25 dezembro 2011

Desejam-nos as boas festas (12)


MUSEU AGRÍCOLA DE RIACHOS

Desejam-nos as boas festas (11)

Desejam-nos as boas festas (10)

E nos Riachos...

Sociedade Velha Filarmónica Riachense mima crianças

A Sociedade Velha Filarmónica Riachense saiu à rua na tarde de sábado, dia 17 para mimar as crianças de Riachos.

Fizeram-se acompanhar pelo grupo de motards de Riachos, “Os tesos do Ribatejo” e no final do cortejo seguia o Pai Natal na sua charrete, o conhecido riachense José Gonho.

Carlos Mendes maestro da Banda explicou a O Almonda a razão de ser da iniciativa, “fazemos isto a pensar nas crianças. Para elas conhecerem a banda e os instrumentos. E pela cultura de Riachos que está tão pobre”.

A banda tocou pelas ruas de Riachos enquanto fazia tempo para as crianças terminarem a catequese. Pelas 16:30 horas tocou uma música de Natal no largo da Igreja e em seguida foram distribuídos rebuçados às mãos cheias pelas crianças, enquanto o Pai Natal ia cantando o seu Oh! Oh! Oh!

Célia Ramos (O Almonda)

23 dezembro 2011

Desejam-nos as boas festas (9)

Desejam-nos as boas festas (8)

Opinião

O problema do Estatuto do «carola»
De acordo com a situação específica do dirigente desportivo voluntário «carola» que se encontra como responsável daquilo que se convencionou achar de «pequeno clube», é indispensável proceder a um conjunto de clarificações. Por exemplo, é indispensável compreender que as situações são essencialmente diferentes entre a remuneração dos atletas, para que eles possam dedicar-se a uma prática regular e consequente da sua modalidade (única forma de possibilitar o seu progresso até ao mais alto nível), e a indemnização dos gastos com exercício da função do dirigente (o que não significa a sua profissionalização) como elemento indispensável ao funcionamento do clube e de toda a estrutura associativa.

O mesmo tem de ser feito de forma a compreender-se a diferença que existe entre a remuneração dos educadores, dos técnicos e dos funcionários administrativos (quando tal é possível) e os dirigentes benévolos. Enquanto os primeiros garantem o funcionamento «técnico» do clube, os segundos devem ser entendidos como realizando uma tarefa de valor social essencial, pelo que devem receber uma contribuição que, pelo menos, cubra os gastos que realizam para o seu desempenho. Enquanto os primeiros são autênticos profissionais, devendo receber o salário devido, os segundos não podem, nem devem, ser submetidos às regras que devem orientar uma relação salarial. O que, naturalmente, impõe a criação de outras regras consubstanciando o «Estatuto» do dirigente benévolo (as leis n.º 20/2004 de 5 de Junho e n.º 23/2006 de 23 de Junho não passam de meros arremedos de um autêntico estatuto).

A realidade é esta: já no passado, nos «inícios» do desporto, os dirigentes se prestavam a sacrifícios de diferente ordem. Todavia, devido às características próprias da época, esses sacrifícios não assumiam as dificuldades que os caracterizam na actualidade. No presente, as exigências qualitativas e quantitativas das actividades (deslocações, tempo necessário para garantir o preenchimento das burocracias, acompanhamento indispensável das equipas, coordenação das equipas de pessoal de todo o tipo, luta pela aquisição de meios para o desenvolvimento de uma prática de qualidade, representação social do clube, aquisição das instalações e equipamentos, fiscalização e controlo permanente da correcta aplicação dos meios, conhecimento adequado da legislação, tempo para elaboração e execução de projectos, etc. etc.) exigem uma dedicação em tempo, em gastos pessoais, em estudo, em sacrifícios familiares e outros, muito diferentes daquilo que se passava.

A não consideração desta questão pelos poderes públicos tem origem numa grande ignorância, ou numa marcada má fé naturalmente que provocada fundamentalmente pela exigência em impor a visão neoliberal do funcionamento social. Nestas circunstâncias, como esperar que os dirigentes benévolos sobrevivam, quando as exigências são cada vez mais acentuadas?

A questão da compensação dos gastos do dirigente voluntário deve ser concebida e compreendida no âmbito da eficácia social do desporto. Trata-se de uma noção a que o Movimento Desportivo, e o próprio Movimento Associativo, não estão habituados. Este desconhecimento resulta, directamente, da autêntica intoxicação lançada por aqueles que defendem que a lógica económica se deve aplicar ao desporto na sua globalidade.

De facto, se para uma fatia do sector desportivo esta lógica é aplicável, e deve ser aplicada com todas as consequências no terreno jurídico, económico, fiscal, etc., também é indispensável verificar que a acção do dirigente benévolo se desenvolve como uma actividade produtora de riqueza social. O problema que se coloca, nesta perspectiva, é não só o dos custos da organização das actividades e do funcionamento do clube, mas também o do «valor» produzido para o desenvolvimento da sociedade.

Esta perspectiva parece-nos que altera significativamente a visão de todo o processo desportivo e, por consequência, da forma como a actividade do «carola» deve ser encarada. Este produz uma riqueza, parece-nos inquestionável, mas de uma natureza diferente daquela que caracteriza o mundo das finanças, do comércio ou da produção. É, fundamentalmente, uma riqueza imaterial, que só se pode contabilizar socialmente.

Desta forma, o dirigente benévolo produz, essencialmente, uma riqueza social que não se pode reduzir a meros termos financeiros, a não ser que se queira empobrecer a própria vida social naquilo que ela tem de essencial para a vida das populações. Inevitavelmente será isso que acontecerá se a lógica comercial se apoderar de todo o desporto. E é precisamente para evitar esta situação que se justifica plenamente a existência do Estatuto do dirigente desportivo voluntário.

A. Melo de Carvalho

Desejam-nos as boas festas (7)

"OS CEIFEIROS" de LITEIROS

Informações técnicas

Tributação de receitas, em IVA e IRC nas colectividades
Têm chegado aos nossos serviços, vários pedidos de esclarecimento sobre a tributação de receitas, em IVA e IRC, nas colectividades e inclusive notificações da Administração Fiscal, após fiscalizações efectuadas às mesmas, com entendimentos que são extremamente prejudiciais às colectividades.


Assim sendo resolvemos elaborar este e-mail para esclarecer o que são receitas sujeitas a tributação e receitas isentas ou não sujeitas a qualquer tipo de imposto.


As únicas receitas não sujeitas a imposto ou isentas numa colectividade, são:
Subsídios do Estado
Donativos
Quotas
Jóias
Quotização Suplementar (se inscrita nos estatutos)


Todos os outros tipos de receitas, são sujeitas a tributação como por exemplo:
Bar (explorado pela colectividade)
Aluguer de Bar
Alugueres de instalações não desportivas
Publicidade
Patrocínios
Vendas de produtos Etc.


Há no entanto isenção de IVA das receitas atrás enunciadas se no seu total não excederem 10.000 €, e, de IRC se não excederem 7.481,96 €.


Se excederem estes valores num ano civil, então essas mesmas receitas são sujeitas a imposto.


Há também o Despacho Normativo 118/85 de 31 de Dezembro, que deve ser levado em linha de conta em muitas das actividades das colectividades, aconselhamos a sua leitura cuidada, juntamos minuta para envio à repartição de finanças e manuais de formação sobre o IVA e IRC.


Qualquer dúvida que possa surgir após este e-mail, solicitamos que nos contactem para esclarecer as mesmas.
Com as nossas saudações associativas.
Pela CPCCRD
Luis Costa
Técnico Oficial de Contas

18 dezembro 2011

Desejam-nos as boas festas (6)

Câmara Torres Novas suspende a mais participada prova desportiva do concelho


C.M.T.N. suspende Corrida de São Silvestre

A Câmara Municipal de Torres Novas decidiu suspender, este ano, a organização da tradicional Corrida de São Silvestre.
Restrições de ordem financeira, estão na origem desta medida do executivo torrejano que, em anos anteriores, terá gasto cerca de 27.500� para organizar uma S. Silvestre, chegando mesmo a atribuir mais de 12.000� em Prémios Monetários. Uma situação incomportável para os debilitados cofres do Municipio, defende um dos elementos ligado à Empresa Municipal que gere os espaços desportivos de Torres Novas. E acrescenta; chegou-se a gastar perto de 12� por atleta, para sustentar uma prova que, no que diz respeito a receitas, dava zero á CMTN.
Agora, a iniciativa será retomada em 2012, em moldes a definir.

(Rádio Torres Novas)

Desejam-nos as boas festas (5)

MONTEPIO NOSSA SENHORA

DA NAZARÉ

Festa de Natal da ARPE muito participada

Quando perto da hora de ter início o almoço, pelas 12h30, as pessoas se começaram a avolumar à porta do Salão Paroquial de S. Pedro, no domingo, dia 11, cedo se percebeu que a Festa de Natal da ARPE (Associação de Reformados e Pensionistas de Torres Novas) iria juntar mais de uma centena de pessoas.

E assim foi, pois estavam previstas cerca de 120 pessoas, mas apareceram para almoçar e conviver mais de 150, nada que a ARPE já não estivesse à espera, como confessou a “O Almonda” um elemento da direcção, pois em outros anos já havia acontecido a mesma coisa.

O almoço, servido pela equipa dos almoços paroquiais de Torres Novas, pareceu ter sido do agrado da grande maioria dos comensais, tal a satisfação com que degustavam os pratos. Numa curta visita que nos foi facultada à cozinha, pudemos ver o afinco e dedicação de como as refeições são preparadas, estando à vista o porquê do sucesso que esta equipa tem tido nos últimos anos nos almoços de angariação de fundos para as Paróquias.


Luís Miguel Lopes(Almonda)

Desejam-nos as boas festas (4)

Uma das "estrelas" do associativismo popular

Desejam-nos as boas festas (3)

O Núcleo de Artistas dos Riachos (NAR)


Jantar de NATAL da UDRZONA ALTA

Decorreu em alegre convívio O jantar de NATAL da UDRZA
Este evento teve lugar nas instalações do Parque de Campismo Torrejano
e reuniu Dirigentes, Atletas , Associados e Amigos do clube que se quiseram associar .


17 dezembro 2011

Desejam-nos as boas festas (2)

A Federação das Colectividades de Cultura e Recreio do Concelho de Santa Maria da Feira, deseja a todos os seus associados e amigos um Santo e Feliz Natal e que 2012 seja um ano novo repleto de criatividade e inovação!

16 dezembro 2011

Sessão de Apresentação de Guia das Boas Práticas muito particidada


Com mais de duas dezenas de colectividades presentes, decorreu no Salão do Montepio Nossa Senhora da Nazaré , a sessão de apresentação do Guia das Boas Práticas.
As explicações sobre a interpretação de legislação aplicável às normas de higiene alimentar no serviço dos bares e cafetarias das associações tiveram grande participação dos presentes .
Outras matérias sobre o direito de autor e as licenças aplicáveis também foram introduzidas no debate .

J/cV

15 dezembro 2011

REUNIÃO DE COLECTIVIDADES / ASAE




Hoje no auditório do Montepio
Comparece !

14 dezembro 2011

Hoje há cinema, no Virginia

Cinema às quartas no Virgínia
14 DEZEMBRO 21:30




Nach der Musik
Título em Português: Depois da Música
Realização: Igor Heitzmann
Ano: 2007
País: Alemanha
Género: Documentário
Duração: 105 min.
Classificação: M/12

Sinopse
Este filme é uma aproximação íntima de uma vida pública e do segredo da vida privada. Otmar Suitner é um maestro consagrado, um Austríaco na RDA, um homem entre duas mulheres. Entre uma vida no Leste e uma vida no Ocidente. Ele esteve ausente como Pai do realizador Igor Heitzmann. Um retrato de um grande maestro, narrado pelo seu filho, que busca a música para encontrar o seu Pai.

Filme gentilmente cedido para exibição pelo “GOETHE-INSTITUT PORTUGAL”

Prémios:
Melhor filme - Festival de Cinema de Cracóvia 2008; Realizador Revelação – Doc Lisboa 2008.

11 dezembro 2011

Centro de Bem Estar Social da Zona Alta procura voluntários

"Dar Vida aos Anos" é o nome do projecto de voluntariado que o Centro de Bem Estar Social da Zona Alta de Torres Novas se encontra a promover e para o qual está disponível para receber inscrições de voluntários. O objectivo da iniciativa, que conta com o apoio da Acção Social das Paróquias de Torres Novas, passa por ajudar a população mais envelhecida da comunidade, combatendo a problemática da solidão na velhice. Deste modo, cada voluntário deve visitar, pelo menos duas vezes por semana, sempre os mesmos idosos, fazendo-lhes companhia e apoiando-os em pequenas tarefas. Este trabalho será orientado e monitorizado por técnicos do Centro de Bem Estar Social da Zona Alta. O recrutamento dos voluntários arranca em Janeiro, mês no qual os voluntários recebem formação para começarem o seu trabalho de voluntariado em Fevereiro. As inscrições podem ser feitas através dos telefones 249 839 130 ou 913824017.

UCATN esteve presente no Conselho Nacional da CPCCRD


Jantar de Natal da U D R ZONA ALTA


A UDR ZONA ALTA organiza o jantar de natal, no dia 17 de Dezembro, pelas 20 horas, no salão do Clube de Campismo Torrejano.


As inscrições estão abertas na sede da Colectividade até ao dia 14 de Dezembro

No Casal Sentista, domingo, 11 de dezembro

Festa de Natal da AGIR

08 dezembro 2011

E também muitos êxitos!

Opinião

Os dirigentes associativos em causa
Os «carolas», ou seja, dirigentes associativos desportivos voluntários são, de facto, parceiros sociais em corpo inteiro. Esse estatuto é muito pouco reconhecido pela «sociedade civil», mas ainda o é menos pelos organismos públicos. Esta situação deve-se, na sua maior parte, à atitude dos últimos que não têm capacidade para aceitar que o dirigente voluntário é um «contestatário» por natureza. Todavia, o próprio Movimento Associativo deve ser, também, responsabilizado por esta situação, na medida em que não tem conseguido afirmar-se como grupo social activo dentro de uma sociedade que vive a democracia com visível dificuldade devido à sua história recente. Não podem restar dúvidas de que o peso do passado, em que tal organização só era viável dentro do quadro definido pelo regime salazarista, explica, ou pode explicar, pelo menos, parte da situação actual.

Seja como for, a dimensão humanizadora da acção do «carola» impõe que a sua acção seja permanente reformulada, acompanhando as transformações da sociedade global. O facto de serem os elementos estruturadores da sociabilidade do seu clube, tendo como elementos fundamentais a responsabilidade, a criatividade e a solidariedade, impõe que se constituam como o centro de um processo dinâmico de adaptação às necessidades dos seus sócios, que, por natureza, se alteram constantemente. Ora, esta atitude, não tem surgido e isso provoca graves consequências.

É certo que este processo de reformulação permanente, impõe uma concomitante alteração na situação e no próprio estatuto do «carola». A referência ao passado é importante, mas não pode continuar a constituir o elemento estruturador do seu projecto. Este deve «colar-se» à realidade e é esta que imporá a trajectória mais correcta, desde que devidamente estudada mas, como é evidente, esta nova atitude não pode ser levada à prática sem que a própria sociedade olhe o dirigente desportivo voluntário com outros olhos (o que nos faz cair num círculo vicioso que tem de ser quebrado pela afirmação do próprio Movimento Associativo).

A falta de compreensão desta situação constitui um dos factores determinantes da crise do dirigismo desportivo voluntário. Quando a consciência desta situação se tiver estruturado com solidez a atitude do dirigente alterar-se-á, particularmente em relação ao Estado.

Nesta altura será possível pensar na correcção progressiva de alguns dos aspectos essenciais que caracterizam a situação actual do dirigente, em especial daquele que actua e é originário dos meios populares. Estamos, assim, ou parece que estamos, perante um processo de «causalidade circular», ou, dito em bom português, trata-se de saber o que surgiu primeiro, se o ovo, se a galinha; o dirigente não actua de nova forma porque não tem condições. Logo não se impõe e não reivindica o novo estatuto a que tem direito. Como não reivindica e não impõe o seu trabalho, a sociedade não lhe fornece as condições e sem estas...etc.

Para se impor e afirmar o seu trabalho, o dirigente desportivo voluntário tem de corrigir alguns daqueles aspectos:

- tem de abandonar uma atitude individualista, fechando o seu clube sobre si mesmo;
- deve promover uma autêntica vida democrática e abandonar um «caciquismo» que caracteriza muitos deles;

- deve entender-se a si próprio como elemento criativo essencial, em lugar de se posicionar como simples consumidor da actividade desportiva ou, o que é pior, como estruturador de uma atitude consumista dentro do seu próprio clube [a difícil compreensão deste processo constitui um dos sérios obstáculos à mudança];
tem de repensar com seriedade e realismo qual o papel original que lhe deve caber no interior do Sistema Desportivo Nacional, deixando de copiar acriticamente os modelos de actuação que herdou do passado;

para que isto aconteça não pode continuar a colocar-se na atitude «assistencial» de quem recebe subsídios mediante regras em cuja elaboração não participou e que, de facto, limitam a sua inalienável liberdade, colocando-o ao serviço da política governamental (como é o caso dos célebres contratos – programa);

- isto fará com que os dirigentes rejeitem a sua tradicional posição de voluntários da «penúria», exigindo que seja integralmente reconhecida a sua função em termos sociais, culturais e formativos;

- para que isso aconteça é indispensável que tome plena consciência da função, significado e importância do clube e de qual deve ser o seu papel no processo de democratização do desporto e da própria comunidade em que se insere;

- finalmente, não poderá aceitar uma situação ambígua, que o coloca entre os poderes públicos e a massa associativa, como uma espécie de intermediário entre a política estatal e/ou municipal, e a acção a desenvolver pelo clube.

Nada disto significa que deva rejeitar qualquer tipo de colaboração com os poderes públicos. Pelo contrário: constituindo-se como organismo privado desempenhando uma função de verdadeiro serviço público, delegado pelo Estado, é mesmo indispensável que esta colaboração se estabeleça, mas através de mecanismo de concertação colectiva (pois, em termos individuais, a sua força será nula) e devidamente negociada e avaliada.

A. Mello de Carvalho

07 dezembro 2011

Com as portagens na A23...


... vida mais difícil para as colectividades e associações de Torres Novas e do Médio Tejo.

BOAS FESTAS 2011



Reunião do Conselho Nacional da CPCCRD




CONSELHO NACIONAL DA CPCCRD
(Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto)
10 Dezembro 2011
14 horas, na FIL (Parque das Nações Lisboa)


Discussão e votação do Plano de Actividades e Orçamento para 2012

06 dezembro 2011

05 dezembro 2011

Hoje, 5 de Dezembro



05 de Dezembro
Desde 1985 , a Organizações das Nações Unidas instituiu o dia 5 de dezembro como Dia Internacional do Voluntário.

O objetivo da ONU é fazer com que, ao redor do mundo, sejam promovidas ações de voluntariado em todas as esferas da sociedade.

04 dezembro 2011

PROVA DE AZEITES no PEDROGÃO

Decorreu de 1 a 4 de Dezembro a Iª. Mostra/Prova de azeites do Pedrogão
Várias associações locais estiveram integradas neste evento e no pavilhão anexo à Sociedade Filarmónica muitos outros sabores se fizeram , sentir .
Mel da Serra d' Aire , vinagres aromatizados , múltiplas variedades de bolos e licores, e bastante público fizeram à festa .

Guia de Boas Práticas Associativas

Link do yotube, sobre a apresentação do Guia de Boas Práticas Associativas, em Sacavém no passado dia 29 de Outubro.

(clicar aqui)
https://www.youtube.com/user/CPCCRD?feature=mhee

03 dezembro 2011

LIGA DOS AMIGOS - Novas Instalações




Liga dos Amigos do Hospital inaugurou sede na Quinta da Silvã
A nova casa da Liga dos Amigos do Hospital de Torres Novas é composta por duas fracções num rés-do-chão da rua Padre José Búzio, na Quinta da Silvã. Um espaço é destinado a reuniões de direcção e serviços administrativos e a outra fracção servirá para diversas actividades dos voluntários, como seja a realização de acções de formação.
”Esta solução começou a ser pensada quando não tínhamos outra alternativa”, disse ao JT Videira da Silva, membro da direcção da Liga. De acordo com o responsável, a câmara de Torres Novas deu um prazo de uma semana para que deixassem a sede (num edifício junto ao antigo hospital), uma vez que as obras de remodelação do Convento do Carmo estarão para começar em breve. ”A alternativa que nos foi dada era partilhar a sede dos Dadores de Sangue, mas não se chegou a um entendimento”, continuou Videira da Silva, que disse que o investimento da Liga neste processo de aquisição dos novos espaços é de ”dezenas de milhares de euros”. Segundo disse, mais de metade está pago, tendo a remanescente verba sido emprestada pelo banco. ”É uma mais-valia para a Liga e acrescenta património”, sublinhou.

Para Manuel Ligeiro, dirigente da Liga, este equipamento vem acrescentar ”mais estabilidade ao trabalho da organização, permitindo que a vida da Liga seja organizada de acordo com as suas necessidades”.

Novo projecto em andamento

Já esteve quase de pé mas, uma decisão final da administração do centro hospitalar do Médio Tejo deitou por terra a aspiração da Liga em criar um espaço de venda de lembranças, jornais e outros artigos, no hall principal da unidade de Torres Novas. ”Nas imediações do hospital não há nada e o mais perto que as pessoas têm para comprar lembranças para os doentes que visitam é na Avenida Sá Carneiro (junto à escola Artur Gonçalves)”. Manuel Ligeiro referiu ao JT que o espaço já havia sido cedido e algum material já tinha sido comprado pela Liga, para venda, mas a administração resolveu que necessitava do espaço, lamentou Manuel Ligeiro, que acredita que a nova gestão do centro hospital tem uma visão mais ”favorável” para a actividade do voluntariado nos hospitais. ”Penso que agora está tudo bem encaminhado”, disse confiante.

A Liga tem neste momento cerca de 60 voluntários, estando 14 afectos ao serviço de bar, a sua maior fonte de rendimento.
Por: Élio Batista JT)

02 dezembro 2011

Este sábado, em Riachos

XIX Encontro de Poesia do NAR




Sábado, dia 3 de Dezembro, pelas 21h, realiza-se na “Garagem das Artes” do NAR o XIX Encontro de Poesia.

Florbela Espanca é o poeta em análise neste Encontro, onde serão lidos e comentados os vinte poemas da autora que compõem o “Caderno” de Poesia elaborado para este Encontro.

Para participar nos Encontros de Poesia do NAR não é necessário fazer ou ler poesia, basta gostar de a ouvir.

Apareça!

01 dezembro 2011

Reunião Colectividades / ASAE

Reunião com a ASAE
(Iniciativa da UCATN, com a colaboração da Federação Colectividades do Dist Santarém)

REUNIÕES DE ESCLARECIMENTO com a ASAE
PARA TODAS AS COLECTIVIDADES, DIRIGENTES E ASSOCIADOS

“GUIA DE BOAS PRÁTICAS ASSOCIATIVAS”
Com a presença da responsável da ASAE,
no Distrito de Santarém

15.DEZ.2011
Quinta, 21 horas
TORRES NOVAS
No Auditório do Montepio Na. Sa. Nazaré
(abrange o concelho de Torres Novas)

30 novembro 2011

HOJE às 18 Horas Junte-se À MÚSICA


Música do Conservatório do
Choral Phydellius na Biblioteca

25 novembro 2011

Opinião

As motivações do dirigente desportivo benévolo
Como se justifica a existência de um número significativo de dirigentes desportivos benévolos («carolas»), trabalhando e mantendo vivos os clubes desportivos populares?

Interrogando muitos destes elementos (e aqui está outro campo de investigação demasiado esquecido entre nós) apercebemo-nos de que existem razões distribuídas por um leque alargado, mas com vasta coincidência de caso para caso. Essas razões, afinal constituindo as motivações do dirigente desportivo benévolo, podem agrupar-se, esquematicamente, da seguinte forma:

- antes de tudo, a função social, especialmente dirigida à juventude, com a finalidade de evitar ou de lutar contra a marginalização e todas as consequências que daí advém;

- em segundo lugar, a questão das relações humanas, o diálogo estabelecido com os outros e a riqueza que daí advém para cada um, quer através das experiências novas que só podem ter lugar em grupo, quer do contacto individual;

- em seguida o desejo de fornecer um contributo que leve os outros a sentir uma idêntica necessidade em contribuir para transformar algo que não é conveniente para a vida das camadas populares;

- finalmente, trata-se da integração num processo que possui um sentido, um significado moral, uma concepção de vida.

Este conjunto de quatro motivações centrais é definida através dos resultados de vários estudos, mais ou menos fundamentados, realizados, na sua maioria noutros países. Mas que também se têm aplicado à vida associativa nacional, ainda que de uma forma fragmentada e, quase sempre, incipiente.

Por isso, em torno destas quatro motivações é indispensável realizar uma análise cuidadosa que procure separar o que é expresso verbalmente daquilo que constitui a realidade subjacente ao que é dito. Por exemplo, alguns dirigentes referem-se à sua participação como algo que não deixa de ter parecenças com um benévolo de carácter religioso, de dádiva pessoal, de entrega total. Outros, colocam o acento nas razões afectivas da intervenção social do tipo: «o benévolo é o coração», é a entrega aos outros.

Uma terceira via que se pressente, refere-se a uma dádiva total do indivíduo, acompanhada de um princípio de liberdade, algo que se ama pela sua pureza. Mas tudo isto referido a uma atitude que tem algo de psicologicamente muito duro, na medida em que não é o prazer que se procura, antes possuindo a justificação de um combate que, até certo ponto, pode dar um significado denso à existência de cada um.

Em certos casos esta atitude chega aos extremos de um compromisso total, nitidamente excessivo, porque passa por cima de outras obrigações de vida social e familiar. Trata-se de indivíduos que se entregam profundamente, dispostos a fornecer sempre mais do seu esforço, do seu tempo e do seu dinheiro. O que, como é natural, não deixa de causar uma profunda decepção pois, ao fim de algum tempo, descobrem que não se recebe proporcionalmente, da parte das outras pessoas, aquilo que delas esperam minimamente.

Noutros casos, mas também de forma generalizada em relação a cada dirigente, parece subsistir uma atitude pouco consistente perante a realidade. Há, por isso, dirigentes que vogam como que perdidos no universo do associativismo, à procura de uma linha condutora. Normalmente colocam-se numa atitude de puro espírito assistencial, exigindo dos poderes públicos apoios para actividades cujo significado é duvidoso. Acontece muito frequentemente em relação ao Poder Local que o dirigente «exige» sem «reivindicar», ao mesmo tempo que é incapaz de estruturar uma visão global capaz de integrar a acção do município, que deve situar-se na área que não é «coberta» nem pelo clube, nem pela escola, e a acção específica do clube subordinado a um projecto em que deve sobressair a sua rendibilidade social.

No caso do desporto popular e dos seus dirigentes, o que está em causa, diferentemente de outras situações, é a relação que se parece estabelecer entre a história e o social. Esta interpenetração, cuja evolução nos parece extremamente difícil ver com a necessária clareza, parece, contudo, ser a razão de uma entrega individual, mergulhada no anonimato e nas dificuldades quotidianamente vividas.

Seja como for, entre «o novo» e «o antigo» parecem estabelecer-se novas pontes de ligação, que demonstram existir novas aspirações e novas necessidades expressas pelos dirigentes actuais. Esta nova atitude está na origem de um processo reivindicativo que continua as tradições do passado, mas assume formas mais adaptadas ao presente. Assim, entre o universo nebuloso das motivações e as novas atitudes, desenha-se uma consciência crítica mais arguta e exigente. É ela que estrutura a acção futura do antigo «carola», hoje dirigente desportivo benévolo.

A. Melo de Carvalho

Assembleia Geral da ARPE e Eleição de novos Orgãos Sociais .

Decorreu nas instalações da BOT- A Assembleia Geral da Arpe para aprovação do Plano e Orçamento 2012 e Eleição dos novos corpos sociais que irão gerir a associação em 2012- 2014

ARPE- Associação de Reformados e Pensionistas de Torres Novas

Órgãos Sociais

2011 – 2014

ASSEMBLEIA GERAL

Presidente- António Rodrigues Canelas

Vice- Presidente -José Augusto da Costa Velho

Secretária -Maria Teresa Narciso Ruivo Filipe dos Santos

1º Suplente- Maria José Antunes Canais

2º Suplente Américo dos Santos Marques

DIRECÇÃO

Presidente- Maria Judite Estrela Maia dos Santos Sério

Vice- Presidente- Maria da Conceição Faria Rodrigues

Tesoureiro

Secretário- José Manuel de Oliveira Brites

Secretária-Adjunta -Ana Luísa Vieira

1º Suplente -Maria Justina Pereira Rodrigues

2º Suplente- Luciana da Silva Ferreira Fortunato

3º Suplente- Rosaria Maria Carmo Rodrigues

CONSELHO FISCAL

Presidente- Manuel Piranga Faria

Secretário- Francisco Rodrigues Duarte Paiva

Relator -Josué Patornilho

1º Suplente- Maria do Carmo Santos Alves Freitas

2º Suplente António Maria Lourenço de Sena

22 novembro 2011

Na quarta-feira, mais cinema no Virginia

RIACHOS: actividades do NAR

WORKSHOP DE DESENHO E PINTURA NO NAR
Vai realizar-se no Núcleo de Arte de Riachos um Workshop de Desenho e Pintura dirigido pelo pintor Massimo Esposito.
Esta acção terá uma duração de 3 meses (Dezembro, Janeiro e Fevereiro), com início no dia 7 de Dezembro, havendo neste momento já inscritos alunos para o funcionamento de duas turmas à Quarta-Feira: uma das 17h30 às 19h30 e a outra das 20h00 às 22h00. Havendo ainda a possibilidade de inscrição de outros interessados em frequentar esta actividade num outro dia da semana a estabelecer, sejam ou não membros do NAR.
Todas as idades (a partir dos 8 anos).
Para informações sobre preços ou outras, devem dirigir-se ao NAR, através do endereço de e-mail: nucleoarteriachos@gmail.com ou pelo Telem: 919034138


Exposição de Artesanato de Natal
Realiza-se na “Garagem das Artes” do NAR, durante o mês de Dezembro, uma Exposição onde poderão ser vistos e adquiridos uma diversidade de trabalhos artesanais em madeira, metal, trapo, trapilho, estanho e serapilheira; bijutaria, têxtil, bordados, miniaturas diversas, pintura em vidro, tecido, madeira, gesso, cerâmica, porcelana, etc., realizados por cerca de dezena e meia de artesãos riachenses.
Será possível visitar esta mostra nos, dias 3, 4, 8, 10, 11, 17, 18, 21, 22 e 23, das 14h às 19h.



Exposição “Clara Silva no Cartajôa”
O Núcleo de Arte de Riachos inaugura no dia 3 de Dezembro, no Restaurante “Cartajôa”, uma exposição individual de Pintura de Clara Silva, artista plástica do NAR.
Esta exposição será composta por cerca de doze trabalhos divididos por duas salas e irá estar patente até ao dia 6 de Janeiro de 2012, podendo ser visitada durante o horário de abertura do estabelecimento.

Maria Clara Nunes Lopes da Silva - nasceu em 1961, na aldeia de Casais Castelos, freguesia de Riachos, concelho de Torres Novas.
Inicia-se nas artes em 1984 frequentando aulas de “Artes Decorativas”, onde aprendeu a trabalhar o estanho, pintura em gesso, em pano e outros materiais. Em 1987, aquando do nascimento do seu segundo filho, faz uma interrupção nesta actividade, para a retomar, apenas em 2007, trabalhando o estanho, pintando madeiras e utilizando técnicas como a decoupage e outras.

Ainda em 2007,inicia aulas de “Sensibilização” à pintura a óleo s/ tela no espaço “Tatiarte”, em Torres Novas, sob a orientação da professora Sílvia Filipe, tendo desde então realizado dezenas de Obras, sendo através desta nova paixão que exterioriza os seus sentimentos e pensamentos.

Os temas das suas pinturas são variados, tais como, o Corpo Humano, Natureza e Abstractos e as cores são quentes e vibrantes.

Em Março de 2010 participa pela primeira vez numa exposição de artes plásticas – “Riachos, Arte e Cultura”, a exposição inaugural do Núcleo de Arte de Riachos, realizada na Galeria das Artes do Museu Agrícola de Riachos.

Individualmente, expõe pela primeira vez, em Maio de 2010, no Átrio Principal do Hospital Rainha Santa Isabel a convite da Liga dos Amigos do Hospital de Torres Novas, voltando a ser convidada novamente em Agosto do mesmo ano, tendo a partir daqui realizado mais 3 exposições individuais – a última a decorrer no Entroncamento, e participado em inúmeras exposições colectivas, designadamente em Torres Novas, Riachos, Coimbra, Golegã e Abrantes.

Respondendo a um novo desafio, em 14 e 15 de Maio de 2011, participa na pintura ao vivo “Pintar Riachos” realizada no “Jardim da Vila” em Riachos. Um evento organizado pelo NAR, Comissão de Cultura da Assembleia de Freguesia e Cooperativa editora de promoção cultural “O Riachense” integrado nas comemorações do 27º. Aniversário da elevação de Riachos à categoria de Vila.

Clara Silva agradece a disponibilidade e interesse, a todos os amigos da arte e público em geral e convida a visitar a sua exposição no Restaurante Cartajôa.


Exposição “Carlos Antunes no Café Ideal”
O Núcleo de Arte de Riachos inaugura no dia 3 de Dezembro no Café “Ideal” em Riachos, uma exposição individual de Pintura de Carlos Antunes, onde ficarão expostas 12 Obras do artista do NAR, até ao dia 6 de Janeiro de 2012.

Carlos Antunes diz gostar de desenho e de pintura desde os tempos de escola, mas só há poucos anos, após se ter aposentado, dedicou algum do seu tempo disponível à arte de pintar contando neste momento com algumas dezenas de Obras na sua Colecção e várias exposições individuais e colectivas no seu currículo; designadamente: em Torres Novas na Pastelaria Portugal, no Átrio do Hospital, TAACTO, Centro Histórico – Rua Alexandre Herculano, em Riachos no Restaurante Galera e Museu Agrícola, Palácio do Pelourinho na Golegã, Fiarte - Coimbra, Vila Nova da Barquinha, etc., tendo também participado em alguns eventos de Pintura ao Vivo.
Também em V. N. da Barquinha frequenta o Atelier de Desenho e Pintura do Centro Cultural, sendo um dos alunos da classe de Pintura do Mestre Carlos Vicente.
Carlos Antunes expõe agora no “Café Ideal”, entre outros, alguns dos seus mais recentes trabalhos e convida todos os amigos e público em geral a visitar a sua exposição.

XIX Encontro de Poesia do NAR
Sábado, dia 3 de Dezembro, pelas 21h, realiza-se na “Garagem das Artes” do NAR o XIX Encontro de Poesia.
Florbela Espanca é o poeta em análise neste Encontro, onde serão lidos e comentados os vinte poemas da autora que compõem o “Caderno” de Poesia elaborado para este Encontro.
Para participar nos Encontros de Poesia do NAR não é necessário fazer ou ler poesia, basta gostar de a ouvir!


Exposição de Pintura no Café “Relógio” em Riachos
A exposição colectiva de artistas do NAR no Café “Relógio” em Riachos, inaugurada no dia 5 de Novembro, ficará patente neste espaço, até ao final do mês de Dezembro.

Exposição “Restaurante Nersant”
Continua até 31 de Dezembro, no “Restaurante Nersant”, em Torres Novas, a exposição colectiva de Artes Plásticas, inaugurada no dia 2 de Novembro, onde podem ser apreciados 12 trabalhos de artistas do NAR.


Exposição de Fotografia “Rostos de Riachos”
A Exposição de Fotografia “Rostos de Riachos” inaugurada no dia 1 de Outubro, na Galeria das Artes do Museu Agrícola, durante as comemorações do 22º Aniversário do Museu, continua patente até ao final do mês de Dezembro.
Nesta exposição estão patentes ao público 45 Trabalhos Fotográficos de 4 Fotógrafos do NAR: Pereira Jorge, Vitor Gomes, Mafalda Borralho da Luz e Jaime Figueiredo.

20 novembro 2011

AS INJUSTIÇAS ESTÃO A AFECTAR O MOVIMENTO ASSOCIATIVO

Na passada sexta-feira, dia 18 de Novembro, por sugestão da Confederação, houve uma reunião de dirigentes da CPCCRD, da Federação das Colectividades do Distrito de Santarém e da UCATN.




Para além do debate e discussão de temas relacionados com a organização da vida associativa e da dinamização de algumas iniciativas, fez-se um levantamento de problemas que afectam o MOVIMENTO ASSOCIATIVO POPULAR.


Entre outros foram referidos:
FALTA DE REPRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL

FALTA DE DISPONIBILIDADE DOS DIRIGENTES
AUMENTO DA ELECTRICIDADE E DO GÁS
AUMENTO DE COMBUSTÍVEIS E PORTAGENS
NOVA LEI DO ARRENDAMENTO
PRIVATIZAÇÃO DA ÁGUA
OBRIGATORIEDADE DE APRESENTAÇÃO DE REGISTO CRIMINAL PARA ALGUNS DIRIGENTES
INDEFERIMENTO DE SUBSÍDIO DE DESEMPREGO A DIRIGENTES ASSOCIATIVOS VOLUNTÁRIOS

ACÇÕES INSPECTIVAS DA ASAE, IGAC, SPA
TAXAS E LICENÇAS MUNICIPAIS PARA ACTIVIDADES REGULARES
DIVIDAS DAS AUTARQUIAS AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO
CONSEQUÊNCIAS DAS EXTINÇÕES DAS FREGUESIAS…
(mas concluiu-se que que ainda há forças para resistir, e esta reunião é prova de que não se desiste)

19 novembro 2011

Fados no Parque de Campismo

Desfrute da" canção nacional " e Jante connosco !