18 agosto 2011
14 agosto 2011
Assentis - Assembleia Geral 28 de Agosto
Assentis - Eleições a 28 de Agosto
O C.R.C. de Santo António, em Assentis, vai reunir a sua Assembleia-Geral no próximo dia 28 de Agosto, um Domingo, às 17.00 horas, na sede da colectividade.
A.G. eleitoral, com a apresentação de contas e eleição dos Órgãos Sociais da colectividade para 2011/2012.
Pelo que a TNFM apurou, Marco bacalhau, filho do actual Presidente João Bacalhau, deverá ser o único candidato ao cargo.
13 agosto 2011
Opinião
«Morreu» o antigo «carola» – Viva o novo dirigente associativo
O desporto popular, pela sua própria natureza associativa, só pode ser possível através da intervenção do dirigente desportivo voluntário (DDV). Mas, num momento em que, de todos os lados, se afirma a existência de uma grave crise do dirigismo associativo, como entender esta questão?
Muitos afirmam que o dirigente associativo desportivo voluntário que deu origem aos principais clubes desportivos no nosso País durante a primeira metade do século XX e o dos anos sessenta e setenta (especialmente entre 1974 e 1980) já não existe. As transformações sociais e as próprias mudanças verificadas no desporto impõem que se redefina a noção de DDV, clarificando aquilo que se entende por esta designação na actualidade.
O dirigente que escolhe a actividade desinteressada como atitude para participar na vida associativa compromete-se com uma forma de participação não remunerada, correspondendo ao prazer que retira ao assumir voluntariamente um papel correspondente à sua visão do mundo e à concepção que possui das relações entre os seres humanos. Estamos, de facto, perante um compromisso e uma escolha assentes no desejo de fornecer uma contribuição para a colectividade, recebendo em troca os efeitos positivos da vida associativa.
Esta opção fundamenta-se nos princípios da cooperação, da solidariedade, da entreajuda e do trabalho partilhado, e a opção pelo desporto popular.
Nesta perspectiva, o DDV coloca-se activamente fora do processo de mercantilização do desporto que faz depender as relações humanas do critério da obtenção do lucro máximo oferecendo um produto em troca de um pagamento. Especialmente de um pagamento que ultrapasse o valor real do serviço prestado, significando, por isso, uma mais-valia acrescentada em termos económicos.
Entendida nesta dimensão, a originalidade do DDV poderá não só subsistir na nossa sociedade como justificar-se ainda mais fortemente sem encobrir as questões de fundo colocadas pelo poder neoliberal que, naturalmente, olha esta situação com a maior das desconfianças.
Esta constatação é importante porque ela é rica de consequências. Mesmo para o DDV existe uma diferenciação significativa entre o dirigente que actua de acordo com uma perspectiva meramente individual, não pondo em causa o sistema social no interior do qual realiza a sua acção, e aquele que se integra num processo globalizante de luta pela transformação da sociedade. O DDV militante não pode aceitar o desporto como algo desligado do resto da sociedade, e a indiferença do poder em relação ao próprio desporto, considerando-o como um sistema que estabelece íntimas relações com realidades várias, em que avulta, pela sua importância, a que se refere às actividades sócio-económicas.
É nesta perspectiva que um DDV militante não pode deixar de possuir uma doutrina, e é também por isso que o desporto popular não pode prescindir de uma doutrina sólida, fortemente ancorada na realidade. O que, como é evidente, torna a escolha do dirigente e a aceitação do próprio desporto popular como mais problemática.
Não deixa, por isso, de assumir uma posição filantrópica e desinteressada. Mas não da mesma maneira daquela que caracteriza o dirigente desportivo centrado, exclusivamente, na actividade. De facto, essa atitude visa fazer desaparecer o conformismo, a indiferença, o abstencionismo que, cada vez mais, invadem a sociedade. Por isso está «condenado» a ser um reivindicador permanente e a procurar a inovação [posição que, diga-se de passagem, nem sempre é compreendida em toda a sua dimensão pelo próprio movimento associativo].
Pode dizer-se que o DDV militante guia a sua acção fundamentalmente por uma lógica de inter-relacional, e parte de uma visão totalizante da realidade social, enquanto que o outro dirigente guia a sua acção por meio de uma lógica dos «atributos», em que os factos assumem um carácter estático sem estabelecerem relações uns com os outros.
No entanto, tal como para este último, o DDV militante deve ser apreciado não pelas representações que diz defender, mas essencialmente pelas atitudes e os comportamentos reais, estruturados «em situação». A reprodução acrítica das representações leva rapidamente a que o esquema do indivíduo perca a que o seu esquema orientador perca coerência e se transforme numa ortodoxia cristalizada.
Na realidade, a diferença entre o dirigente militante e o outro é mais ténue e difícil de aperceber do que esta visão esquemática. Não só ambos actuam no mesmo terreno, e ainda que as motivações sejam diferentes, muitas vezes a acção encarrega-se de retirar àquela dupla posição o seu carácter individualizador.
No presente, em plena crise, ou seja, rodeado de «crises», a crise do DDV militante assume um significado bem determinado. Mas, por outro lado, tudo se mantém em aberto para que o dirigismo benévolo se exprima através de um conjunto de forças actuando no campo do possível.
por A. Mello Carvalho
O desporto popular, pela sua própria natureza associativa, só pode ser possível através da intervenção do dirigente desportivo voluntário (DDV). Mas, num momento em que, de todos os lados, se afirma a existência de uma grave crise do dirigismo associativo, como entender esta questão?
Muitos afirmam que o dirigente associativo desportivo voluntário que deu origem aos principais clubes desportivos no nosso País durante a primeira metade do século XX e o dos anos sessenta e setenta (especialmente entre 1974 e 1980) já não existe. As transformações sociais e as próprias mudanças verificadas no desporto impõem que se redefina a noção de DDV, clarificando aquilo que se entende por esta designação na actualidade.
O dirigente que escolhe a actividade desinteressada como atitude para participar na vida associativa compromete-se com uma forma de participação não remunerada, correspondendo ao prazer que retira ao assumir voluntariamente um papel correspondente à sua visão do mundo e à concepção que possui das relações entre os seres humanos. Estamos, de facto, perante um compromisso e uma escolha assentes no desejo de fornecer uma contribuição para a colectividade, recebendo em troca os efeitos positivos da vida associativa.
Esta opção fundamenta-se nos princípios da cooperação, da solidariedade, da entreajuda e do trabalho partilhado, e a opção pelo desporto popular.
Nesta perspectiva, o DDV coloca-se activamente fora do processo de mercantilização do desporto que faz depender as relações humanas do critério da obtenção do lucro máximo oferecendo um produto em troca de um pagamento. Especialmente de um pagamento que ultrapasse o valor real do serviço prestado, significando, por isso, uma mais-valia acrescentada em termos económicos.
Entendida nesta dimensão, a originalidade do DDV poderá não só subsistir na nossa sociedade como justificar-se ainda mais fortemente sem encobrir as questões de fundo colocadas pelo poder neoliberal que, naturalmente, olha esta situação com a maior das desconfianças.
Esta constatação é importante porque ela é rica de consequências. Mesmo para o DDV existe uma diferenciação significativa entre o dirigente que actua de acordo com uma perspectiva meramente individual, não pondo em causa o sistema social no interior do qual realiza a sua acção, e aquele que se integra num processo globalizante de luta pela transformação da sociedade. O DDV militante não pode aceitar o desporto como algo desligado do resto da sociedade, e a indiferença do poder em relação ao próprio desporto, considerando-o como um sistema que estabelece íntimas relações com realidades várias, em que avulta, pela sua importância, a que se refere às actividades sócio-económicas.
É nesta perspectiva que um DDV militante não pode deixar de possuir uma doutrina, e é também por isso que o desporto popular não pode prescindir de uma doutrina sólida, fortemente ancorada na realidade. O que, como é evidente, torna a escolha do dirigente e a aceitação do próprio desporto popular como mais problemática.
Não deixa, por isso, de assumir uma posição filantrópica e desinteressada. Mas não da mesma maneira daquela que caracteriza o dirigente desportivo centrado, exclusivamente, na actividade. De facto, essa atitude visa fazer desaparecer o conformismo, a indiferença, o abstencionismo que, cada vez mais, invadem a sociedade. Por isso está «condenado» a ser um reivindicador permanente e a procurar a inovação [posição que, diga-se de passagem, nem sempre é compreendida em toda a sua dimensão pelo próprio movimento associativo].
Pode dizer-se que o DDV militante guia a sua acção fundamentalmente por uma lógica de inter-relacional, e parte de uma visão totalizante da realidade social, enquanto que o outro dirigente guia a sua acção por meio de uma lógica dos «atributos», em que os factos assumem um carácter estático sem estabelecerem relações uns com os outros.
No entanto, tal como para este último, o DDV militante deve ser apreciado não pelas representações que diz defender, mas essencialmente pelas atitudes e os comportamentos reais, estruturados «em situação». A reprodução acrítica das representações leva rapidamente a que o esquema do indivíduo perca a que o seu esquema orientador perca coerência e se transforme numa ortodoxia cristalizada.
Na realidade, a diferença entre o dirigente militante e o outro é mais ténue e difícil de aperceber do que esta visão esquemática. Não só ambos actuam no mesmo terreno, e ainda que as motivações sejam diferentes, muitas vezes a acção encarrega-se de retirar àquela dupla posição o seu carácter individualizador.
No presente, em plena crise, ou seja, rodeado de «crises», a crise do DDV militante assume um significado bem determinado. Mas, por outro lado, tudo se mantém em aberto para que o dirigismo benévolo se exprima através de um conjunto de forças actuando no campo do possível.
12 agosto 2011
UTIARPE com novas disciplinas para o ano lectivo 2011/2012
A Universidade da Terceira Idade da Associação de Reformados e Pensionistas de Torres Novas (UTIARPE) tem mais uma disciplina para o próximo ano lectivo, perfazendo um total de quinze disciplinas disponíveis para os seus associados frequentarem. Apesar de terem saído três disciplinas do plano curricular (Espanhol, Artes Decorativas e Ginástica de Manutenção) entraram mais quatro (Alemão, Arraiolos, Jornalismo e Pintura em Cerâmica).
A oferta curricular aumenta desta forma com as contribuições de Maria Alberto (Alemão), Filomena Inocência (Arraiolos), Luís Lopes e João Rodrigues (Jornalismo) e Maria Maximiano (Pintura em Cerâmica). Registe-se ainda que a disciplina de Filosofia será leccionada no novo ano lectivo por Maria Maximiano, quando anteriormente era leccionada por José Costa.
João Rodrigues (Almonda)
10 agosto 2011
06 agosto 2011
FUNGALVAZ: melhoria nas instalações associativas, e festas no próximo fim de semana
Fungalvaz inaugurou novos balneários da colectividade
Passados 21 anos da construção do ringue, a Casa Recreativa e Cultural de Fungalvaz, situada na aldeia mais a Norte do concelho de Torres Novas, inaugurou finalmente os balneários de apoio aquele equipamento desportivo. presidente da junta de freguesia de Assentis, José Conde, acompanhado por elementos da direcção, descerrou a placa comemorativa no domingo, 24 de Julho, mediante a presença de muitos populares que se associaram à cerimónia.
A obra, iniciada há cerca de três anos, teve o apoio da Junta, que cedeu os materiais. Tem o valor de 40 mil euros e é composta por cinco balneários (quatro para equipas e um para o árbitro) e uma casa de banho. Os trabalhos foram executados pelos membros da direcção e alguns sócios, muitas vezes ao domingo de manhã, depois de uma noitada na discoteca ou numa festa. Apenas os acabamentos foram executados por profissionais.
Com os novos balneários, pretende-se agora dinamizar mais a colectividade, realizando torneios de futsal, ainda que apenas durante o dia, já que a instalação eléctrica não aguenta os ultrapassados holofotes de 1500 wats, sendo necessário a sua substituição por equipamentos de menor consumo.
No dia da inauguração, os balneários foram usados pela primeira vez para a realização de um jogo entre solteiros e casados, que os mais velhos ganharam por 7-4.
No presente mandato, que ter¬mina em Novembro, a direcção da colectividade renovou também as casas de banho e a sala de jogos, estando ainda à espera de uma promessa da câmara municipal para substituir o telhado de todo o edifício, em chapas de fibrocimento.
Festa a Ferro e Fogo
A tradicional festa de Verão de Fungalvaz está marcada para 12, 13, 14 e 15 de Agosto. Ponto de encontro anual para muitos filhos da terra, os festejos arrancam na sexta-feira com a música de Élsio Nunes e dos The Peorth. No sábado, Paulo Marçal abre o bailarico e depois a banda Ferro e Fogo volta ao palco onde se estreou na região no início dos anos 80 para mais uma noite de guitarradas estridentes.
No domingo realiza-se a habitual missa seguida de procissão pelas ruas da aldeia e à noite sobem ao palco Rui Feliciano e a banda Trotil. Na segunda-feira, Paulo Marçal regressa para encerrar a festa. N.M.(O Riachense)
05 agosto 2011
04 agosto 2011
29 julho 2011
27 julho 2011
24 julho 2011
No CLUBE ATLÉTICO RIACHENSE
Nova Comissão Administrativa do Atlético garante a gestão corrente até Março
O problema da sucessão directiva do Atlético ficou solucionado até final de Março do próximo ano, com a constituição de uma nova Comissão Administrativa (CA) formada na sessão da Assembleia-geral realizada a 7 de Julho passado.
A referida comissão integra vários elementos da comissão anterior que cessou funções a 30 de Junho, acrescidos de novos nomes para garantir o funcionamento do clube.
João Carlos Maurício, que transita da comissão anterior, assumirá o papel de presidente da nova comissão, e contará com a colaboração de José Júlio Ferreira, principal rosto da comissão cessante, e José Luis Jacinto, que transita de presidente da Assembleia-Geral para a actual Comissão Administrativa, como figuras centrais da gestão do clube.
No total são cerca de dezena e meia de sócios que compõem a CA, com as tarefas divididas entre eles. Luís Carlos Dias, João Paulo Madeira e Valter Inácio, são os responsáveis pelo futebol sénior, como, de resto, já estava decidido anteriormente. Francisco Ventura será o coordenador de todo o futebol jovem, onde terá o apoio de Paulo Conde e Ricardo Faria, entre outros.
Carlos Amado Lopes mantém-se como responsável maior do futsal masculino e a secção de atletismo manterá como principais rostos, José Mota (Zé Francês) e António Paulo Farinha. António Francisco Farinha, na tesouraria, António Júlio Pacheco, Manuel Pacheco, Mário Batista e Diamantino Maurício integram também a Comissão Administrativa, embora estes últimos não tenham, por enquanto, tarefas específicas.
A mesa da Assembleia-geral será presidida por Jorge Pereira, antigo presidente do Atlético, que terá a acompanhá-lo António Augusto Coelho e José Luís Tomé que transitam do mandato anterior.
(in Riachense)
O problema da sucessão directiva do Atlético ficou solucionado até final de Março do próximo ano, com a constituição de uma nova Comissão Administrativa (CA) formada na sessão da Assembleia-geral realizada a 7 de Julho passado.
A referida comissão integra vários elementos da comissão anterior que cessou funções a 30 de Junho, acrescidos de novos nomes para garantir o funcionamento do clube.
João Carlos Maurício, que transita da comissão anterior, assumirá o papel de presidente da nova comissão, e contará com a colaboração de José Júlio Ferreira, principal rosto da comissão cessante, e José Luis Jacinto, que transita de presidente da Assembleia-Geral para a actual Comissão Administrativa, como figuras centrais da gestão do clube.
No total são cerca de dezena e meia de sócios que compõem a CA, com as tarefas divididas entre eles. Luís Carlos Dias, João Paulo Madeira e Valter Inácio, são os responsáveis pelo futebol sénior, como, de resto, já estava decidido anteriormente. Francisco Ventura será o coordenador de todo o futebol jovem, onde terá o apoio de Paulo Conde e Ricardo Faria, entre outros.
Carlos Amado Lopes mantém-se como responsável maior do futsal masculino e a secção de atletismo manterá como principais rostos, José Mota (Zé Francês) e António Paulo Farinha. António Francisco Farinha, na tesouraria, António Júlio Pacheco, Manuel Pacheco, Mário Batista e Diamantino Maurício integram também a Comissão Administrativa, embora estes últimos não tenham, por enquanto, tarefas específicas.
A mesa da Assembleia-geral será presidida por Jorge Pereira, antigo presidente do Atlético, que terá a acompanhá-lo António Augusto Coelho e José Luís Tomé que transitam do mandato anterior.
(in Riachense)
23 julho 2011
in O RIACHENSE: Colectividades sem subsídios e sem apoio logístico
Colectividades sem subsídios e sem apoio logístico
Já se desconfiava e agora é mesmo oficial. A câmara cortou o apoio às associações como forma de reduzir a despesa. O assunto veio à baila na reunião camarária de 12 de Julho quando o vereador Carlos Tomé (CDU) lembrou que as colectividades têm um papel importante na comunidade, mas enfrentam grandes dificuldades financeiras.
Nesse sentido, questionou quando é que a câmara vai pagar os subsídios em atraso. O presidente António Rodrigues (PS) respondeu que a autarquia suspendeu o apoio ao associativismo, onde se incluem os subsídios e a logística. No entanto, o autarca garantiu que as verbas atribuídas até 2009 irão ser pagas. Prevê-se, portanto, um futuro negro no associativismo concelhio, pois já não foram atribuídos subsídios em 2010.
Esta é uma das medidas do município para reduzir despesas, onde se inclui a suspensão de contratação de dois chefes de divisão, suspensão da remodelação do Departamento de Administração do Urbanismo ou a renegociação dos transportes escolares.
A propósito das dificuldades das colectividades, João Sarmento (PSD) lembrou que o menor sucesso das Festas do Almonda também se deve ao reduzido número de participação de associações locais. “Devemos repensar as festas da cidade porque o actual modelo está esgotado. A Câmara devia convidar todas as colectividades para participarem de modo a envolver toda a população. Por outro lado, em tempos de crise, o fogo de artifício não faz sentido”, salientou o vereador do PSD. Rodrigues manifestou opinião contrária: “Já experimentamos esse modelo e na hora da verdade ninguém quis vir”. O edil reconheceu ainda que este ano as festas estiveram longe de atrair grandes multidões como em edições anteriores: “As pessoas pensaram que não havia festa devido à crise, as noites estiveram frias e a festa dos Tabuleiros desviou muita gente”. Quanto ao fogo de artifício, teve uma reacção algo curiosa: “É a alegria de muita gente e não podemos acabar com tudo”.
“É difícil fazer melhor porque não é uma festa da comunidade, mas da Câmara”, acrescentou Carlos Tomé.
...........................
... E LOGO NO
Já se desconfiava e agora é mesmo oficial. A câmara cortou o apoio às associações como forma de reduzir a despesa. O assunto veio à baila na reunião camarária de 12 de Julho quando o vereador Carlos Tomé (CDU) lembrou que as colectividades têm um papel importante na comunidade, mas enfrentam grandes dificuldades financeiras.
Nesse sentido, questionou quando é que a câmara vai pagar os subsídios em atraso. O presidente António Rodrigues (PS) respondeu que a autarquia suspendeu o apoio ao associativismo, onde se incluem os subsídios e a logística. No entanto, o autarca garantiu que as verbas atribuídas até 2009 irão ser pagas. Prevê-se, portanto, um futuro negro no associativismo concelhio, pois já não foram atribuídos subsídios em 2010.
Esta é uma das medidas do município para reduzir despesas, onde se inclui a suspensão de contratação de dois chefes de divisão, suspensão da remodelação do Departamento de Administração do Urbanismo ou a renegociação dos transportes escolares.
A propósito das dificuldades das colectividades, João Sarmento (PSD) lembrou que o menor sucesso das Festas do Almonda também se deve ao reduzido número de participação de associações locais. “Devemos repensar as festas da cidade porque o actual modelo está esgotado. A Câmara devia convidar todas as colectividades para participarem de modo a envolver toda a população. Por outro lado, em tempos de crise, o fogo de artifício não faz sentido”, salientou o vereador do PSD. Rodrigues manifestou opinião contrária: “Já experimentamos esse modelo e na hora da verdade ninguém quis vir”. O edil reconheceu ainda que este ano as festas estiveram longe de atrair grandes multidões como em edições anteriores: “As pessoas pensaram que não havia festa devido à crise, as noites estiveram frias e a festa dos Tabuleiros desviou muita gente”. Quanto ao fogo de artifício, teve uma reacção algo curiosa: “É a alegria de muita gente e não podemos acabar com tudo”.
“É difícil fazer melhor porque não é uma festa da comunidade, mas da Câmara”, acrescentou Carlos Tomé.
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... E LOGO NO
21 julho 2011
ZONA ALTA- Triunfa lá fora ! CATARINA CARVALHO NA ESTÓNIA .
Tallinn, na Estónia, recebe de 21 a 24 de Julho o Campeonato da Europa de Juniores, competição que vai contar com a presença de 21 atletas portugueses.
No sector masculino os 13 atletas que vão representar as cores nacionais são:
André Biveti – SCP – 100m, 200m e 4X100m
Diogo Antunes – SLB – 100m, 4X100m
André Costa (GDRCC) – 110m barreiras, 4X100m
Samuel Remédios (GAF) – 110m barreiras, 4X100m
Hugo Santo (SCP) – 110m barreiras
Luís Neves (SLB) – 4X100m
Emanuel Rolim (SLB) – 800m, 1500m
Rui Pinto (SLB) – 1500m, 5000m
Diogo Lourenço (CAOV) - 3000m obstáculos
Manuel Fernandes (CSM) – 3000m obstáculos
Tsanko Arnaudov (SLB) – Peso
Ruben Miranda (SLB) - Vara
Tiago Aperta (SLB) – Dardo
No que diz respeito ao sector feminino o leque de atletas seleccionadas para competir é composto pelas atletas:
Diana Cerqueira (CAMAZ) – 100m, 200m
Eva Vital (SLB) - 100m barreiras
Marta Pen (SLB) - 800m
Susana Godinho (SLB) – 3000m
Catarina Carvalho (UDZA) – 3000m obstáculos
Débora Santos (SLB) – 3000m obstáculos
Elisabete Silva (COD) – Dardo
Sandra Monteiro (SLB) – 10000m marcha
Acompanham a selecção Carlos Miranda, como Team Leader, Rui Norte enquanto responsável técnico assim como os técnicos Carlos Fernandes, Paulo Barrigana, Pedro Pinto e Pedro Rocha e Pedro Branco e Tiago Fadista da equipa médica.
A equipa partiu para Tallinn dia 19 e regressa a 25 do presente mês de Julho.
20 julho 2011
19 julho 2011
UCATN- reuniu antes do período de férias
A UCATN, reuniu nas instalações da Taacto antes de partir para o período de Férias. Vários directores, continuam envolvidos nas actividades das suas associadas durante este período de verão nas múltiplas festividades e acções culturais que se realizam pelo concelho .
O Regresso em Setembro culminará com a preparação de novas eleições .
17 julho 2011
Boas notícias para a UDR ZONA ALTA
Catarina Carvalho seleccionada para o Europeu de Juniores
Catarina Carvalho, atleta da Zona Alta e recordista Nacional Júnior dos 3.000m Obstáculos, foi seleccionada para o Campeonato da Europa de Juniores, competição que vai decorrer em Tallinn, na Estónia, de 21 a 24 de Julho.
A delegação Portuguesa é constituída por 21 atletas, 13 do sector Masculino e 8 no sector Feminino, incluindo Catarina Carvalho, de 19 anos, atleta da UDR Zona Alta.
Recorde-se que Catarina Carvalho sagrou-se campeã Nacional Júnior nos 3.000m Obstáculos ainda no passado fim-de-semana, nos nacionais que tiveram lugar em Lisboa.
Acompanham a selecção Portuguesa, Carlos Miranda, como Team Leader, Rui Norte enquanto responsável técnico, além do restante corpo técnico. A equipa Nacional parte para Tallinn no dia 19 e regressa a 25. O SLB, com 12 atletas convocados, domina a representação nacional.
Catarina Carvalho, atleta da Zona Alta e recordista Nacional Júnior dos 3.000m Obstáculos, foi seleccionada para o Campeonato da Europa de Juniores, competição que vai decorrer em Tallinn, na Estónia, de 21 a 24 de Julho.
A delegação Portuguesa é constituída por 21 atletas, 13 do sector Masculino e 8 no sector Feminino, incluindo Catarina Carvalho, de 19 anos, atleta da UDR Zona Alta.
Recorde-se que Catarina Carvalho sagrou-se campeã Nacional Júnior nos 3.000m Obstáculos ainda no passado fim-de-semana, nos nacionais que tiveram lugar em Lisboa.
Acompanham a selecção Portuguesa, Carlos Miranda, como Team Leader, Rui Norte enquanto responsável técnico, além do restante corpo técnico. A equipa Nacional parte para Tallinn no dia 19 e regressa a 25. O SLB, com 12 atletas convocados, domina a representação nacional.
Meiaviense (de novo) a votos, no dia 22 de Julho

Operário Meiaviense / Eleições sem candidatos
Tal como se esperava não surgiram candidatos às eleições no C.D. Operário Meiaviense, que decorreram na passada 6ª Feira, dia 8 de Julho.
O actual Presidente, Ricardo Ruivo, já tinha afirmado que não apresentaria a sua recandidatura e assim o concretizou, embora admita vir a integrar uma futura direcção.
Nesta A.G. foram aprovadas as contas relativas ao último ano e ficou desde já marcada uma nova sessão para o próximo dia 22 de Julho, pelas 21.00 horas, na sede da colectividade, com a eleição dos novos Órgãos Sociais do Meiaviense para o Biénio 2011/2013.
15 julho 2011
05 julho 2011
03 julho 2011
Mostra Documental de Trincão Marques na Biblioteca Municipal

“Preservar o património só tem cabimento social se este for partilhado”
Carlos Trincão Marques proporcionou a O Almonda uma visita orientada à sua Mostra Documental, em exposição no Arquivo Municipal, no edifício da Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes, até 29 de Julho. O município de Torres Novas permite aos proprietários de peças documentais guardá-las no Arquivo Municipal através de contratos de depósito. Desta forma garante-se a necessária logística material e humana para a devida conservação, tendo os proprietários como única contrapartida o facto de o conteúdo dos seus documentos ficar disponível ao público. No entanto, para Trincão Marques a disponibilização dos documentos ao público não é uma contrapartida, pois no seu ponto de vista “o coleccionismo individual só tem valor se for colocado à disposição das pessoas”. Num ponto de vista de preservação do património, Trincão Marques afirma que “não é uma atitude louvável” não proporcionar a possibilidade de acesso ao público a peças documentais. Desta forma, “preservar o património, mesmo por cidadãos individuais, só tem cabimento social se este for partilhado”.
(O Almonda, João Rodrigues)
02 julho 2011
01 julho 2011
26 junho 2011
Camponeses sem dinheiro para o Festival de Folclore (in O Riachense)

Depois de 33 anos consecutivos, o festival de folclore de Riachos não acontece em 2011
A realização do 33.º Festival de Folclore dos Camponeses de Riachos, habitualmente levado a cabo no início de Junho, não passou de uma simples intenção. Isto porque o rancho não tem dinheiro para organizar um evento que custa cerca de quatro mil euros. Assim, os riachenses, que habitualmente enchiam o adro da igreja, não puderam este ano assistir às danças e cantares, não só do Ribatejo, mas de várias regiões do país. “Era incomportável, uma vez que o festival não proporciona qualquer tipo de receita. Não podíamos estar a gastar dinheiro que não temos”, começa por explicar Joaquim Santana, líder do grupo.
Os Camponeses estão sem desafogo financeiro porque os patrocinadores são cada vez menos, a Câmara continua sem pagar, desde 2009, o subsídio mensal de 300 euros e o número de espectáculos com cachet tem diminuído abruptamente nos últimos anos. Em 2010, Os Camponeses fizeram 20 actuações e este ano estão marcadas apenas 12. “Nem para as festas da cidade nos convidam”, lamenta. Mesmo as permutas têm sido recusadas por falta de dinheiro para o transporte.
“O dinheiro que temos é apenas para as despesas correntes. Até o telefone da sede foi cancelado”, afirma o director do Rancho, esclarecendo que o parco saldo positivo não resistirá muito mais tempo.
Joaquim Santana diz que, em 53 anos de vida, o grupo nunca passou por momentos tão difíceis: “Dantes as deslocações ao estrangeiro até davam lucro e agora nem dinheiro temos para ir ao Algarve ou ao Minho. O autocarro da Câmara é para esquecer porque fica mais caro que um alugado numa empresa”.
O Rancho é uma das poucas colectividades de Riachos que nunca teve sócios e nesta altura, Joaquim Santana considera que nem sequer vale a pena pensar nessa hipótese para angariar receita porque as pessoas não têm dinheiro.
Por outro lado, acrescenta que os espectáculos gratuitos para as colectividades riachenses também devem ter os dias contados: “Este ano se calhar será a última vez”.
Quanto ao futuro dos Camponeses, Joaquim Santana respira fundo e remata: “Não sei o que irá acontecer, mas se a crise persistir por muito tempo não prevejo nada de bom para o Rancho”. N.M.
25 junho 2011
Cinema na Quarta-Feira, 29 de Junho
Inside Job – A Verdade da Crise
Realização: Charles Ferguson

29 JUNHO 21:30
Inside Job – A Verdade da Crise
Realização: Charles Ferguson
ano: 2010
país: EUA
género: Documentário
classificação: M/12
duração: 120 min
Com : Matt Damon
Sinopse
"Inside Job" expõe a verdade acerca da crise económica de 2008. Esta catástrofe, que custou mais de $20 triliões, fez com que milhões de pessoas tenham perdido as suas casas e empregos.
Através de uma pesquisa extensiva e entrevistas com economistas, políticos e jornalistas, o filme mostra-nos as relações corruptas existentes entre as várias partes da sociedade.
Prémios:
Melhor documentário 2010 - Associação Nacional de Críticos de Cinema dos EUA
Realização: Charles Ferguson

29 JUNHO 21:30
Inside Job – A Verdade da Crise
Realização: Charles Ferguson
ano: 2010
país: EUA
género: Documentário
classificação: M/12
duração: 120 min
Com : Matt Damon
Sinopse
"Inside Job" expõe a verdade acerca da crise económica de 2008. Esta catástrofe, que custou mais de $20 triliões, fez com que milhões de pessoas tenham perdido as suas casas e empregos.
Através de uma pesquisa extensiva e entrevistas com economistas, políticos e jornalistas, o filme mostra-nos as relações corruptas existentes entre as várias partes da sociedade.
Prémios:
Melhor documentário 2010 - Associação Nacional de Críticos de Cinema dos EUA
23 junho 2011
22 junho 2011
19 junho 2011
Caminhada ZONA ALTA - 19 de JUNHO - 2011
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