças e adultos, foi lançado pelo ministério da Educação em 2007 com o objectivo de valorizar o ensino artístico em Portugal.


Por: Jornal Torrejano, em: 04-10-2011 18:20:05

02 outubro 2011

Iniciativa do Racho Folclórico da Zibreira



Zibreira relembra ruralidade com Escamisada

Numa noite organizada pelo Rancho Folclórico e Etnográfico da Casa do Povo de Zibreira, os zibreirenses puderam reviver a ruralidade de antigamente com a recriação de uma escamisada. Embora muitas vezes referida como uma “descamisada”, o termo mais correcto é escamisada, por se retirar a espiga do milho e não a “camisa”. Os membros do rancho, trajados a rigor, escamisaram as espigas de milho, cantando músicas populares. O processo de separar as folhas, ou palha, da espiga foi alternado com a actuação do rancho.

A organização teve o cuidado de controlar o ambiente em volta o máximo possível. Não só o trânsito foi cortado, como o evento decorreu num dos locais mais típicos da localidade, no Largo de S. Sebastião. Também os produtos à venda no bar improvisado, com os lucros a reverter a favor do rancho, eram todos tradicionais e regionais. Quem presenciou a escamisada podia fazê-lo ao sabor de filhoses, velhoses, arroz doce, geleia, marmelada, doce de abóbora e azeitonas, entre outros. Com uma forte ligação ao figo e aos produtos derivados, também estiveram à venda doce e licor caseiro de figo, assim como estiveram à venda outros frutos secos. A acompanhar podia-se beber café d’avó, chá de ervas da região, sangria e vinho.

João Rodrigues (O Almonda)

Actividade do Rancho Folclórico de Torres Novas



Rancho Folclórico de Torres Novas homenageia Rogério Neto

O Rancho Folclórico de Torres Novas vai realizar no dia 8 de Outubro uma homenagem póstuma ao seu antigo componente Rogério António Branco Neto, já falecido.

Durante três décadas deu-se ao Rancho, diz quem com ele conviveu, com dedicação e muito trabalho, em nome da etnografia e do folclore.

Ingressou no Rancho em 1972, para se aproximar daquela que viria a ser a sua esposa, Maria João Rosado. No entanto, depressa se apaixonou pelo folclore, tendo passado por todos os cargos dos órgãos sociais do Rancho, bem como responsável técnico, para além de representar o Rancho Folclórico como bailador, em mais de 500 actuações. Estreou-se a dançar o fandango em 1973 usando o traje de “Boieiro”.

“Foi um homem rigoroso e exigente” afirma o antigo componente Carlos Ribeiro, “ um grande homem, um grande profissional e apaixonado pelo nosso grupo, punha o rancho em primeiro lugar”, acrescenta.

A homenagem terá lugar no Salão Paroquial de S. Pedro e tem início marcado para as 19 horas, altura em que é servido o jantar. Pelas 21 horas actuará o Rancho Folclórico de Torres Novas e meia hora depois será feita a homenagem a Rogério Neto.
(in Almonda)

Com a participação de colectividades



Torres Novas: Feira Nacional dos Frutos Secos

Torres Novas recebe, entre 4 e 9 de Outubro, mais uma edição da Feira Nacional dos Frutos Secos. O certame é inaugurado na 3ª Feira, dia 4, pelas 15.00 horas, no Almonda Parque, equipamento urbano que devolve a feira à cidade a ao espaço onde foi criada há 26 anos.
Esta é a 26ª edição Nacional, 20ª Internacional e 9ª Feira do Figo Preto de Torres Novas.
A edição deste ano é constituída por três áreas distintas: o espaço de exposição, a zona de restauração e a zona de diversões, com espaços dedicados aos frutos secos, ao artesanato e a entidades oficiais e instituições sem fins-lucrativos, entre outros.

Horário:
3ª Feira, 4 de Out. - Das 15h00 à 1h00
Dias 5, 6 e 9 Out. - Das 12h00 às 24h00
Dias 7 e 8 Out. - Das 12h00 à 1h00
Ingressos: Têm um custo de 1� a partir dos doze anos. Nos dias 6 e 7 de Outubro de 2011 as entradas entre as 12h e as 16h são gratuitas.

Programação da animação
4 de Outubro (3.ª feira) - 19h00 - Sociedade Filarmónica União Pedroguense
- 21h30 - Maria Tereza Azóia
5 de Outubro (4.ª feira) - 18h30 - Rancho Folclórico "Os Camponeses" de Riachos
- 21h00 - Banda Vintage
6 de Outubro (5.ª feira) - 18h30 - Xarepa Band
- 21h00 - Xarepa Band
7 de Outubro (6.ª feira) - 18h30 - Rancho Folclórico "Os Ceifeiros" de Liteiros
- 21h30 - Banda da Sociedade Musical Mindense
8 de Outubro (sábado) - 21h00 - Velha Gaiteira
9 de Outubro (domingo) - 16h00 - Banda Ligeira da Sociedade Filarmónica Lealdade União Ribeirense - 19h00 - Gente Nossa

01 outubro 2011

FREGUESIA de S. PEDRO - Lança livro da Freguesia


Talvez seja o último testemunho de uma Freguesia que o poder local democrático permitiu e a nova ordem económica e administrativa imposta a Portugal vai alterar .
A Freguesia de S. Pedro, como muitas outras vai acabar .Obedecendo a regras que o dinheiro manda. Esta paróquia medieval tem os dias contados . Aguardemos novidades!...

José da Costa Velho


22º. ANIVERSÁRIO DO MUSEU AGRÍCoLA de RIACHOS






As comemorações dos 22 anos deram lugar a um encontro de amigos do museu e riachenses que capricharam no momento de festa . Houve Poesia cantada ( de poetas locais ), uma Desfolhada , inauguração duma Exposição de Fotografia e apresentação de Forcados Infantis em alegre convívio .

Inauguração da Sede da RAN - Federação Nacional de Arte


LADEIRA DO PINHEIRO - MEIA VIA






Decorreu no sábado em alegre convívio a inauguração da galeria e serviços administrativos da RAN- Federação d arte Nacional .
A galeria está na Ladeira do Pinheiro, Meia-Via - Torres Novas .

Uma homenagem às bandas filarmónicas, ranchos, coros, escolas, colectividades...

1 de Outubro
DIA MUNDIAL DA MÚSICA

30 setembro 2011

No domingo, dia 2 de Outubro

OUTEIRO PEQUENO
P I C A R I A
2.OUT - domingo - 16 horas
no Campo de Futebol

CAMINHADA naZONA ALTA . 9/10 /2011


Venha caminhar e almoce connosco !

27 setembro 2011

No próximo sábado

No domingo, nos Casais de Igreja


Prova das Sopas


No próximo domingo, 2 de Outubro, a Associação Recreativa e Cultural de Casais da Igreja (ARCCI), no concelho de Torres Novas, receberá mais uma “Prova das Sopas”. Deste modo, quem por ali passar poderá saboriar diversas sopas, como a tipica Sopa da Pedra, Sopa de Peixe, um belo Caldo Verde e ainda muitas outras deliciosas sopas, sendo algumas delas surpresa.

Por isto e por muito mais, junte-se à ARCCI e venha degostar as nossas sopas e passar mais um belo momento connosco.

Cineclube de Torres Novas, apresenta no Virginia...

25 setembro 2011

MAP: confiança no futuro!

Comemorações do 22º.Aniversário da...

... Associação do Património da Região de Riachos

1 de Outubro, às 15,30


No Virginia, dia 22 de Outubro

“Camponeses” fundem folclore com dança contemporânea

Festival Materiais Diversos: coreógrafa Filipa Francisco estreia “A Viagem” no Teatro Virgínia


E se tiver a oportunidade de apreciar um bailarino profissional a dançar o fandango, ou um fandanguista a vestir a pele de um dançarino contemporâneo? É isso que vai acontecer em “A viagem”, da coreógrafa Filipa Francisco, apresentada no Teatro Virgínia, no dia 22 de Outubro. O espectáculo estreia em Torres Novas, inserido no Festival Materiais Diversos, com a participação do Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Riachos e de dois bailarinos profissionais, Antónia Bureti e o torrejano David Santos.


“Como coreógrafa, tenho a minha percepção das danças tradicionais. Aprendo essas danças, percebo como podem ser reutilizadas e, por outro lado, os membros do rancho irão adquirir algumas técnicas da dança contemporânea. Portanto, há uma passagem, uma viagem que ensina e une os dois lados”. Quem o diz é a coreógrafa Filipa Francisco, que já concebeu também o “Projecto Resistir”, um projecto de dança e teatro levado a cabo na prisão de Castelo Branco, um espectáculo de dança contemporânea aliada a danças africanas e hip-hop, na Cova da Moura, entre outros projectos apresentados no estrangeiro, todos muito elogiados pela crítica.
Agora, surge “A viagem”, onde a ideia base consiste em unir o tradicional e o contemporâneo no mesmo palco, proporcionando uma fruição diferente do público. Esse é o objectivo final da apresentação, onde as duas coisas estarão equilibradas no prato da balança. Pretende-se que a assistência não distinga quem é amador e quem é profissional. A coreógrafa deseja que seja criada uma atmosfera, uma técnica e uma precisão no espectáculo em que não exista essa distinção e ao mesmo tempo que surja a pergunta: como é que estes dois universos se podem encontrar de uma maneira respeitosa, mas criativa? Será dança tradicional ou contemporânea? É esta a interrogação que Filipa Francisco espera que surja durante o espectáculo.
Será uma nova experiência para “Os Camponeses” mas já não é a primeira vez que o grupo funde o folclore com outras artes: “É um espectáculo que vai enriquecer os elementos porque irão entrar num campo completamente diferente do que estão habituados. Há muitos grupos que não querem entrar por este caminho, mas nós estamos abertos à inovação desde há muitos anos”, revela Joaquim Santana, director do rancho, acrescentando que apenas pediu a Filipa Francisco que os trajes e danças não fossem adulterados, de modo a não haver mudanças radicais: “Pelo que tenho observado nos ensaios é que irá haver uma ligação muito forte às nossas danças. O sapateado do fandango vai sobressair em certas partes, mas integrado com danças contemporâneas. Parece-me que está a correr bem”, diz Joaquim Santana.

Amor mútuo pela dança
A ideia do espectáculo surgiu na cabeça de Filipa Francisco, mas não iniciou os ensaios com ideias pré-concebidas ou seguindo um guião. Primeiro, quis conhecer “Os Camponeses”: “A arte é uma forma democrática de trabalhar, descobrir e experienciar coisas novas. O que passamos nos ensaios é o que queremos transmitir ao público. O coreógrafo não veio com a peça montada, mas veio com olhos atentos para perceber quem são estas pessoas e as memórias que têm. Nesse sentido, “Os Camponeses” são um grupo com memórias muito fortes, muito ligadas a Riachos e isso irá sobressair na peça, porque a peça são as pessoas. Por outro lado, existe um amor mútuo pela dança, que nos une, e aqui se fazem memórias das próprias pessoas”, revela a coreógrafa. E explica a escolha dos Camponeses: “É um rancho muito profissional, com muita exactidão naquilo que faz e tem uma técnica muito forte, também essencial na dança contemporânea. Por outro lado, tem uma forte ligação ao Teatro Virgínia”.


Depois de “Raízes rurais, paixões urbanas”, “Riachos intemporal” e de vários espectáculos com fadistas, “Os Camponeses” voltam a rasgar horizontes fundindo o folclore com outras artes. Inovações nem sempre bem acolhidas no meio mais purista da cultura popular: “Alguns grupos têm muita responsabilidade, porque criaram o mito de que o folclore tem que ser só danças, trajes e músicas tradicionais. Enquanto cá estiver, se formos convidados e se tivermos possibilidades, iremos aceitar novas experiências”, assegura o líder do grupo.
Por outro lado, Filipa Francisco também não se importa de trilhar novos caminhos de modo a proporcionar novas vivências culturais: “Na dança contemporânea, tudo tem de ser experimentado. A minha ideia conceptual é que os bailarinos aprendam danças tradicionais e uma delas será o fandango, uma dança que tem um potencial enorme em termos coreográficos, rítmicos, espaciais, temporais, etc. Com estas danças eles encontram novos movimentos corporais, mas tudo ainda está a ser experimentado”, explica, para continuar: “Será que os bailarinos contemporâneos dançam aquilo que aprenderam ou será que desconstroem? Será essa viagem que queremos fazer e a energia que queremos transmitir ao público”.
Para despertar consciências, Filipa Francisco espera que outros grupos assistam ao espectáculo, defendendo que as diferentes danças, técnicas e linguagens poderão ser bons temas de discussão. “O fandango vai ser apresentado duma forma como nunca foi dançado, com os componentes dispersos em palco, com ritmos e velocidades diferentes. Irá existir crítica e discussão, mas não temo, mesmo no meio folclórico”, acrescenta Joaquim Santana.
Segundo a coreógrafa, o espectáculo será um pouco abstracto, pouco ilustrativo, porque não pretende contar uma história. Defende que será o ambiente e atmosfera criados em palco que dirão alguma coisa ao público. “Estamos a falar de emoções e se as pessoas se sentirem tocadas e se levarem isso para casa, fico satisfeita”, confessa a coreógrafa.
O espectáculo vai ser estreado no Teatro Virgínia e poderá ser apresentado em Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura. “Vamos esperar pela estreia. Tudo é novo para nós. A junção destas pessoas e técnicas é nova… mas não quer dizer que viagem acabe em Torres Novas!”, conclui Filipa Francisco.

Festival Materiais Diversos entre 21 a 30 de Outubro


A 3.ª edição do Festival Materiais Diversos traz no seu alforge espectáculos de dança, teatro e música, apresentados em Alcanena, Minde e Torres Novas, sob a responsabilidade do também director artístico do Cine-Teatro São Pedro, Tiago Guedes. A associação cultural Materiais Diversos considera a cultura e a criatividade como veículos para o desenvolvimento. A sua missão é incentivar a investigação e a experimentação artísticas de modo a desenvolver a arte contemporânea. O programa multidisciplinar inclui exibições, conversas, oficinas, reuniões, recolhas e diversas actividades que incentivam o diálogo e a reflexão sobre a arte contemporânea. O festival Materiais Diversos já está no mapa internacional dos eventos de artes performativas.


Nuno Matos (in Riachense)