16 outubro 2012

Quarta, no Estúdio Alfa, em Torres Novas

O Cine Clube de Torres Novas apresenta




13 outubro 2012

OPINIÂO

O «novo» clube: a invasão do social pelo económico
O facto do clube se transformar numa empresa não porá em causa princípios essenciais do associativismo, ou seja, a legislação por que se passa a reger não prejudicará a liberdade da associação? O controlo que, nessa altura, se deve passar a exercer através dos poderes públicos, pressupõe uma regulamentação que, evidentemente, põe em risco o princípio da liberdade de associação, tal como resultou da legislação posterior ao 25 de Abril e é, tradicionalmente, concebida e praticada pelo Movimento Associativo. De facto, se o clube se aproxima, cada vez mais, da empresa é devido à vontade de garantir a invasão do «social» pelo «económico».
De uma forma explícita, e à primeira vista ingenuamente justificada, o que se argumenta é que o indivíduo deve participar (?) no próprio financiamento das actividades a que se dedica, e o clube deve conseguir por si mesmo obter fontes de financiamento capazes de garantir a sua sobrevivência. Isto devido a um duplo princípio de «justiça social»: por um lado, recusa-se a utilização do financiamento público pois viria a beneficiar dele aquele que menos precisa (na medida em que tem capacidade económica para poder suportar os custos reais da actividade), por outro, porque sendo o número de praticantes desportivos muito baixo, seriam aqueles que menos praticam (as camadas sociais mais desprotegidas) a pagar os custos de uma prática elitista.
Esta argumentação constitui um dos mais graves sofismas que o neoliberalismo utiliza como argumento. Nada é mais injusto do que uma igualdade que não tome em consideração as «desigualdades» e, por outro lado, é claro que se os clubes não são apoiados só as camadas com maior capacidade económica da população podem ter acesso às actividades. Assim a exclusão social e a segregação social sofrem um novo agravamento e só podem sobreviver os clubes frequentados por quem tem meios para custear práticas de alta qualidade ou aqueles que se dedicam ao espectáculo desportivo. Os outros devem desaparecer porque constituem estruturas obsoletas.
De qualquer forma, se se pretender que a associação constitua os seus próprios fundos, ou obter formas de crédito ou de empréstimo, é evidente que se torna indispensável fornecer garantias financeiras ao emprestador. Naturalmente, nestas condições, o registo do clube como empresa é indispensável, a não ser que esta prescinda das garantias de rendibilidade suficiente do clube.
Na situação actual, uns defendendo a pura e simples transformação do clube em empresa, outros argumentando que só a «parte» profissional da associação deveria ser objecto dessa mudança, dividindo o clube em dois, será indispensável que a associação se sujeite não só ao registo no comércio, como também se tem de submeter ao controlo que é exercido sobre todas as empresas. No espírito de alguns, esta é a evolução inevitável para o clube desportivo em todas as suas situações.
Ora, a esta perspectiva nada se pode opor quando se trata do clube totalmente profissionalizado, dedicado ao espectáculo desportivo, e em que as modalidades amadoras são apresentadas como um simples serviço, cujos custos devem ser pagos pelos seus frequentadores. Será mesmo injusto e incorrecto que a estas «novas empresas» não sejam aplicadas as regras pelas quais as outras se devem reger, e que se destinam a proteger terceiros.
O que é um facto é que, nestes casos, o clube passa imediatamente a interessar quer aos políticos (sobretudo em período eleitoral), quer os homens de negócio que «oferecem» os seus «serviços» (em especial os construtores civis e os homens da banca). Os próprios serviços públicos olham esta questão como uma complacência inesperada, desmultiplicando a sua acção neste campo. Mesmo ao nível local, uma ou outra destas atitudes manifesta-se, em especial, sempre que a direcção de dado clube deseja projectar alguma das suas equipas na «ribalta» do desporto profissional nacional ou regional. Basta tomar na devida conta o que se passou durante o ano de 1997 com o «totonegócio», para se ver até que ponto esta atitude desrazoável, proteccionista, intervencionista e /ou subserviente, de tudo isto um pouco em quase todos os casos, mas sempre tomando o desporto como objecto de promoção política, invadiu e tomou conta da mentalidade dos dirigentes.
Nada disto pretende negar a importância social e política do clube com actividade profissional e, muito menos, o papel que o futebol desempenha, cada vez mais fortemente, na sociedade. A valorização de um e de outro é aspecto insofismável, mas o que consideramos aberrante e inaceitável é que estas novas «empresas» exijam possuir um estatuto especial e não aceitem reger-se pelas mesmas normas que determinam a vida e a atividade de todas aquelas que foram criadas para obter lucro.
(Melo Carvalho)

No domingo, 21 de Outubro


12 outubro 2012

FESTA do AZEITE NOVO D' Aires .

De 1 a 4 de Novembro venha até ao Pedrogão ´A festa do Azeite, onde também actuarão a "Banda Filarmónica União Pedroguense "  e  o
 " Rancho Folclórico e Etnográfico da  Zibreira .

09 outubro 2012

06 outubro 2012

A 6 de Outubro de 1893...

... nasceu MARIA LAMAS


Foto de Eduardo Gageiro

05 outubro 2012

Muita sopa!



Sopas no Carvalhal da Aroeira e em Casais da Igreja


O fim de semana, é recheado de iniciativas gastronómicas no concelho.
No Carvalhal da Aroeira, o Centro Social Cultural e Recreativo local vai levar a efeito este Domingo, dia 7 de Outubro, a 4ª edição da Prova das Sopas. A iniciativa decorrerá a partir das 13.00 horas nas instalações da colectividade e, por 5 euros, os visitantes têm direito a uma tigela, pão e a provar todas as sopas que conseguirem saborear.
Entretanto, em Casais da Igreja, realiza-se idêntica iniciativa, promovida pea Associação Recreativa e Cultural local. A prova das sopas em Casais da Igreja, decorrerá a partir das 13.00 horas, nas instalações da associação. Por 6 euros, os interessados têm direito a uma tigela, pão e a provar todas as sopas disponíveis no evento.

Parabéns!


Sociedade: Bombeiros torrejanos comemoram 81 anos


A A.H.B.V.T. assinala esta 6ª Feira, dia 5 de Outubro, 81 anos de vida.
O programa comemorativo inclui, durante a manhã, a habitual bênção das viaturas e a sessão solene.
Pelas 18.00 horas, é ainda celebrada uma missa na igreja de S. Tiago.


01 outubro 2012

1 de Outubro

DIA MUNDIAL DA MÚSICA


30 setembro 2012

A UCATN na Vª . Convenção de Jogos Tradicionais * Com equipas vencedoras em sueca e damas

 Equipas da UCATN em SUECA E DAMAS  vencedoras no quadro competitivo  da Vª. Convenção de Jogos Tradicionais em RIO MAIOR 


2º  Lugar no Torneio de Damas

25 setembro 2012

A CPCCRD e a situação social

CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLECTIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO
NOTA Nº 9
Caros Colegas
Dirigentes Associativos
A Direcção (Executiva) da Confederação, reunida na sede no dia 24 de Setembro, após cuidada caracterização e análise da situação associativa nacional, constatou que a situação tende a agravar-se uma vez que todos os problemas existentes persistem sem solução à vista e surgiram novos problemas, pelo que deliberaram:
1. Manifestar a sua mais profunda preocupação aos poderes instituídos pela intromissão da Troika na vida associativa, uma vez que se configura que a exigência da entrega generalizada do Modelo 22 se destina a avaliar os montantes brutos movimentados; valores canalizados pelo Estado (governo e autarquias) e, eventualmente, vir a aplicar um PEC - (Pagamento Especial por Conta) às Colectividades e Associações;
2. Solicitar com carácter de urgência, audiências ao Presidente da República, Primeiro-ministro, Presidente do Conselho Económico e Social, Secretário-geral da CGTP/IN e Secretário-geral da UGT;
3. Marcar uma Conferência de Imprensa para denunciar a situação do Associativismo Popular e apresentar propostas alternativas;
4. Participar de forma autónoma na Manifestação de dia 29 de Setembro em Lisboa e distribuir um Comunicado onde sejam divulgados os problemas e as soluções que julgamos ajustadas e realistas;
5. Colaborar com a Confederação da Micro, Pequenas e Médias Empresas no sentido de analisar a situação dos sectores e ver formas de cooperação ao nível local, regional e nacional, bem como apresentar, em conjunto, propostas concretas ao OE.2013 (Orçamento de Estado);
6. Divulgar a situação do Movimento Associativo nacional e as propostas que temos, através de todos os meios de informação e comunicação disponíveis.
Perante a gravidade da situação, apelamos a todos os Colegas Dirigentes que divulguem esta nota e se mobilizem para as várias acções/iniciativas na defesa da Democracia, da Cultura, do Recreio e do Desporto.
 
Lisboa, 25 de Setembro de 2012
A Direcção da CPCCRD
 
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Às quartas: há cinema no Cine Estúdio Alfa


22 setembro 2012

É já no próximo fim de semana





CNTN campeão nacional TRIATLO JOVEM



Triatlo: CNTN confirmado como campeão Nacional de Triatlo Jovem


Agora já é oficial. A equipa Masculina da Escola de Triatlo do Clube de Natação de Torres Novas sagrou-se Campeã nacional de triatlo Jovem (escalões de Benjamins, Infantis, Iniciados e Juvenis), entre 29 equipas.
No total das 10 provas que integravam o calendário oficial, o triatlo torrejano conseguiu 2.260 pontos, contra os 2.120 do Núcleo Sportinguista da Golegã.
Entretanto, a Escola de Triatlo do Clube de Natação de Torres Novas acabou por vencer a última prova de Triatlo em Vendas Novas, realizada no passado dia 8/Set, e não a 2ª classificada, como tinha sido informado anteriormente.
(in TNFM)