18 dezembro 2011

Câmara Torres Novas suspende a mais participada prova desportiva do concelho


C.M.T.N. suspende Corrida de São Silvestre

A Câmara Municipal de Torres Novas decidiu suspender, este ano, a organização da tradicional Corrida de São Silvestre.
Restrições de ordem financeira, estão na origem desta medida do executivo torrejano que, em anos anteriores, terá gasto cerca de 27.500� para organizar uma S. Silvestre, chegando mesmo a atribuir mais de 12.000� em Prémios Monetários. Uma situação incomportável para os debilitados cofres do Municipio, defende um dos elementos ligado à Empresa Municipal que gere os espaços desportivos de Torres Novas. E acrescenta; chegou-se a gastar perto de 12� por atleta, para sustentar uma prova que, no que diz respeito a receitas, dava zero á CMTN.
Agora, a iniciativa será retomada em 2012, em moldes a definir.

(Rádio Torres Novas)

Desejam-nos as boas festas (5)

MONTEPIO NOSSA SENHORA

DA NAZARÉ

Festa de Natal da ARPE muito participada

Quando perto da hora de ter início o almoço, pelas 12h30, as pessoas se começaram a avolumar à porta do Salão Paroquial de S. Pedro, no domingo, dia 11, cedo se percebeu que a Festa de Natal da ARPE (Associação de Reformados e Pensionistas de Torres Novas) iria juntar mais de uma centena de pessoas.

E assim foi, pois estavam previstas cerca de 120 pessoas, mas apareceram para almoçar e conviver mais de 150, nada que a ARPE já não estivesse à espera, como confessou a “O Almonda” um elemento da direcção, pois em outros anos já havia acontecido a mesma coisa.

O almoço, servido pela equipa dos almoços paroquiais de Torres Novas, pareceu ter sido do agrado da grande maioria dos comensais, tal a satisfação com que degustavam os pratos. Numa curta visita que nos foi facultada à cozinha, pudemos ver o afinco e dedicação de como as refeições são preparadas, estando à vista o porquê do sucesso que esta equipa tem tido nos últimos anos nos almoços de angariação de fundos para as Paróquias.


Luís Miguel Lopes(Almonda)

Desejam-nos as boas festas (4)

Uma das "estrelas" do associativismo popular

Desejam-nos as boas festas (3)

O Núcleo de Artistas dos Riachos (NAR)


Jantar de NATAL da UDRZONA ALTA

Decorreu em alegre convívio O jantar de NATAL da UDRZA
Este evento teve lugar nas instalações do Parque de Campismo Torrejano
e reuniu Dirigentes, Atletas , Associados e Amigos do clube que se quiseram associar .


17 dezembro 2011

Desejam-nos as boas festas (2)

A Federação das Colectividades de Cultura e Recreio do Concelho de Santa Maria da Feira, deseja a todos os seus associados e amigos um Santo e Feliz Natal e que 2012 seja um ano novo repleto de criatividade e inovação!

16 dezembro 2011

Sessão de Apresentação de Guia das Boas Práticas muito particidada


Com mais de duas dezenas de colectividades presentes, decorreu no Salão do Montepio Nossa Senhora da Nazaré , a sessão de apresentação do Guia das Boas Práticas.
As explicações sobre a interpretação de legislação aplicável às normas de higiene alimentar no serviço dos bares e cafetarias das associações tiveram grande participação dos presentes .
Outras matérias sobre o direito de autor e as licenças aplicáveis também foram introduzidas no debate .

J/cV

15 dezembro 2011

REUNIÃO DE COLECTIVIDADES / ASAE




Hoje no auditório do Montepio
Comparece !

14 dezembro 2011

Hoje há cinema, no Virginia

Cinema às quartas no Virgínia
14 DEZEMBRO 21:30




Nach der Musik
Título em Português: Depois da Música
Realização: Igor Heitzmann
Ano: 2007
País: Alemanha
Género: Documentário
Duração: 105 min.
Classificação: M/12

Sinopse
Este filme é uma aproximação íntima de uma vida pública e do segredo da vida privada. Otmar Suitner é um maestro consagrado, um Austríaco na RDA, um homem entre duas mulheres. Entre uma vida no Leste e uma vida no Ocidente. Ele esteve ausente como Pai do realizador Igor Heitzmann. Um retrato de um grande maestro, narrado pelo seu filho, que busca a música para encontrar o seu Pai.

Filme gentilmente cedido para exibição pelo “GOETHE-INSTITUT PORTUGAL”

Prémios:
Melhor filme - Festival de Cinema de Cracóvia 2008; Realizador Revelação – Doc Lisboa 2008.

11 dezembro 2011

Centro de Bem Estar Social da Zona Alta procura voluntários

"Dar Vida aos Anos" é o nome do projecto de voluntariado que o Centro de Bem Estar Social da Zona Alta de Torres Novas se encontra a promover e para o qual está disponível para receber inscrições de voluntários. O objectivo da iniciativa, que conta com o apoio da Acção Social das Paróquias de Torres Novas, passa por ajudar a população mais envelhecida da comunidade, combatendo a problemática da solidão na velhice. Deste modo, cada voluntário deve visitar, pelo menos duas vezes por semana, sempre os mesmos idosos, fazendo-lhes companhia e apoiando-os em pequenas tarefas. Este trabalho será orientado e monitorizado por técnicos do Centro de Bem Estar Social da Zona Alta. O recrutamento dos voluntários arranca em Janeiro, mês no qual os voluntários recebem formação para começarem o seu trabalho de voluntariado em Fevereiro. As inscrições podem ser feitas através dos telefones 249 839 130 ou 913824017.

UCATN esteve presente no Conselho Nacional da CPCCRD


Jantar de Natal da U D R ZONA ALTA


A UDR ZONA ALTA organiza o jantar de natal, no dia 17 de Dezembro, pelas 20 horas, no salão do Clube de Campismo Torrejano.


As inscrições estão abertas na sede da Colectividade até ao dia 14 de Dezembro

No Casal Sentista, domingo, 11 de dezembro

Festa de Natal da AGIR

08 dezembro 2011

E também muitos êxitos!

Opinião

Os dirigentes associativos em causa
Os «carolas», ou seja, dirigentes associativos desportivos voluntários são, de facto, parceiros sociais em corpo inteiro. Esse estatuto é muito pouco reconhecido pela «sociedade civil», mas ainda o é menos pelos organismos públicos. Esta situação deve-se, na sua maior parte, à atitude dos últimos que não têm capacidade para aceitar que o dirigente voluntário é um «contestatário» por natureza. Todavia, o próprio Movimento Associativo deve ser, também, responsabilizado por esta situação, na medida em que não tem conseguido afirmar-se como grupo social activo dentro de uma sociedade que vive a democracia com visível dificuldade devido à sua história recente. Não podem restar dúvidas de que o peso do passado, em que tal organização só era viável dentro do quadro definido pelo regime salazarista, explica, ou pode explicar, pelo menos, parte da situação actual.

Seja como for, a dimensão humanizadora da acção do «carola» impõe que a sua acção seja permanente reformulada, acompanhando as transformações da sociedade global. O facto de serem os elementos estruturadores da sociabilidade do seu clube, tendo como elementos fundamentais a responsabilidade, a criatividade e a solidariedade, impõe que se constituam como o centro de um processo dinâmico de adaptação às necessidades dos seus sócios, que, por natureza, se alteram constantemente. Ora, esta atitude, não tem surgido e isso provoca graves consequências.

É certo que este processo de reformulação permanente, impõe uma concomitante alteração na situação e no próprio estatuto do «carola». A referência ao passado é importante, mas não pode continuar a constituir o elemento estruturador do seu projecto. Este deve «colar-se» à realidade e é esta que imporá a trajectória mais correcta, desde que devidamente estudada mas, como é evidente, esta nova atitude não pode ser levada à prática sem que a própria sociedade olhe o dirigente desportivo voluntário com outros olhos (o que nos faz cair num círculo vicioso que tem de ser quebrado pela afirmação do próprio Movimento Associativo).

A falta de compreensão desta situação constitui um dos factores determinantes da crise do dirigismo desportivo voluntário. Quando a consciência desta situação se tiver estruturado com solidez a atitude do dirigente alterar-se-á, particularmente em relação ao Estado.

Nesta altura será possível pensar na correcção progressiva de alguns dos aspectos essenciais que caracterizam a situação actual do dirigente, em especial daquele que actua e é originário dos meios populares. Estamos, assim, ou parece que estamos, perante um processo de «causalidade circular», ou, dito em bom português, trata-se de saber o que surgiu primeiro, se o ovo, se a galinha; o dirigente não actua de nova forma porque não tem condições. Logo não se impõe e não reivindica o novo estatuto a que tem direito. Como não reivindica e não impõe o seu trabalho, a sociedade não lhe fornece as condições e sem estas...etc.

Para se impor e afirmar o seu trabalho, o dirigente desportivo voluntário tem de corrigir alguns daqueles aspectos:

- tem de abandonar uma atitude individualista, fechando o seu clube sobre si mesmo;
- deve promover uma autêntica vida democrática e abandonar um «caciquismo» que caracteriza muitos deles;

- deve entender-se a si próprio como elemento criativo essencial, em lugar de se posicionar como simples consumidor da actividade desportiva ou, o que é pior, como estruturador de uma atitude consumista dentro do seu próprio clube [a difícil compreensão deste processo constitui um dos sérios obstáculos à mudança];
tem de repensar com seriedade e realismo qual o papel original que lhe deve caber no interior do Sistema Desportivo Nacional, deixando de copiar acriticamente os modelos de actuação que herdou do passado;

para que isto aconteça não pode continuar a colocar-se na atitude «assistencial» de quem recebe subsídios mediante regras em cuja elaboração não participou e que, de facto, limitam a sua inalienável liberdade, colocando-o ao serviço da política governamental (como é o caso dos célebres contratos – programa);

- isto fará com que os dirigentes rejeitem a sua tradicional posição de voluntários da «penúria», exigindo que seja integralmente reconhecida a sua função em termos sociais, culturais e formativos;

- para que isso aconteça é indispensável que tome plena consciência da função, significado e importância do clube e de qual deve ser o seu papel no processo de democratização do desporto e da própria comunidade em que se insere;

- finalmente, não poderá aceitar uma situação ambígua, que o coloca entre os poderes públicos e a massa associativa, como uma espécie de intermediário entre a política estatal e/ou municipal, e a acção a desenvolver pelo clube.

Nada disto significa que deva rejeitar qualquer tipo de colaboração com os poderes públicos. Pelo contrário: constituindo-se como organismo privado desempenhando uma função de verdadeiro serviço público, delegado pelo Estado, é mesmo indispensável que esta colaboração se estabeleça, mas através de mecanismo de concertação colectiva (pois, em termos individuais, a sua força será nula) e devidamente negociada e avaliada.

A. Mello de Carvalho

07 dezembro 2011

Com as portagens na A23...


... vida mais difícil para as colectividades e associações de Torres Novas e do Médio Tejo.

BOAS FESTAS 2011