19 novembro 2011
17 novembro 2011
13 novembro 2011
Parabéns à Pedroguense

Aniversário da Banda do Pedrógão juntou amigos
«Aproveitar o dia para estarmos juntos com amigos», declarou Nuno Carapau, o Presidente da Sociedade Filarmónica União Pedroguense, para dar conta do sentimento que uniu as muitas pessoas que fizeram questão de estar presente no 137º aniversário da Banda do Pedrógão.
O representante da banda convidada para a festa, a Sociedade Carvalhense, da Figueira da Foz, fez questão em dizer que a visita era uma retribuição de uma outra que a banda do Pedrógão havia já feito à sua colectividade, que dessa forma tem promovido o intercâmbio e a amizade entre as duas filarmónicas. José Luís dos Santos, Presidente da Junta do Pedrógão, recordou, por sua vez, a forma «excepcional» como foram recebidos pela Sociedade Carvalhense, exultando o esforço em prol da música e da cultura das duas filarmónicas presentes. Procurou ainda sensibilizar os pedroguenses para que estimem e apoiem a banda, que é, «um ex-libris» do Pedrógão. Aproveitou também a ocasião para dar conta do festival do Azeite que se vai realizar em Pedrógão a 1, 2, 3 e 4 de Dezembro, de forma a promover o «melhor azeite» da região, como diz o Chefe Silva e Filipa Vancondeus. Esta foi a forma que se encontrou para «valorizar o que temos», explicou ainda o Presidente da Junta.
Depois do almoço convívio, servido por elementos da banda, houve a oportunidade de escutar as duas bandas tocar. Primeiro a banda convidada, seguindo-se a banda aniversariante.
Luís Miguel Lopes (O Almonda)
O representante da banda convidada para a festa, a Sociedade Carvalhense, da Figueira da Foz, fez questão em dizer que a visita era uma retribuição de uma outra que a banda do Pedrógão havia já feito à sua colectividade, que dessa forma tem promovido o intercâmbio e a amizade entre as duas filarmónicas. José Luís dos Santos, Presidente da Junta do Pedrógão, recordou, por sua vez, a forma «excepcional» como foram recebidos pela Sociedade Carvalhense, exultando o esforço em prol da música e da cultura das duas filarmónicas presentes. Procurou ainda sensibilizar os pedroguenses para que estimem e apoiem a banda, que é, «um ex-libris» do Pedrógão. Aproveitou também a ocasião para dar conta do festival do Azeite que se vai realizar em Pedrógão a 1, 2, 3 e 4 de Dezembro, de forma a promover o «melhor azeite» da região, como diz o Chefe Silva e Filipa Vancondeus. Esta foi a forma que se encontrou para «valorizar o que temos», explicou ainda o Presidente da Junta.
Depois do almoço convívio, servido por elementos da banda, houve a oportunidade de escutar as duas bandas tocar. Primeiro a banda convidada, seguindo-se a banda aniversariante.
Luís Miguel Lopes (O Almonda)
12 novembro 2011
ENCONTROS com MÚSICAS - Choral Phydellius
10 novembro 2011
09 novembro 2011
12 e 19 de Novembro e 2 de Dezembro

Ciclo de música do Choral Phydellius começa no domingo
O Choral Phydellius realiza o ciclo anual de música, que já vai para a 7.ª edição, nos dias 12 e 19 de Novembro e 2 de Dezembro, um dos vários eventos que a instituição torrejana realiza para difundir a música erudita na comunidade em que se insere. O primeiro e o segundo concertos traduzem dois momentos já clássicos deste cicl o Encontro de Agrupamentos Juvenis de Câmara e o Recital de Professores do Choral Phydellius e o terceiro é um concerto de Orquestra de Sopros no templo torrejano da Misericória, no qual metade do programa é com o deslumbrante concerto para trombone solo e orquestra ‘Colors For Trombone’, de Bert Appermont.
Este final do ciclo ocorre numa parceria pontual entre o Choral Phydellius e o Orfeão de Leiria, que aparece como denominador comum entre os primeiro e último concertos. O primeiro concerto “Encontro de Agrupamentos Juvenis de Câmara”, tem lugar amanhã, dia 12, às 16 horas, no auditório da biblioteca Gustavo Pinto Lopes.
Por: Jornal Torrejano, em: 09-11-2011 19:42:49
O Choral Phydellius realiza o ciclo anual de música, que já vai para a 7.ª edição, nos dias 12 e 19 de Novembro e 2 de Dezembro, um dos vários eventos que a instituição torrejana realiza para difundir a música erudita na comunidade em que se insere. O primeiro e o segundo concertos traduzem dois momentos já clássicos deste cicl o Encontro de Agrupamentos Juvenis de Câmara e o Recital de Professores do Choral Phydellius e o terceiro é um concerto de Orquestra de Sopros no templo torrejano da Misericória, no qual metade do programa é com o deslumbrante concerto para trombone solo e orquestra ‘Colors For Trombone’, de Bert Appermont.
Este final do ciclo ocorre numa parceria pontual entre o Choral Phydellius e o Orfeão de Leiria, que aparece como denominador comum entre os primeiro e último concertos. O primeiro concerto “Encontro de Agrupamentos Juvenis de Câmara”, tem lugar amanhã, dia 12, às 16 horas, no auditório da biblioteca Gustavo Pinto Lopes.
Por: Jornal Torrejano, em: 09-11-2011 19:42:49
08 novembro 2011
06 novembro 2011
XADREZ em TORRES NOVAS

CAMPEONATOS NACIONAIS SEMI-RÁPIDAS
DE JOVENS INDIVIDUAL
REGULAMENTO
Capítulo I – ORGANIZAÇÃO
Os Campeonatos Nacionais Absolutos e Femininos de Sub-08 a Sub-20 de partidas semirápidas referentes à época 2011/2012 são organizados no dia 12 de Novembro pelo Cineclube de Torres Novas, por delegação da Federação Portuguesa de Xadrez, e contam com o apoio da Escola Prática da Policia de Torres Novas e da Associação de Xadrez de Santarém.
As provas serão contabilizadas para ELO de semi-rápidas da FPX.
Capítulo II – PARTICIPANTES
Terão direito a participar todos os jogadores de nacionalidade portuguesa, inscritos na FPX na presente época, nascidos em 1992 ou depois.
Escalões: Sub – 20; Sub – 18; Sub – 16; Sub – 14; Sub – 12; Sub – 10; Sub – 08.
Os escalões etários em vigor na época 2011/2012 são os seguintes:
a) Sub-08 -> se nascido em 2004 ou depois;
b) Sub-10 -> se nascido em 2002 ou 2003;
c) Sub-12 -> se nascido em 2000 ou 2001;
d) Sub-14 -> se nascido em 1998 ou 1999;
e) Sub-16 -> se nascido em 1996 ou 1997;
f) Sub-18 -> se nascido em 1994 ou 1995;
g) Sub-20 -> se nascido em 1992 ou 1993;
a) Sub-08 -> se nascido em 2004 ou depois;
b) Sub-10 -> se nascido em 2002 ou 2003;
c) Sub-12 -> se nascido em 2000 ou 2001;
d) Sub-14 -> se nascido em 1998 ou 1999;
e) Sub-16 -> se nascido em 1996 ou 1997;
f) Sub-18 -> se nascido em 1994 ou 1995;
g) Sub-20 -> se nascido em 1992 ou 1993;
Capítulo III – INSCRIÇÕES
As inscrições devem ser efectuadas pelos responsáveis dos clubes na área de clubes da FPX (http://clubes.fpx.pt/). Pede-se aos clubes que ainda não tenham recebido a sua senha de acesso que entrem em contacto com os serviços da FPX (fpx.competicoes@gmail.com) para que lhes seja facultada a respectiva senha. Os jogadores inscritos individualmente devem igualmente entrar em contacto com os serviços da FPX para efectuar a sua inscrição.
O prazo de inscrição termina às 24h00 da véspera da prova.
O pagamento da taxa de inscrição (€3 por atleta) deve ser efectuado no local da prova, até ao final da segunda ronda.
O pagamento da taxa de inscrição (€3 por atleta) deve ser efectuado no local da prova, até ao final da segunda ronda.
05 novembro 2011
Opinião
Uma identidade própria do dirigente associativo
Um dos aspectos mais graves da «crise» do clube assenta no facto de o dirigente associativo voluntário (o «carola» dos bons e velhos tempos) não afirmar, com suficiente firmeza e lucidez, a autoridade democrática de que está investido a partir da eleição dos seus pares. Com demasiada frequência, o dirigente aceita a posição miserabilista e assistencialista em que o colocam para melhor o controlarem, sem procurar sacudir uma acção de tutela [realizada em 1.ª instância pelo Poder Local e, depois, pelo Central].
Por outro lado, confundem posições e funções e colocam-se em situações que fazem deles autênticos «funcionários» ao serviço da massa associativa [perdendo, por isso, o seu estatuto de «actor» da democratização] ou dos próprios poderes públicos [quando se constituem elementos integrantes dos sectores políticos que estão no poder, ou então, como abstencionistas, o que obedece à mesma lógica]. De facto, por vezes, assumem um carácter polemizador e contestário excessivo, de carácter hipercrítico [quando pertencem às forças políticas da oposição] que, pela sua falta de maturidade, ou pelo sectarismo e irrealismo, inviabilizam a estruturação e execução de qualquer projecto de carácter comunitário, antes envolvendo-se em quezílias e querelas de vizinhança sem qualquer sentido e que, sendo características do passado, hoje já não se podem manter.
A crise da «carolice» compreende-se com maior facilidade quando se compara a realidade dos factos com aquilo que é desejável. No sector desportivo a contradição entre estes dois termos não pára de aumentar. Agravada nos últimos anos pela visão descomprometedora do Estado e pela inevitável penúria de meios daí resultante, e pelo papel que lhe impõem e que aceita acriticamente, essa contradição acaba por caucionar a acção de forças que se posicionam abertamente contra o próprio movimento associativo.
Uma questão de reconhecimento
Convém esclarecer o sentido de crise. Não se trata de exigir ao Estado que tudo pague e que pague sem controlar. Com frequência os defensores do «menos Estado» argumentam, leviana ou interesseiramente, que é isto que o dirigente deseja. Convém desmistificar esta posição.
De facto, o que o «carola» pretende é que, perante o trabalho realizado pelos clubes e pelos seus pares, se avalie e reconheça a importância da contribuição que fornecem, desinteressadamente e sem retribuição material, para o progresso do desporto e, em última análise, para o da sociedade no seu todo. Esse reconhecimento impõe que o Estado aceite que há um mínimo de condições compatível com aquela função, que deve ser preenchido por si. Ao mesmo tempo não é aceitável que o Estado afirme que ao «dar» adquire direito a «dirigir», pois, de facto, quem é que dará mais?
Na verdade, o que está por detrás desta falta de reconhecimento é a recusa do Estado em tomar parte activa, tanto por meio de legislação adequada, como através dos meios financeiros técnicos e humanos, na criação de padrões de vida regulada por princípios eticamente reconhecíveis como humanizadores. O que está em causa, em última análise, é saber se o Estado deve intervir significativamente na liquidação de situações caracterizadoras da sociedade «dual» (a dos ricos e a dos pobres, que está em agravamento por mais que tal se negue) e na generalização do bem-estar social a todos os cidadãos.
A crise do dirigismo desportivo tem de se compreender no interior do quadro deste conjunto de questões. Como se vê, diz respeito, simultaneamente e, nalguns casos, de forma imbrincada entre si, quer ao Movimento Associativo quer os Poderes Públicos. O dirigismo desportivo popular tem de caminhar no sentido da construção da sua identidade própria para poder ser tomado em consideração como corpo social específico. Isto quer dizer que tem de conseguir definir as suas próprias necessidades e de as consubstanciar em processos de acção, de modo a poder reivindicar a sua participação nas decisões dos poderes públicos que determinam a existência do desporto que temos e condicionam a difusão da prática das actividades físico-desportivas pela totalidade da população, seja qual for a sua situação económica e estatuto sócio-cultural.
De acordo com esta perspectiva o «carola» tem de abandonar a sua atitude, quase generalizada, de lamentação constante e passar a actuar, em termos colectivos, de acordo com novas perspectivas adequadas ao tempo presente. O «revivalismo» de muitos dirigentes, e que constitui em si próprio sintoma e origem de certos aspectos da crise, deve ser liquidado quanto antes, dando lugar a uma nova atitude conscientemente responsabilizadora.
•A. Mello de Carvalho
Exposição no ÁTRIO do Hospital de Torres Novas
02 novembro 2011
31 outubro 2011
AGIR* Caminhada contra o Cancro
Os 190 Anos da Banda Operária Torrejana* O concerto no Palácio dos Desportos .
30 outubro 2011
Formação - Boas práticas Associativas
Um guia da Confederação de Colectividades com informação da ASAE - a divulgar EM BREVE pelas nossas associadas .
Documentação de apoio
Legislação
Orientação
Legislação
Orientação
"As fichas de verificação que se apresentam neste Guia constituem um
documento de trabalho para averiguação das condições de higiene e técnico
funcionais dos estabelecimentos de restauração e/ou bebidas.
As fichas de verificação destinam-se a servir de guião aos responsáveis pelos
serviços de alimentação ou a quem eles delegarem, das diversas colectividades
de cultura, recreio e desporto, os quais deverão ser detentores de formação em
matéria de higiene alimentar"
documento de trabalho para averiguação das condições de higiene e técnico
funcionais dos estabelecimentos de restauração e/ou bebidas.
As fichas de verificação destinam-se a servir de guião aos responsáveis pelos
serviços de alimentação ou a quem eles delegarem, das diversas colectividades
de cultura, recreio e desporto, os quais deverão ser detentores de formação em
matéria de higiene alimentar"
29 outubro 2011
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