13 dezembro 2012
11 dezembro 2012
BOAS FESTAS DA UCATN !
A UCATN - DESEJA A TODAS as ASSOCIAÇÕES, DIRIGENTES ASSOCIATIVOS , COLABORADORES E AMIGOS ,
VOTOS DE FELIZ NATAL
E UM PRÓSPERO ANO 2013
10 dezembro 2012
09 dezembro 2012
08 dezembro 2012
05 dezembro 2012
04 dezembro 2012
30 novembro 2012
ARPE- Em ASSEMBLEIA GERAL - 30 -11- 2012
Decorreu no Salão da BOT , A Assembleia geral Ordinária da Arpe - Associação de Reformados e Pensionistas de Torres Novas.
Esta assembleia serviu para aprovar o Plano e Orçamento para 2013 e dar informações sobre o avanço das obras da futura Nova Sede !
27 novembro 2012
Assembleia da tacto & CINEMA Quarta, no Estúdio Alfa
No dia 23 de Novembro , Reuniu em Assembleia Geral a TAACTO , onde fora aprovados o plano e orçamento para 2003 e no final seguiu-se um Jantar/ Magusto entre artista onde pontuaram os petiscos ribatejanos !
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CINEMA às Quartas no ALFA
24 novembro 2012
Casa do Povo da Lamarosa
Os sócios da Casa do Povo da Lamarosa reuniram no dia 23 de Novembro para eleger novos dirigentes. Mário Delgado para Presidente da Direcção e Helder Rodrigues para a Mesa da Assembleia Geral, foram dois dos eleitos.
LITEIROS: "Ceifeiros" comemoraram mais um aniversário
“Ceifeiros” de Liteiros recriaram apanha da azeitona em dia de aniversário
A direcção do rancho folclórico ”Os Ceifeiros” de Liteiros teve a ousadia de fugir ao convencional nestas coisas de aniversários e, além da habitual sessão solene de comemoração da efeméride (que naquela casa é mais do que isso), foi para a rua fazer um trabalho digno de ser vist a recriação da apanha da azeitona, com almoço no campo.
Foi no domingo, dia 18, a meio da manhã, que Liteiros regressou ao passado, com a recriação de uma jornada de apanha de azeitona. A iniciativa decorreu na fazenda da ”avó São”, situada perto da fronteira de Liteiros com Cardais. Antes da recriação foi feito uma espécie de ”briefing”, em que foram atribuídas tarefas aos elementos do grupo folclórico.
Instruções dadas, foi tempo de colocar mãos à obra, partindo o rancho de pessoas para a fazenda, ao som da cantiga ”Oliveirinha da serra”.Os mais pequenos subiram para a carroça, puxada por uma mula, que transportava ainda alguns bens necessários para a jornada. A pé, os homens empunhavam varejões, carregavam o escadote e transportavam outros equipamentos necessários e as mulheres levavam o farnel.Junto ao olival (onde só havia uma oliveira carregada, as restantes já tinham sido limpas) o pessoal dispersou e encarregou-se de efectuar a tarefa a que lhes estava destinada.Os homens trataram da apanha da azeitona: ”Está carregada. ‘Panta’ aí os panos”, ordenava um homem. ”Quem ‘arrepinha’ a azeitona com as mãos ?”, questionava pouco depois o mesmo homem, quando sobre os panos já havia ramos de oliveira caídos, com bagos de azeitona.Metros ao lado, um grupo de mulheres apanhava a azeitona que estava caída no chão e, enquanto os trabalhos decorriam, algumas crianças entretinham-se, de fisga em mão, tentando apanhar pássaros.Mais abaixo, um grupo de mulheres acendia uma fogueira, para adiantar o almoço, enquanto a mula pastava. ”Estamos a recriar quadros etnográficos para reconstituir o modo de vida dos nossos avós”, sintetizou Luís Filipe, director do grupo, referindo-se ao período entre os finais do século XIX até aos anos 30/40 do século XX.O objectivo, por um lado, é mostrar às pessoas que o grupo não se resume ao traje nem às danças e, por outro, enriquecer o próprio grupo ”enquanto escola de tradição da vida”, disse o dirigente ao JT. Durante as recriações foram gravadas imagens, estando os dirigentes do grupo a pensar em realizar um trabalho audiovisual com esta e outras iniciativas, como as descamisadas.À tarde, decorreu a sessão solene de comemoração dos 24 anos. A escolinha de folclore actuou, seguindo-se a entrega dos barretes de ouro, prata e bronze, aos mais pequenos. Foi ainda apresentado um vídeo da deslocação do grupo aos Açores, entre os dias 27 de Julho e 3 de Agosto.
Por: Élio Batista
A direcção do rancho folclórico ”Os Ceifeiros” de Liteiros teve a ousadia de fugir ao convencional nestas coisas de aniversários e, além da habitual sessão solene de comemoração da efeméride (que naquela casa é mais do que isso), foi para a rua fazer um trabalho digno de ser vist a recriação da apanha da azeitona, com almoço no campo.
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Instruções dadas, foi tempo de colocar mãos à obra, partindo o rancho de pessoas para a fazenda, ao som da cantiga ”Oliveirinha da serra”.Os mais pequenos subiram para a carroça, puxada por uma mula, que transportava ainda alguns bens necessários para a jornada. A pé, os homens empunhavam varejões, carregavam o escadote e transportavam outros equipamentos necessários e as mulheres levavam o farnel.Junto ao olival (onde só havia uma oliveira carregada, as restantes já tinham sido limpas) o pessoal dispersou e encarregou-se de efectuar a tarefa a que lhes estava destinada.Os homens trataram da apanha da azeitona: ”Está carregada. ‘Panta’ aí os panos”, ordenava um homem. ”Quem ‘arrepinha’ a azeitona com as mãos ?”, questionava pouco depois o mesmo homem, quando sobre os panos já havia ramos de oliveira caídos, com bagos de azeitona.Metros ao lado, um grupo de mulheres apanhava a azeitona que estava caída no chão e, enquanto os trabalhos decorriam, algumas crianças entretinham-se, de fisga em mão, tentando apanhar pássaros.Mais abaixo, um grupo de mulheres acendia uma fogueira, para adiantar o almoço, enquanto a mula pastava. ”Estamos a recriar quadros etnográficos para reconstituir o modo de vida dos nossos avós”, sintetizou Luís Filipe, director do grupo, referindo-se ao período entre os finais do século XIX até aos anos 30/40 do século XX.O objectivo, por um lado, é mostrar às pessoas que o grupo não se resume ao traje nem às danças e, por outro, enriquecer o próprio grupo ”enquanto escola de tradição da vida”, disse o dirigente ao JT. Durante as recriações foram gravadas imagens, estando os dirigentes do grupo a pensar em realizar um trabalho audiovisual com esta e outras iniciativas, como as descamisadas.À tarde, decorreu a sessão solene de comemoração dos 24 anos. A escolinha de folclore actuou, seguindo-se a entrega dos barretes de ouro, prata e bronze, aos mais pequenos. Foi ainda apresentado um vídeo da deslocação do grupo aos Açores, entre os dias 27 de Julho e 3 de Agosto.
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