
16 outubro 2013
15 outubro 2013
11 outubro 2013
Caminhada na ZONA ALTA E INFORMAÇÃO IMPORTANTE
CAMINHADA DA ZONA ALTA
DECORREU NO DOMINGO DIA 6 /10 , A CAMINHADA DA ZONA ALTA COM UM GRAU DE DIFICULDADE MÉDIO
COM A EXTENÇÃO DE 8 QUILOMETROS CAMINHAMOS POR ZONA RURAL
pela Estrada da Meia via , Estrada romana ,
Estrada da Sapeira e BOM AMOR
LICENÇA DE ATIVIDADES RUIDOSAS DE CARACTER TEMPORÁRIO QUE RESPEITEM A FESTAS POPULARES, ROMARIAS, FEIRAS, ARRAIAIS E BAILES
DECORREU NO DOMINGO DIA 6 /10 , A CAMINHADA DA ZONA ALTA COM UM GRAU DE DIFICULDADE MÉDIO
COM A EXTENÇÃO DE 8 QUILOMETROS CAMINHAMOS POR ZONA RURAL
pela Estrada da Meia via , Estrada romana ,
Estrada da Sapeira e BOM AMOR
INFORMAÇÃO
Em virtude da publicação da Lei n.º 75/2013 de 12 de setembro, que entrou em vigor no dia 30 de setembro (artº 4 - entrada em vigor no dia a seguir às eleições), e pelo artigo 16º, n.º 3, alínea c), é competência material da Junta de Freguesia o licenciamento de "Atividades ruidosas de caráter temporário que respeitem a festas populares, romarias, feiras, arraiais e bailes."
Assim, o local de obtensão das licenças referidas no assunto referido já não é na Câmara Municipal, mas sim na Junta de Freguesia.
Queiram tomar a devida nota.
Saudações associativas
Fed. Colect. C.R.D. Dist. Santarém
- A Direcção
04 outubro 2013
A 5 de Outubro
Bombeiros torrejanos celebram aniversário
A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Torrejanos celebra este sábado, dia 5 de Outubro o seu 82.º aniversário, com o programa festivo a iniciar-se às 9h30, com o hastear da bandeira, seguido de romagem ao cemitério. Às 11 horas há a formatura geral e a sessão solene está marcada para as 11h15, no salão dos bombeiros. Depois do almoço, às 18 horas, há uma missa na igreja de São Pedro. Entretanto, na semana seguinte, dia 12, realiza-se o habitual almoço de ex-bombeiros, às 13 horas, no resturante ”O mal atilado”, em Santo António. As reservas podem ser feitas para o telefone 939375240.
Por: Jornal Torrejano
A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Torrejanos celebra este sábado, dia 5 de Outubro o seu 82.º aniversário, com o programa festivo a iniciar-se às 9h30, com o hastear da bandeira, seguido de romagem ao cemitério. Às 11 horas há a formatura geral e a sessão solene está marcada para as 11h15, no salão dos bombeiros. Depois do almoço, às 18 horas, há uma missa na igreja de São Pedro. Entretanto, na semana seguinte, dia 12, realiza-se o habitual almoço de ex-bombeiros, às 13 horas, no resturante ”O mal atilado”, em Santo António. As reservas podem ser feitas para o telefone 939375240.
02 outubro 2013
28 setembro 2013
27 setembro 2013
22 setembro 2013
NAR expõe na Extensão de Saúde de Riachos
Em estreita colaboração com a USF Nove Torres (Centro de Saúde de Riachos) o NAR vai passar a realizar mensalmente na sala de espera da Unidade de Saúde exposições de artes plásticas e poesia. A primeira terá lugar já na quarta-feira, dia 4 de setembro ao fim da tarde. Trata-se de uma exposição coletiva de pintura de artistas do NAR intitulada “Recantos da Vila”. A exposição estará patente até ao final de setembro. Sendo nesta altura substituída por uma Individual de pintura de um artista ainda a convidar.
Visite!
Visite!
21 setembro 2013
A UCATN dá voz às candidaturas autárquicas
As mesmas perguntas sobre a temática do associativismo foram feitas pelo JT a todas as candidaturas. As respostas são apresentadas pela ordem no boletim de voto.
Os nossos parabéns por este excelente
trabalho do Jornal Torrejano.
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Susana Baptista, CDS/PP: “Quem
for eleito herdará uma dívida gigantesca que sempre foi escondida”
Não se consegue arranjar exemplo de autarquia da região que
tenha cortado os subsídios às colectividades: só em Torres Novas aconteceu. O
PAEL paga as dívidas em atraso. E a seguir? Defende a suspensão dos subsídios,
cortados desde 2009, ou compromete-se noutro sentido?
De modo algum pactuamos com esta decisão! O PS e restantes
partidos representados na assembleia municipal parecem ter esquecido a
importância social das colectividades/associações e do seu papel de
representantes das diversas culturas, tradições, costumes… Infelizmente,
algumas colectividades estão em risco de fechar. As dificuldades financeiras
resultantes da diminuição das quotas, o recuo do voluntariado, conduzem ao
desaparecimento de todo este imenso património cultural. Também a falta de
apoio logístico da CMTN, a que se junta a insensibilidade da edilidade expressa
na aplicação de diversas taxas, vieram agravar este fenómeno.
Em vez de receberem subsídios, os clubes preparam-se para ser
barrigas de aluguer por onde passam financiamentos da câmara à empresa
Turrispaços, a pretexto de taxas de utilização verdadeiramente chocantes dos
espaços municipais. Na região, a utilização dos espaços desportivos é gratuita
ou a preços simbólicos: acha que é possível alimentar esta mentira muito tempo
e se for eleito vai pactuar com ela?
Somos completamente contra a cobrança de taxas de utilização, de
espaços públicos por parte da câmara às colectividades. Estas desempenham um
elevado papel social, substituindo-se à própria câmara. Quanto à Turriespaços,
é chocante o prejuízo de milhões por parte da empresa, não se compreendendo o
parecer do Tribunal de Contas. (índice de endividamento de 183% com um passivo
em 2012 de 798.282,00€, e desde 2009 até 2012 aumentou a divida de 14% para 20%
). Como reduzir? Preterindo uma programação que inclui artistas estrangeiros e
apostando nas associações culturais locais. Com tantos ranchos folclóricos,
bandas filarmónicas, coros, artistas de dança, fadistas, e outros, porque não
usarmos o que temos de melhor da nossa cultura? Garantidamente com cachês bem
mais modestos… A CMTN, não pode alhear-se das profundas dificuldades e
privações por que passam os torrejanos.
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Helena Pinto, BE: ”Quem dá
garantias? Os que fizeram a dívida ou quem diz a verdade toda?”
Não se consegue arranjar exemplo de autarquia da região que
tenha cortado os subsídios às coletividades: só em Torres Novas aconteceu. O
PAEL paga as dívidas em atraso. E a seguir? Defende a suspensão dos subsídios,
cortados desde 2009, ou compromete-se noutro sentido?
O nosso compromisso é no sentido da reposição dos subsídios às
colectividades, assim como no apoio logístico, que deve ser facilitado e
agilizado.
Em vez de receberem subsídios, os clubes preparam-se para ser
barrigas de aluguer por onde passam financiamentos da câmara à empresa
Turrispaços, a pretexto de taxas de utilização verdadeiramente chocantes dos
espaços municipais. Na região, a utilização dos espaços desportivos é gratuita
ou a preços simbólicos: acha que é possível alimentar esta mentira muito tempo
e se for eleito vai pactuar com ela?
Não. Defendemos o pagamento de taxas simbólicas, pois o dever do
município é contribuir para o trabalho que os clubes fazem. Esse trabalho é
fundamental, sobretudo agora, em tempos de crise social. A existência da
empresa municipal Turrispaços não se justifica: a nossa proposta é que os seus
serviços e todos os seus trabalhadores sejam integrados na câmara municipal.
……………………………….
Carlos Tomé, CDU: “Relatório da
DGF é devastador para o PS e confirma as posições de sempre da CDU”
Não se consegue arranjar exemplo de autarquia da região que
tenha cortado os subsídios às colectividades: só em Torres Novas aconteceu. O
PAEL paga as dívidas em atraso. E a seguir? Defende a suspensão dos subsídios,
cortados desde 2009, ou compromete-se noutro sentido?
O corte de subsídios às colectividades foi uma decisão
absolutamente errada e escandalosa da maioria PS na câmara. As colectividades
são fundamentais para a vida na nossa comunidade e devem ser apoiadas e
acarinhadas pelo município. Os subsídios devem ser imediatamente repostos.
Aliás, o apoio municipal ao movimento associativo deve começar desde logo pelo
princípio do respeito e do cumprimento dos compromissos assumidos. Actualmente
as colectividades não acreditam na câmara pois esta não cumpre o que promete,
não honra a palavra, não executa as suas próprias decisões nem cumpre os
protocolos que assina. Acresce que os apoios municipais devem ser transparentes
e objecto de regulamentos simples e perceptíveis para as colectividades.
Em vez de receberem subsídios, os clubes preparam-se para ser
barrigas de aluguer por onde passam financiamentos da câmara à empresa
Turrispaços, a pretexto de taxas de utilização verdadeiramente chocantes dos
espaços municipais. Na região, a utilização dos espaços desportivos é gratuita
ou a preços simbólicos: acha que é possível alimentar esta mentira muito tempo
e se for eleito vai pactuar com ela?
A situação é escandalosa. Com a intervenção da Turrisespaços na
gestão dos espaços desportivos os clubes estão a ser obrigados a pagar a sua
utilização. Ora, os clubes não deviam pagar nada por esta utilização porque
exercem um papel absolutamente fundamental na comunidade e substituem-se ao
município e ao Estado no âmbito do trabalho desportivo. Neste momento, a
situação é totalmente inaceitável, com o caricato de estarem as colectividades
a financiar o município e não o contrário, como devia acontecer.
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Henrique Reis, PSD: “PDM tem
passado por momentos dignos de um verdadeiro caso de polícia”
Não se consegue arranjar exemplo de autarquia da região que
tenha cortado os subsídios às colectividades: só em Torres Novas aconteceu. O
PAEL paga as dívidas em atraso. E a seguir? Defende a suspensão dos subsídios,
cortados desde 2009, ou compromete-se noutro sentido?
Connosco, passará a ser respeitado o princípio do equilíbrio
orçamental. Na atual conjuntura económica não se poderá atribuir subsídios sem
mais nem menos, sem qualquer critério justo e equitativo. Obviamente que não
concordamos com o corte puro e simples da atribuição de subsídios. Teremos a
sensibilidade necessária para contribuir para a afirmação dos valores culturais
e desportivos existentes no concelho. Apoiaremos de forma direta algumas
atividades culturais e desportivas, mediante uma avaliação crítica que
simultaneamente desafie e motive todas as associações a ter ambições de
qualidade e de mérito.
Em vez de receberem subsídios, os clubes preparam-se para ser
barrigas de aluguer por onde passam financiamentos da câmara à empresa
Turrispaços, a pretexto de taxas de utilização verdadeiramente chocantes dos
espaços municipais. Na região, a utilização dos espaços desportivos é gratuita
ou a preços simbólicos: acha que é possível alimentar esta mentira muito tempo
e se for eleito vai pactuar com ela?
Não pactuaremos com a realidade que consta da pergunta colocada.
No atual contexto, a Turrispaços vai merecer da nossa parte um rigoroso
controlo. Aquilo que se pretende é que as associações desportivas e culturais
tenham as tais ambições de qualidade e mérito. Cumpre-nos facilitar e não
complicar essas ambições.
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Pedro Ferreira, PS: “Nós sabemos
como iremos pagar a dívida da câmara municipal”
Não se consegue arranjar exemplo de autarquia da região que
tenha cortado os subsídios às colectividades: só em Torres Novas aconteceu. O
PAEL paga as dívidas em atraso. E a seguir? Defende a suspensão dos subsídios,
cortados desde 2009, ou compromete-se noutro sentido?
Reconhecemos o papel imprescindível das colectividades e dentro
das limitações financeiras que iremos enfrentar, encontraremos espaço
orçamental para recomeçar a atribuição dos subsídios institucionais ou outros
pontuais, sempre através de Contrato-Programa, também como forma de dinamização
das próprias colectividades. Nunca deixámos de apoiar as colectividades. O
apoio logístico para as suas actividades, entre outros apoios, não sendo
dinheiro injectado nas colectividades, representa custos muito expressivos para
a autarquia.
Em vez de receberem subsídios, os clubes preparam-se para ser
barrigas de aluguer por onde passam financiamentos da câmara à empresa
Turrispaços, a pretexto de taxas de utilização verdadeiramente chocantes dos
espaços municipais. Na região, a utilização dos espaços desportivos é gratuita
ou a preços simbólicos: acha que é possível alimentar esta mentira muito tempo
e se for eleito vai pactuar com ela?
As questões e as afirmações feitas pelo TORREJANO parecem
manifestos de qualquer oposição. Estão definidas na lei as regras para os
municípios permitirem a utilização dos equipamentos públicos às colectividades.
Tempos houve que a gratuitidade imperou e que também foi possível ao município
permitir essa situação. Hoje a lei obriga à formalização de contratos-programa
com qualquer colectividade sob risco de penalizações sérias. Pretendemos
analisar caso a caso a realidade de cada associação e procurar a forma mais
equilibrada sem comprometer a sobrevivência das mesmas. Aliás é o que tem
acontecido, através, sempre, de um diálogo permanente.
16 setembro 2013
13 setembro 2013
Debate “Movimento Associativo Popular e Qualidade de Vida”
Com dezenas de participantes,
com a presença de todas as candidaturas (à excepção do PSD), realizou-se na UDR
Zona Alta o debate sobre “Movimento Associativo Popular e Qualidade de Vida”.
Em quase três dezenas de
intervenções foi essencialmente referenciada a relação das autarquias com o
movimento associativo e foram apontadas algumas medidas que relancem a
confiança entre autarcas e todo o movimento associativo.
11 setembro 2013
09 setembro 2013
08 setembro 2013
06 setembro 2013
04 setembro 2013
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