12 novembro 2011

ENCONTROS com MÚSICAS - Choral Phydellius

Orquestra de Câmara Phydellius
Iniciaram no dia 12 os Encontros com Músicas do Choral Phydellius, que se manterão em cartaz até ao dia 2 de Dezembro
Orquestra de Guitarras Phydellius
Ensemble de Clarinetes Phydellius
Ensemble de Metais do Orfeão de Leiria
( grupo convidado )

09 novembro 2011

12 e 19 de Novembro e 2 de Dezembro



Ciclo de música do Choral Phydellius começa no domingo

O Choral Phydellius realiza o ciclo anual de música, que já vai para a 7.ª edição, nos dias 12 e 19 de Novembro e 2 de Dezembro, um dos vários eventos que a instituição torrejana realiza para difundir a música erudita na comunidade em que se insere. O primeiro e o segundo concertos traduzem dois momentos já clássicos deste cicl o Encontro de Agrupamentos Juvenis de Câmara e o Recital de Professores do Choral Phydellius e o terceiro é um concerto de Orquestra de Sopros no templo torrejano da Misericória, no qual metade do programa é com o deslumbrante concerto para trombone solo e orquestra ‘Colors For Trombone’, de Bert Appermont.

Este final do ciclo ocorre numa parceria pontual entre o Choral Phydellius e o Orfeão de Leiria, que aparece como denominador comum entre os primeiro e último concertos. O primeiro concerto “Encontro de Agrupamentos Juvenis de Câmara”, tem lugar amanhã, dia 12, às 16 horas, no auditório da biblioteca Gustavo Pinto Lopes.
Por: Jornal Torrejano, em: 09-11-2011 19:42:49

08 novembro 2011

06 novembro 2011

CAMINHADA da ZONA ALTA dia 13 de NOVEMBRO

XADREZ em TORRES NOVAS


CAMPEONATOS NACIONAIS SEMI-RÁPIDAS
DE JOVENS INDIVIDUAL

REGULAMENTO

Capítulo I – ORGANIZAÇÃO



Os Campeonatos Nacionais Absolutos e Femininos de Sub-08 a Sub-20 de partidas semirápidas referentes à época 2011/2012 são organizados no dia 12 de Novembro pelo Cineclube de Torres Novas, por delegação da Federação Portuguesa de Xadrez, e contam com o apoio da Escola Prática da Policia de Torres Novas e da Associação de Xadrez de Santarém.
As provas serão contabilizadas para ELO de semi-rápidas da FPX.


Capítulo II – PARTICIPANTES



Terão direito a participar todos os jogadores de nacionalidade portuguesa, inscritos na FPX na presente época, nascidos em 1992 ou depois.

Escalões: Sub – 20; Sub – 18; Sub – 16; Sub – 14; Sub – 12; Sub – 10; Sub – 08.

Os escalões etários em vigor na época 2011/2012 são os seguintes:
a) Sub-08 -> se nascido em 2004 ou depois;
b) Sub-10 -> se nascido em 2002 ou 2003;
c) Sub-12 -> se nascido em 2000 ou 2001;
d) Sub-14 -> se nascido em 1998 ou 1999;
e) Sub-16 -> se nascido em 1996 ou 1997;
f) Sub-18 -> se nascido em 1994 ou 1995;
g) Sub-20 -> se nascido em 1992 ou 1993;



Capítulo III – INSCRIÇÕES



As inscrições devem ser efectuadas pelos responsáveis dos clubes na área de clubes da FPX (http://clubes.fpx.pt/). Pede-se aos clubes que ainda não tenham recebido a sua senha de acesso que entrem em contacto com os serviços da FPX (fpx.competicoes@gmail.com) para que lhes seja facultada a respectiva senha. Os jogadores inscritos individualmente devem igualmente entrar em contacto com os serviços da FPX para efectuar a sua inscrição.

O prazo de inscrição termina às 24h00 da véspera da prova.
O pagamento da taxa de inscrição (€3 por atleta) deve ser efectuado no local da prova, até ao final da segunda ronda.

05 novembro 2011

Opinião

Uma identidade própria do dirigente associativo


Um dos aspectos mais graves da «crise» do clube assenta no facto de o dirigente associativo voluntário (o «carola» dos bons e velhos tempos) não afirmar, com suficiente firmeza e lucidez, a autoridade democrática de que está investido a partir da eleição dos seus pares. Com demasiada frequência, o dirigente aceita a posição miserabilista e assistencialista em que o colocam para melhor o controlarem, sem procurar sacudir uma acção de tutela [realizada em 1.ª instância pelo Poder Local e, depois, pelo Central].

Por outro lado, confundem posições e funções e colocam-se em situações que fazem deles autênticos «funcionários» ao serviço da massa associativa [perdendo, por isso, o seu estatuto de «actor» da democratização] ou dos próprios poderes públicos [quando se constituem elementos integrantes dos sectores políticos que estão no poder, ou então, como abstencionistas, o que obedece à mesma lógica]. De facto, por vezes, assumem um carácter polemizador e contestário excessivo, de carácter hipercrítico [quando pertencem às forças políticas da oposição] que, pela sua falta de maturidade, ou pelo sectarismo e irrealismo, inviabilizam a estruturação e execução de qualquer projecto de carácter comunitário, antes envolvendo-se em quezílias e querelas de vizinhança sem qualquer sentido e que, sendo características do passado, hoje já não se podem manter.

A crise da «carolice» compreende-se com maior facilidade quando se compara a realidade dos factos com aquilo que é desejável. No sector desportivo a contradição entre estes dois termos não pára de aumentar. Agravada nos últimos anos pela visão descomprometedora do Estado e pela inevitável penúria de meios daí resultante, e pelo papel que lhe impõem e que aceita acriticamente, essa contradição acaba por caucionar a acção de forças que se posicionam abertamente contra o próprio movimento associativo.

Uma questão de reconhecimento

Convém esclarecer o sentido de crise. Não se trata de exigir ao Estado que tudo pague e que pague sem controlar. Com frequência os defensores do «menos Estado» argumentam, leviana ou interesseiramente, que é isto que o dirigente deseja. Convém desmistificar esta posição.

De facto, o que o «carola» pretende é que, perante o trabalho realizado pelos clubes e pelos seus pares, se avalie e reconheça a importância da contribuição que fornecem, desinteressadamente e sem retribuição material, para o progresso do desporto e, em última análise, para o da sociedade no seu todo. Esse reconhecimento impõe que o Estado aceite que há um mínimo de condições compatível com aquela função, que deve ser preenchido por si. Ao mesmo tempo não é aceitável que o Estado afirme que ao «dar» adquire direito a «dirigir», pois, de facto, quem é que dará mais?

Na verdade, o que está por detrás desta falta de reconhecimento é a recusa do Estado em tomar parte activa, tanto por meio de legislação adequada, como através dos meios financeiros técnicos e humanos, na criação de padrões de vida regulada por princípios eticamente reconhecíveis como humanizadores. O que está em causa, em última análise, é saber se o Estado deve intervir significativamente na liquidação de situações caracterizadoras da sociedade «dual» (a dos ricos e a dos pobres, que está em agravamento por mais que tal se negue) e na generalização do bem-estar social a todos os cidadãos.

A crise do dirigismo desportivo tem de se compreender no interior do quadro deste conjunto de questões. Como se vê, diz respeito, simultaneamente e, nalguns casos, de forma imbrincada entre si, quer ao Movimento Associativo quer os Poderes Públicos. O dirigismo desportivo popular tem de caminhar no sentido da construção da sua identidade própria para poder ser tomado em consideração como corpo social específico. Isto quer dizer que tem de conseguir definir as suas próprias necessidades e de as consubstanciar em processos de acção, de modo a poder reivindicar a sua participação nas decisões dos poderes públicos que determinam a existência do desporto que temos e condicionam a difusão da prática das actividades físico-desportivas pela totalidade da população, seja qual for a sua situação económica e estatuto sócio-cultural.

De acordo com esta perspectiva o «carola» tem de abandonar a sua atitude, quase generalizada, de lamentação constante e passar a actuar, em termos colectivos, de acordo com novas perspectivas adequadas ao tempo presente. O «revivalismo» de muitos dirigentes, e que constitui em si próprio sintoma e origem de certos aspectos da crise, deve ser liquidado quanto antes, dando lugar a uma nova atitude conscientemente responsabilizadora.

•A. Mello de Carvalho

Magusto no Parque de Campismo

Dia 13 venha conviver na tradição da boa castanha assada !

Exposição no ÁTRIO do Hospital de Torres Novas

Numa iniciativa

da Liga dos Amigos

do Hospital Rainha Santa Isabel

(Torres Novas)

está patente no Átrio do Hospital

uma Exposição de Fotografia

de ANA RITA NOGUEIRA

31 outubro 2011

AGIR* Caminhada contra o Cancro

Decorreu no Domingo de manhã , a " CAMINHADA CONTRA O CANCRO ", esta caminhada teve o seu percurso em várias ruas da cidade !

Os 190 Anos da Banda Operária Torrejana* O concerto no Palácio dos Desportos .



O concerto comemorativo dos 190 anos da BOT teve a presença da Orquestra de Sopros Metropolitana de LISBOA
e a presença de muito público .

Parabéns a esta associação centenária !

Cinema em Torres Novas


30 outubro 2011

Formação - Boas práticas Associativas

A UCATN esteve presente nesta sessão de formação que decorreu
em Lisboa no dia 29 /10



Um guia da Confederação de Colectividades com informação da ASAE -

a divulgar EM BREVE pelas nossas associadas .

Documentação de apoio
Legislação
Orientação

"As fichas de verificação que se apresentam neste Guia constituem um
documento de trabalho para averiguação das condições de higiene e técnico
funcionais dos estabelecimentos de restauração e/ou bebidas.

As fichas de verificação destinam-se a servir de guião aos responsáveis pelos
serviços de alimentação ou a quem eles delegarem, das diversas colectividades
de cultura, recreio e desporto, os quais deverão ser detentores de formação em
matéria de higiene alimentar"

29 outubro 2011

28 outubro 2011

Vão ao ponto de cobrar 5 cêntimos de portagem!


TOMAR – Portagens entram em funcionamento... nesta terça-feira!


O Governo não vai tardar na colocação em funcionamento das portagens que estão instaladas na A13 e na A23. É já a partir da próxima terça-feira (Feriado Nacional) que os automobilistas que passarem nas vias em causa vão começar a pagar e isto sem que se saiba, exactamente, se há isenção para os habitantes dos concelhos afectados. Nem valeram de nada os protestos dos autarcas locais, que não tiveram possibilidade para, de forma directa, apresentarem os motivos concretos da sua insatisfação.

No que diz respeito à «nova» A13, que substituiu um troço do IC3 (entre o Moinho Novo e a saída para a A23), consta do contrato com a Ascendi, promotora da obra, que os habitantes têm isenção na passagem pelas portagens, mas resta saber em quantas viagens... Mas a verdade é que, nesta sexta-feira, as Estradas de Portugal avançaram com este dado definitivo, sublinhando que esta medida permite, «por um lado, melhorar as condições de circulação e segurança e, por outro, assegurar a continuidade com os futuros lanços de auto-estrada a norte e, desta forma, a ligação da A23 à zona de Coimbra em perfil contínuo de auto-estrada». A EP calcula, ainda, que a A13/IC3 entre Tomar e Condeixa esteja concluída até ao fim de 2012.

Preços das portagens:
Nó com A23-Nó da Atalaia - Classe 1, 0,05 €
Classe 2, 0,10 €
Nó da Atalaia (EN110)-Nó da Asseiceira - Classe 1, 0,35 €
Classe 2, 0,60 €
Nó da Asseiceira-Nó com a EN110 (Santa Cita) - Classe 1, 0,40 €
Classe 2, 0,65 €

Festa da ÁGUA Pé na BROGUEIRA

Participa na Tradição !

26 outubro 2011

FESTA DA CERVEJA, no sábado, na ZONA ALTA


FESTA DA CERVEJA


29 de Outubro
sábado, a partir das 19 horas
na Sede da UDR ZONA ALTA

COM MÚSICA AO VIVO

24 outubro 2011

91 anos da SMUT

A SMUT realizou ontem, 23 de Outubro, o concerto do 91º aniversário nas Lapas. Na data do evento foi dado a conhecer aos sócios e à população o espaço exterior da nova sede.


19 outubro 2011

Poesia em Riachos

Domingo, 9 de Outubro de 2011
XVIII ENCONTRO DE POESIA DO NAR



Sábado, dia 5 de Novembro, pelas 21h, tem lugar na “Garagem das Artes” do NAR o XVIII Encontro de Poesia.
O poeta em análise neste Encontro é Duarte de Torres.
Será tema de leitura o “Caderno” de Poesia elaborado para este Encontro, composto por vinte poemas do autor.

Para participar nos Encontros de Poesia do NAR não é necessário fazer ou ler poesia, basta gostar de a ouvir!
Apareça!

SOBRE O AUTOR

Jorge Manuel Duarte Pinheiro (DUARTE DE TORRES), nome de empréstimo escolhido para dissimular a sua identidade no domínio literário, nasceu em Torres Novas no dia 6 de Janeiro de 1947.
Desde muito novo esteve ligado a iniciativas musicais e culturais da sua terra, tendo sido dirigente dos Bombeiros Voluntários Torrejanos, Montepio de Nossa Senhora da Nazaré, Sociedade Columbófila Torrejana e Choral Phydellius. Estando ainda hoje ligado a estas colectividades.
A canção foi sempre a sua paixão, tendo actuado em inúmeros espectáculos de beneficência, a solo ou em grupos musicais de que fez parte, tendo-se também dedicado ao fado canção. Ainda hoje é elemento activo do Choral Phydellius, orfeão para onde entrou em 1962.
Tem discos de vinil gravados a solo ou em conjunto com outros artistas, designadamente, discos dos Festivais da Canção de Torres Novas e do Ribatejo aos quais concorreu, tendo vencido dois deles. Um dos discos gravou-o como solista da Orquestra Típica Scalabitana, à qual pertenceu durante cerca de quatro anos.
Em termos literários é colaborador do jornal "O Almonda", onde desde há cerca de cinco anos tem escrito as suas "Memórias" com carácter quinzenal, tendo a Câmara Municipal de Torres Novas resolvido editar o número 1 da série de "Crónicas Torrejanas" baseado em dezasseis dessas memórias que retratam Torres Novas, os seus bairros, o futebol, as suas tascas, as suas gentes, os pombos-correios e algumas personalidades que o autor entendeu por bem recordar.
No que se refere à poesia o seu interesse renasceu durante a participação nalguns encontros do Núcleo de Arte de Riachos a que pertence. Foi intervindo lendo poemas de alguns poetas célebres e de alguns companheiros do NAR, começando pouco depois a escrever e a ler os seus poemas, dos quais 20 fazem parte do seu “Caderno” que será lido e analisado no XVIII Encontro de Poesia do NAR, onde a sua poesia franca e humilde se expõe à apreciação e é dada a conhecer de viva voz.
É um poeta repentista, que necessita de factos que o impressionem e que o impulsionem a escrever em verso, numa prosa mais ou menos cantada, rimada e ritmada, onde por vezes o que sente exprime com verdade, com frontalidade e com a liberdade que só a poesia nos pode transmitir.
Neste caderno pode notar-se o gosto pelo Tejo, o valor do tempo, do amor, da idade, da vida e da morte, do azar dos desprotegidos da sorte...
Existe uma dose de nostalgia na sua poesia que contraria a pessoa alegre que é.
Odeia a violência e a guerra.
Adora a paz e a harmonia.
E diz:
Era tão fácil atingir a paz… bastava apenas um simples aperto de mão com o sorriso lindo de uma criança...

18 outubro 2011

Prémio Português do Voluntariado

JURI QUALIFICADO ATRIBUIU PRÉMIO PORTUGUÊS DO VOLUNTARIADO A PROJECTO DA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLECTIVIDADES



Numa iniciativa da Confederação Portuguesa do Voluntariado, em sessão pública que decorreu na sede da Cruz Vermelha Portuguesa, no dia 14 do corrente, foi atribuído o Prémio Português do Voluntariado, por um júri constituído por Dr. Rui Rama da Silva (Presidente), Dra. Maria José Ritta, Dra. Fernanda Freitas, Dra. Paula Guimarães e Dr. Manuel Canaveira Campos, ao projecto “Formação Superior para DAV's maiores de 23 Anos”, corporizado pelo dirigente associativo voluntário, Artur José Simões Martins, apresentado pela



Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura Recreio e Desporto (CPCCRD). Acresce que o projecto engloba o trabalho científico designado por: Liderança Comunitária – investigação-acção, com a colaboração activa de dirigentes associativos voluntários, nomeadamente os cinco que estão a frequentar a Licenciatura de Desenvolvimento Comunitário do ISPA – Instituto Universitário, por via de um protocolo estabelecido entre esta instituição universitária e a CPCCRD e que tem o apoio financeiro da Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação Montepio. No dizer do júri: “ É uma semente” para desenvolvimento futuro.

Caminhada contra o Cancro - 30 de Outubro


DOMINGO DIA 30 de Outubro !
Vem caminhar connosco !

16 outubro 2011

CAMINHADA do Clube de Campismo Torrejano


Decorreu no domingo dia 16, a"Caminhada da saúde", do Clube de Campismo Torrejano que aqui damos conta. Foi um percurso longe das confusões do trânsito em que se respirou ar puro, se conversou e conviveu.




09 outubro 2011

CLUBE DE CAMPISMO TORREJANO - CAMINHADA


Participe nesta caminhada que terá lugar no próximo domingo dia 16 de Outubro .

CAMINHADA DA ZONA ALTA


Decorreu em alegre convívio a caminhada da ZONA ALTA ,
Esta caminhada, com uma dificuldade de percurso de nível médio teve no final um convívio gastronómico .



08 outubro 2011

Na próxima QUARTA-FEIRA

Cinema às quartas no Virgínia
12 OUTUBRO 21:30

Sinfonia Imaterial
Realização: Tiago Pereira


Ano: 2011
País: Portugal
Género: Documentário
Duração: 56 min.
Classificação: M/6

Sinopse
“Sinfonia Imaterial” é um documentário, sem voz off, sem entrevistas, tentando o mais possível demarcar-se do documentário convencional. Nesta sinfonia, temos apenas os artistas e os seus instrumentos; o ambiente que os rodeia e claro, o olho do realizador.
Tiago Pereira percorreu o país de uma ponta à outra, de Braga a Porto Santo, a convite da Fundação INATEL e, pelo caminho foi recolhendo fragmentos de um património imaterial riquíssimo que nos últimos anos tem filmado e resgatado do esquecimento.

04 outubro 2011

Conferênci​a de Imprensa conjunta da Comissão de Utentes da A23 e IC3 – Médio Tejo e do Movimento Pro IP6




"A anunciada introdução de portagens na A23 e no IC3 por parte do Governo é profundamente negativa e injusta para a região do Médio Tejo, afectando as actividades económicas e sociais com um impacto devastador na sobrevivência das empresas, isolando as populações e cortando as acessibilidades necessárias, nos corredores vitais para um funcionamento em complementaridade do aglomerado de cidades. O pagamento de portagens na A23 e IC3 coloca em causa as escassas estratégias de desenvolvimento regional.
Hoje não existem alternativas às vias a portajar, pois as antigas vias, em muitos casos, foram remodeladas como arruamentos, semaforizadas, outras ainda estão inutilizáveis sem manutenção há anos, ou pior, alguns troços da antiga EN desapareceram pura e simplesmente debaixo do traçado da A23 aquando da sua construção.
Diz a constituição no seu Artigo 81.º, alinha d) que compete ao Estado “promover a coesão económica e social de todo o território nacional, orientando o desenvolvimento no sentido de um crescimento equilibrado de todos os sectores e regiões e eliminando progressivamente as diferenças económicas e sociais entre a cidade e o campo e entre o litoral e o interior;” para isso urge retomar os pressupostos da criação das SCUTS como forma de diminuir as assimetrias regionais e nacionais.

A Comissão de Utentes da A23 e do IC3 - Médio Tejo
O Movimento Pro IP6
Convocam os senhores jornalistas para uma conferência de imprensa, a realizar na Quinta-feira dia 06 pelas 19 horas no restaurante Routepark Grill House - junto á A23 - no nó da saída de Roda/Tancos (entre a saída da Barquinha e de Constância).
GPS:
Latitude: 39°29'5.45"N
Longitude: 8°23'21.58"W"

As colectividades de Riachos "vão dar o litro"