13 julho 2012
10 julho 2012
09 julho 2012
"FESTA da CERVEJA 2012". Iniciativa de Colectividades Torrejanas.
A " Festa da Cerveja 2012" .Iniciativa das colectividades, agradou ao público presente .
O Festival de Folclore encantou a noite de sábado no Jardim das Rosas!
Damos vivas ao Movimento Associativo Torrejano !
Damos vivas ao Movimento Associativo Torrejano !
08 julho 2012
05 julho 2012
04 julho 2012
03 julho 2012
01 julho 2012
XXIX FESTIVAL DE GINÁSTICA da Zona Alta.
Decorreu no dia 30 de junho - em Torres Novas o
XXIX Festival de Ginástica da Zona Alta .
Várias equipas a nível nacional estiveram presentes e o convívio , as prestações gimnicas e a alegria enalteceram a festa da Ginástica .
CONSELHO NACIONAL DA CPCCRD - Reunião em Coimbra .
Reuniu na Casa Municipal de Cultura , em Coimbra
O CONSELHO NACIONAL da CPCCRD
Este conselho, reuniu em sessão extraordinária e a UCATN , esteve representada por um elemento da Direcção e outro da Mesa da Assembleia Geral .
30 junho 2012
Opinião
O valor económico do trabalho dos voluntários no desporto
O desporto nunca deixou de se situar na esfera do económico. Naturalmente que essa situação não assumiu sempre os mesmos contornos, e evolui de acordo com a transformação da sociedade no seu todo.
A prática desportiva, logo que começou a desenvolver-se, sempre se relacionou com o mercado (material, instalações, equipamentos, etc.), o profissionalismo (encapotado ou não) e o desempenho de funções sociais precisas (criação de «imagem», afirmação internacional, relações com o político, etc.).
Todavia, esta relação adquire uma nova configuração a partir dos finais da década de setenta do século XX, passando a influenciar mais ou menos marcadamente cada clube, de acordo com as características de cada um. O risco de as finalidades essenciais do clube e do desporto sofrerem uma profunda alteração, de sentido negativo, passou por isso a ser a realidade na medida em que se perdia muito do essencial que tinha levado à sua constituição.
Não é possível, no presente, deixar de concordar com a afirmação «de que a economia provoca ressonâncias profundas sobre a própria concepção do desporto e da sua organização». Isto significa que as relações do desporto com o dinheiro não são neutras naquilo que diz respeito, entre outros aspectos, à estrutura associativa.
A controvérsia é tão intensa por toda a Europa, que ainda não se conseguiu fechar de forma satisfatoriamente conclusiva, apesar de ter percorrido praticamente todo o século XX. Por exemplo, o debate sobre as estruturas jurídicas que o clube que se dedica ao espectáculo desportivo personalizado deve assumir, continua em aberto. A decisão de criar as «sociedades desportivas» (SAD) não deve ser entendida como tendo constituído acto final deste processo. A realidade ainda não demonstrou qual o seu real valor e muitos formulam justas dúvidas sobre se constituiu, de facto, com as características apresentadas, solução para a «empresa do espectáculo desportivo» especialmente quando referida a nova «indústria do futebol». Para os «outros» clubes a questão é ainda mais complexa e a solução parece ainda mais longínqua para aqueles que não aceitam de boa mente a sua desaparição da sociedade.
No 1.º caso as leis do mercado passaram a condicionar completamente o funcionamento do clube, verificando-se um conjunto de fenómenos que, lenta mas inexoravelmente, alteraram o seu significado social e cultural, transformando-os num monumental negócio em que alguns exploram o «amor clubista» ou («clubite», essa doença irracional do desporto) em seu proveito.
A influência desta situação sobre a «ética desportiva» (como se o desporto possuísse uma ética própria diferente da ética geral) é bem visível. O lançamento das campanhas do «Espírito Desportivo» e do «Fair Play», mais não traduzem do que a profunda contradição criada entre aquela visão e o significado real da prática do desporto e do funcionamento do clube. Diga-se de passagem que estas «campanhas» para além de traduzirem aquela contradição, constituem formas, normalmente bastante incipientes de encobrir a própria contradição e de «branquear» a sucessão de escândalos que se sucedem dentro e fora do campo e que constituem a negação do próprio «espírito desportivo».
Estes elementos não podem deixar de ser convocados, ainda que de forma rápida e sintética, na medida em que a definição do valor económico do dirigente desportivo passa, inevitavelmente, pela sua compreensão plena. De facto, este processo assume importância decisiva em relação ao clube popular, na medida em que, se esse esclarecimento não existir, ele terá tendência em copiar o modelo que certas forças sociais procuram impor a toda a sociedade.
Em Portugal não existe ainda qualquer estudo sério sobre a questão. Por isso, só se pode partir de conjunturas e da especulação emergente da experiência do autor. Num País em que o conhecimento do número de clubes, o número de dirigentes e respectivas funções, número de horas dedicadas à actividade, etc., é inexistente, mais não se pode fazer do que empreender uma análise a partir de estudos idênticos realizados em países de realidade social semelhante, com a única finalidade de levantar pistas de reflexão.
Em 1990, o Comité Nacional Olímpico Desportivo de França «calculou que a contribuição anual dos benévolos desportivos seria de 300 milhões de horas de trabalho efectuado gratuitamente, enquanto que, a título de comparação, o sector da mecânica totalizava na mesma altura 867 milhões de trabalho realizado por 683 000 assalariados». Os cálculos do CNODF foram realizados da seguinte forma: 6 h /semana de trabalho (em média) por dirigente benévolo, durante 45 semanas/ano, o que nos aproxima das tais 300 milhões de horas. Em termos de emprego este valor representaria 125 000 postos de trabalho. Se cada hora de trabalho fosse valorizada a 35 francos (valor de 1985) atingir-se-ia a soma de 8 bilhões de francos (o orçamento do Ministério da Juventude e Desporto era, na altura, de um bilhão de francos).
A. Melo de Carvalho
O desporto nunca deixou de se situar na esfera do económico. Naturalmente que essa situação não assumiu sempre os mesmos contornos, e evolui de acordo com a transformação da sociedade no seu todo.
A prática desportiva, logo que começou a desenvolver-se, sempre se relacionou com o mercado (material, instalações, equipamentos, etc.), o profissionalismo (encapotado ou não) e o desempenho de funções sociais precisas (criação de «imagem», afirmação internacional, relações com o político, etc.).
Todavia, esta relação adquire uma nova configuração a partir dos finais da década de setenta do século XX, passando a influenciar mais ou menos marcadamente cada clube, de acordo com as características de cada um. O risco de as finalidades essenciais do clube e do desporto sofrerem uma profunda alteração, de sentido negativo, passou por isso a ser a realidade na medida em que se perdia muito do essencial que tinha levado à sua constituição.
Não é possível, no presente, deixar de concordar com a afirmação «de que a economia provoca ressonâncias profundas sobre a própria concepção do desporto e da sua organização». Isto significa que as relações do desporto com o dinheiro não são neutras naquilo que diz respeito, entre outros aspectos, à estrutura associativa.
A controvérsia é tão intensa por toda a Europa, que ainda não se conseguiu fechar de forma satisfatoriamente conclusiva, apesar de ter percorrido praticamente todo o século XX. Por exemplo, o debate sobre as estruturas jurídicas que o clube que se dedica ao espectáculo desportivo personalizado deve assumir, continua em aberto. A decisão de criar as «sociedades desportivas» (SAD) não deve ser entendida como tendo constituído acto final deste processo. A realidade ainda não demonstrou qual o seu real valor e muitos formulam justas dúvidas sobre se constituiu, de facto, com as características apresentadas, solução para a «empresa do espectáculo desportivo» especialmente quando referida a nova «indústria do futebol». Para os «outros» clubes a questão é ainda mais complexa e a solução parece ainda mais longínqua para aqueles que não aceitam de boa mente a sua desaparição da sociedade.
No 1.º caso as leis do mercado passaram a condicionar completamente o funcionamento do clube, verificando-se um conjunto de fenómenos que, lenta mas inexoravelmente, alteraram o seu significado social e cultural, transformando-os num monumental negócio em que alguns exploram o «amor clubista» ou («clubite», essa doença irracional do desporto) em seu proveito.
A influência desta situação sobre a «ética desportiva» (como se o desporto possuísse uma ética própria diferente da ética geral) é bem visível. O lançamento das campanhas do «Espírito Desportivo» e do «Fair Play», mais não traduzem do que a profunda contradição criada entre aquela visão e o significado real da prática do desporto e do funcionamento do clube. Diga-se de passagem que estas «campanhas» para além de traduzirem aquela contradição, constituem formas, normalmente bastante incipientes de encobrir a própria contradição e de «branquear» a sucessão de escândalos que se sucedem dentro e fora do campo e que constituem a negação do próprio «espírito desportivo».
Estes elementos não podem deixar de ser convocados, ainda que de forma rápida e sintética, na medida em que a definição do valor económico do dirigente desportivo passa, inevitavelmente, pela sua compreensão plena. De facto, este processo assume importância decisiva em relação ao clube popular, na medida em que, se esse esclarecimento não existir, ele terá tendência em copiar o modelo que certas forças sociais procuram impor a toda a sociedade.
Em Portugal não existe ainda qualquer estudo sério sobre a questão. Por isso, só se pode partir de conjunturas e da especulação emergente da experiência do autor. Num País em que o conhecimento do número de clubes, o número de dirigentes e respectivas funções, número de horas dedicadas à actividade, etc., é inexistente, mais não se pode fazer do que empreender uma análise a partir de estudos idênticos realizados em países de realidade social semelhante, com a única finalidade de levantar pistas de reflexão.
Em 1990, o Comité Nacional Olímpico Desportivo de França «calculou que a contribuição anual dos benévolos desportivos seria de 300 milhões de horas de trabalho efectuado gratuitamente, enquanto que, a título de comparação, o sector da mecânica totalizava na mesma altura 867 milhões de trabalho realizado por 683 000 assalariados». Os cálculos do CNODF foram realizados da seguinte forma: 6 h /semana de trabalho (em média) por dirigente benévolo, durante 45 semanas/ano, o que nos aproxima das tais 300 milhões de horas. Em termos de emprego este valor representaria 125 000 postos de trabalho. Se cada hora de trabalho fosse valorizada a 35 francos (valor de 1985) atingir-se-ia a soma de 8 bilhões de francos (o orçamento do Ministério da Juventude e Desporto era, na altura, de um bilhão de francos).
A. Melo de Carvalho
28 junho 2012
O Ciclo "As quartas as tardes " vai de férias .
No dia 28 , terminou o ciclo "As Quartas - As tardes ", que o Conservatório de Música do Choral Phydellius mantinha com a Biblioteca Torrejana
Após o período de férias serão retomados outros eventos musicais na mesma parceria .
26 junho 2012
Reunião em Coimbra
No próximo sábado, reune extraordinariamente, em Coimbra, o CONSELHO NACIONAL da CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLECTIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO.
A UCATN estará presente.
Sábado, em Torres Novas
Torres Novas: Phydellius leva música à praça este sábado à tarde
Este sábado, dia 30 de Junho, o Choral Phydellius leva música à Praça 5de Outubro em Torres Novas, a partir das 18 horas, com a iniciativa “música na praça”, resultante de uma parceria com o Teatro Virgínia. Será um concerto partilhado por cinco conjuntos instrumentais –percussões, guitarras, clarinetes, cordas de arco e orquestra de câmara, num espectáculo único que percorrerá 90 minutos de música.
Meia centena de jovens músicos que frequentam o conservatório de música do Choral Phydellius, a escola de música torrejana oficializada pelo ministério da Educação há 19 anos, passarão pelo palco para interpretarem géneros musicais que vão desde o clássico, ao ligeiro e latino, sempre em vertente acústica. O recital exibirá vários projectos de música de conjunto lapidados durante o ano lectivo.
Por: Jornal Torrejano, em: 26-06-2012 11:47:22
Este sábado, dia 30 de Junho, o Choral Phydellius leva música à Praça 5de Outubro em Torres Novas, a partir das 18 horas, com a iniciativa “música na praça”, resultante de uma parceria com o Teatro Virgínia. Será um concerto partilhado por cinco conjuntos instrumentais –percussões, guitarras, clarinetes, cordas de arco e orquestra de câmara, num espectáculo único que percorrerá 90 minutos de música.
Meia centena de jovens músicos que frequentam o conservatório de música do Choral Phydellius, a escola de música torrejana oficializada pelo ministério da Educação há 19 anos, passarão pelo palco para interpretarem géneros musicais que vão desde o clássico, ao ligeiro e latino, sempre em vertente acústica. O recital exibirá vários projectos de música de conjunto lapidados durante o ano lectivo.
Picaria, no Clube de Campismo Torrejano
PICARIA NO ALVORÃO
Sábado 30 de Junho,
Parque de Campismo ALVORÃO,
com início às 16,30 horas.
COMPARECE
e vai desfrutar esta tarde de “Aficion “
junto da natureza.
24 junho 2012
Caminhada da ZONA ALTA - Em dia de S. João
Decorreu em percurso Rural a caminhada da Zona Alta , sendo desta vez dedicada à Freguesia de Stª Maria . Cardilium , Caveira , Casal das Mós , Arroteias , estiveram no percurso . Houve Almoço, alusivo à época para os inscritos (as ). A sardinha assada foi rainha !
23 junho 2012
Em Julho, em Torres Novas
Coletividades de Torres Novas promovem “Festa da Cerveja” em Julho
8 de Junho de 2012. Etiquetas: Sociedade.
8 de Junho de 2012. Etiquetas: Sociedade.
Ainda falta um mês, mas a iniciativa de cinco coletividades de Torres Novas já “mexe”, apresentando a um mês de distância o cartaz das atrações para a sua primeira “Festa da Cerveja”.
Todos os anos o Rancho Folclórico de Torres Novas realiza em Julho o seu festival de folclore, integrando de há uns anos a esta parte as “Festas do Almonda”. Como este ano o município optou por realizar a Feira Medieval, em detrimento das primeiras, o Rancho pensou em organizar uma festa por ocasião do seu festival, explicou a “O Almonda” Joaquim Granata, o Presidente do Rancho. Porém, fez questão de frisar o mesmo interlocutor, esta festa ficará muito aquém das festas da cidade, e desde já procura não criar a expectativa de que esta “Festa da Cerveja” chegue perto da grande iniciativa do município. Será antes uma iniciativa «à medida das coletividades», fez questão de sublinhar.
Tomada a decisão era preciso arranjar alguns parceiros para a festa, para que fosse criada uma comissão organizadora. Recorrendo apenas a coletividades da cidade, para além do Rancho, participa o núcleo do Sporting de Torres Novas, que indicou Mário Rui, o Clube Desportivo Futebol Jovem, que indicou José Varela, a União Recreativa da Zona Alta, que nomeou Paulo Mota e a Banda Operária Torrejana, que indicou “Cajó” para em conjunto delinearem uma iniciativa que atraísse o público.
Luís Miguel Lopes(O Almonda)
3º Aniversário da TAACTO - Exposição Colectiva -Verão 2012
Dia 22de Junho foi dia de Aniversário da
TAACTO - Tertúlia Associativa de Arte e Cultura Torrejana.
Apresentou-se ao público uma nova Exposição Colectiva e Com muitos amigos degustou-se um bom repasto ao cuidado da "Confraria dos Petiscos Ribatejanos"
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