25 outubro 2013

Parabéns e muitos êxitos para a SMUT

SMUT celebrou 93 anos com concerto e tem nova sede quase pronta
Filarmónica de Lapas prepara gravação de disco em 2014



 
A Sociedade Musical União e Trabalho de Lapas (SMUT) assinalou na semana passada os seus 93 anos, aniversário que foi celebrado com um concerto no domingo à tarde, na nova sede (ainda por inaugurar).
João Nuno Borga, dirigente da colectividade, anunciou que em 2014, depois do concerto de Reis, a banda vai começar a preparar a gravação de um CD, o primeiro da história da filarmónica. O trabalho vai começar pela selecção dos temas, ensaios e posterior gravação, havendo já uma ideia dos custos do projecto discográfico. Entretanto, a mudança da SMUT para a nova sede está prevista para o final deste ano, ou mais tardar para o início de 2014. Nesta altura ainda estão a decorrer trabalhos de acabamento na nova sala de ensaios (no piso inferior) e faltam ainda alguns pormenores no primeiro piso, onde funcionarão as aulas da escola de música, bem como haverá um espaço de convívio e de reuniões da direcção. ”A ideia é mudarmo-nos para cá o quanto antes. Nas últimas semanas as obras levaram um grande avanço e só estamos dependentes da mão-de-obra, uma vez que os materiais já estão adquiridos”, assegura João Nuno. De acordo com o responsável, a mudança da escola de música não deverá acompanhar a da banda, pois ainda não será possível conciliar a realização de várias aulas ao mesmo tempo. Essa mudança terá de ser faseada. Os trabalhos estão a ser assegurados por um grupo de voluntários, facto que João Nuno realça sempre e que voltou a frisar neste concerto comemorativo dos 93 anos. Este grupo tem ido praticamente todos os dias da semana para a nova sede, onde tem dado andamento aos trabalhos pela noite dentro. A direcção da SMUT promete uma inauguração ”em grande” do novo espaço.

   Por:
Élio Batista

Nos próximos fins de semana

Boquilobo e Alcorochel dão boas vindas à água-pé


Este fim-de-semana promete ser de agitação no Boquilobo, com a segunda edição da festa da água-pé, sábado e domingo. Neste certame há lugar à realização do concurso da melhor água-pé, com a entrega dos prémios a decorrerem no domingo à tarde. Mas a festa não é apenas feita de água-pé. A organização anuncia provas de água pé e licores, artesanato, exposições, doçaria, gastronomia, jogos tradicionais e animação musical. Não escapará certamente ao leitor a curiosidade em assistir à ”Descida Maluca”. Trata-se da presença de carros, sem motor, com o mínimo de três rodas. Esta actividade está agendada para as 12h30, de sábado.

A Associação Desportiva, Recreativa, Ambiental e Cultural de Alcorochel realiza a 16.ª edição do Festival da Água-pé no primeiro fim-de-semana de Novembro, dias 1, 2 e 3, no Pátio da Rita Ferreira. A organização assegura o serviço de refeições (almoço e jantar), estando a ementa organizada da seguinte forma: arroz de feijoca com pataniscas e febras (sexta-feira); cachola com batata cozida e carne estufada (sábado); couves com feijões e bacalhau assado e feijoada (domingo). No sábado à noite há animação musical com Adamastor.

   Por:
Jornal Torrejano

 

23 outubro 2013

22 outubro 2013

18 outubro 2013

16 outubro 2013

15 outubro 2013

11 outubro 2013

Caminhada na ZONA ALTA E INFORMAÇÃO IMPORTANTE

CAMINHADA DA ZONA ALTA 
 DECORREU NO DOMINGO DIA 6 /10 , A CAMINHADA DA ZONA ALTA COM UM GRAU DE DIFICULDADE MÉDIO 
 COM A EXTENÇÃO DE 8 QUILOMETROS  CAMINHAMOS POR ZONA RURAL 
 pela  Estrada da Meia  via , Estrada romana , 
Estrada da Sapeira e BOM AMOR


LICENÇA DE ATIVIDADES RUIDOSAS DE CARACTER TEMPORÁRIO QUE RESPEITEM A FESTAS POPULARES, ROMARIAS, FEIRAS, ARRAIAIS E BAILES
INFORMAÇÃO
Em virtude da publicação da Lei n.º 75/2013 de 12 de setembro, que entrou em vigor no dia 30 de setembro (artº 4 - entrada em vigor no dia a seguir às eleições), e pelo artigo 16º, n.º 3, alínea c), é competência material da Junta de Freguesia o licenciamento de "Atividades ruidosas de caráter temporário que respeitem a festas populares, romarias, feiras, arraiais e bailes."
Assim, o local de obtensão das licenças referidas no assunto referido já não é na Câmara Municipal, mas sim na Junta de Freguesia.
Queiram tomar a devida nota.
Saudações associativas
Fed. Colect. C.R.D. Dist. Santarém
- A Direcção

No próximo fim de semana


Na Biblioteca de Torres Novas


Na MEIA VIA


04 outubro 2013

A 5 de Outubro

Bombeiros torrejanos celebram aniversário

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Torrejanos celebra este sábado, dia 5 de Outubro o seu 82.º aniversário, com o programa festivo a iniciar-se às 9h30, com o hastear da bandeira, seguido de romagem ao cemitério. Às 11 horas há a formatura geral e a sessão solene está marcada para as 11h15, no salão dos bombeiros. Depois do almoço, às 18 horas, há uma missa na igreja de São Pedro. Entretanto, na semana seguinte, dia 12, realiza-se o habitual almoço de ex-bombeiros, às 13 horas, no resturante ”O mal atilado”, em Santo António. As reservas podem ser feitas para o telefone 939375240.


   Por:
Jornal Torrejano

02 outubro 2013

28 setembro 2013

27 setembro 2013

CAMINHADA NA ZONA ALTA

Dia 6 de Outubro  vamos em caminhada  e também teremos convívio gastronómico

22 setembro 2013

NAR expõe na Extensão de Saúde de Riachos

Em estreita colaboração com a USF Nove Torres (Centro de Saúde de Riachos) o NAR vai passar a realizar mensalmente na sala de espera da Unidade de Saúde exposições de artes plásticas e poesia. A primeira terá lugar já na quarta-feira, dia 4 de setembro ao fim da tarde. Trata-se de uma exposição coletiva de pintura de artistas do NAR intitulada “Recantos da Vila”. A exposição estará patente até ao final de setembro. Sendo nesta altura substituída por uma Individual de pintura de um artista ainda a convidar.

Visite!
 

 

21 setembro 2013

A UCATN dá voz às candidaturas autárquicas


As mesmas perguntas sobre a temática do associativismo foram feitas pelo JT a todas as candidaturas. As respostas são apresentadas pela ordem no boletim de voto.

Os nossos parabéns por este excelente trabalho do Jornal Torrejano.

…………………..

Susana Baptista, CDS/PP: “Quem for eleito herdará uma dívida gigantesca que sempre foi escondida”



Não se consegue arranjar exemplo de autarquia da região que tenha cortado os subsídios às colectividades: só em Torres Novas aconteceu. O PAEL paga as dívidas em atraso. E a seguir? Defende a suspensão dos subsídios, cortados desde 2009, ou compromete-se noutro sentido?

De modo algum pactuamos com esta decisão! O PS e restantes partidos representados na assembleia municipal parecem ter esquecido a importância social das colectividades/associações e do seu papel de representantes das diversas culturas, tradições, costumes… Infelizmente, algumas colectividades estão em risco de fechar. As dificuldades financeiras resultantes da diminuição das quotas, o recuo do voluntariado, conduzem ao desaparecimento de todo este imenso património cultural. Também a falta de apoio logístico da CMTN, a que se junta a insensibilidade da edilidade expressa na aplicação de diversas taxas, vieram agravar este fenómeno.

Em vez de receberem subsídios, os clubes preparam-se para ser barrigas de aluguer por onde passam financiamentos da câmara à empresa Turrispaços, a pretexto de taxas de utilização verdadeiramente chocantes dos espaços municipais. Na região, a utilização dos espaços desportivos é gratuita ou a preços simbólicos: acha que é possível alimentar esta mentira muito tempo e se for eleito vai pactuar com ela?

Somos completamente contra a cobrança de taxas de utilização, de espaços públicos por parte da câmara às colectividades. Estas desempenham um elevado papel social, substituindo-se à própria câmara. Quanto à Turriespaços, é chocante o prejuízo de milhões por parte da empresa, não se compreendendo o parecer do Tribunal de Contas. (índice de endividamento de 183% com um passivo em 2012 de 798.282,00€, e desde 2009 até 2012 aumentou a divida de 14% para 20% ). Como reduzir? Preterindo uma programação que inclui artistas estrangeiros e apostando nas associações culturais locais. Com tantos ranchos folclóricos, bandas filarmónicas, coros, artistas de dança, fadistas, e outros, porque não usarmos o que temos de melhor da nossa cultura? Garantidamente com cachês bem mais modestos… A CMTN, não pode alhear-se das profundas dificuldades e privações por que passam os torrejanos.

…………………..

Helena Pinto, BE: ”Quem dá garantias? Os que fizeram a dívida ou quem diz a verdade toda?”



Não se consegue arranjar exemplo de autarquia da região que tenha cortado os subsídios às coletividades: só em Torres Novas aconteceu. O PAEL paga as dívidas em atraso. E a seguir? Defende a suspensão dos subsídios, cortados desde 2009, ou compromete-se noutro sentido?

O nosso compromisso é no sentido da reposição dos subsídios às colectividades, assim como no apoio logístico, que deve ser facilitado e agilizado.

Em vez de receberem subsídios, os clubes preparam-se para ser barrigas de aluguer por onde passam financiamentos da câmara à empresa Turrispaços, a pretexto de taxas de utilização verdadeiramente chocantes dos espaços municipais. Na região, a utilização dos espaços desportivos é gratuita ou a preços simbólicos: acha que é possível alimentar esta mentira muito tempo e se for eleito vai pactuar com ela?

Não. Defendemos o pagamento de taxas simbólicas, pois o dever do município é contribuir para o trabalho que os clubes fazem. Esse trabalho é fundamental, sobretudo agora, em tempos de crise social. A existência da empresa municipal Turrispaços não se justifica: a nossa proposta é que os seus serviços e todos os seus trabalhadores sejam integrados na câmara municipal.

……………………………….

Carlos Tomé, CDU: “Relatório da DGF é devastador para o PS e confirma as posições de sempre da CDU”



Não se consegue arranjar exemplo de autarquia da região que tenha cortado os subsídios às colectividades: só em Torres Novas aconteceu. O PAEL paga as dívidas em atraso. E a seguir? Defende a suspensão dos subsídios, cortados desde 2009, ou compromete-se noutro sentido?

O corte de subsídios às colectividades foi uma decisão absolutamente errada e escandalosa da maioria PS na câmara. As colectividades são fundamentais para a vida na nossa comunidade e devem ser apoiadas e acarinhadas pelo município. Os subsídios devem ser imediatamente repostos. Aliás, o apoio municipal ao movimento associativo deve começar desde logo pelo princípio do respeito e do cumprimento dos compromissos assumidos. Actualmente as colectividades não acreditam na câmara pois esta não cumpre o que promete, não honra a palavra, não executa as suas próprias decisões nem cumpre os protocolos que assina. Acresce que os apoios municipais devem ser transparentes e objecto de regulamentos simples e perceptíveis para as colectividades.

Em vez de receberem subsídios, os clubes preparam-se para ser barrigas de aluguer por onde passam financiamentos da câmara à empresa Turrispaços, a pretexto de taxas de utilização verdadeiramente chocantes dos espaços municipais. Na região, a utilização dos espaços desportivos é gratuita ou a preços simbólicos: acha que é possível alimentar esta mentira muito tempo e se for eleito vai pactuar com ela?

A situação é escandalosa. Com a intervenção da Turrisespaços na gestão dos espaços desportivos os clubes estão a ser obrigados a pagar a sua utilização. Ora, os clubes não deviam pagar nada por esta utilização porque exercem um papel absolutamente fundamental na comunidade e substituem-se ao município e ao Estado no âmbito do trabalho desportivo. Neste momento, a situação é totalmente inaceitável, com o caricato de estarem as colectividades a financiar o município e não o contrário, como devia acontecer.

………………………….

Henrique Reis, PSD: “PDM tem passado por momentos dignos de um verdadeiro caso de polícia”



Não se consegue arranjar exemplo de autarquia da região que tenha cortado os subsídios às colectividades: só em Torres Novas aconteceu. O PAEL paga as dívidas em atraso. E a seguir? Defende a suspensão dos subsídios, cortados desde 2009, ou compromete-se noutro sentido?

Connosco, passará a ser respeitado o princípio do equilíbrio orçamental. Na atual conjuntura económica não se poderá atribuir subsídios sem mais nem menos, sem qualquer critério justo e equitativo. Obviamente que não concordamos com o corte puro e simples da atribuição de subsídios. Teremos a sensibilidade necessária para contribuir para a afirmação dos valores culturais e desportivos existentes no concelho. Apoiaremos de forma direta algumas atividades culturais e desportivas, mediante uma avaliação crítica que simultaneamente desafie e motive todas as associações a ter ambições de qualidade e de mérito.

Em vez de receberem subsídios, os clubes preparam-se para ser barrigas de aluguer por onde passam financiamentos da câmara à empresa Turrispaços, a pretexto de taxas de utilização verdadeiramente chocantes dos espaços municipais. Na região, a utilização dos espaços desportivos é gratuita ou a preços simbólicos: acha que é possível alimentar esta mentira muito tempo e se for eleito vai pactuar com ela?

Não pactuaremos com a realidade que consta da pergunta colocada. No atual contexto, a Turrispaços vai merecer da nossa parte um rigoroso controlo. Aquilo que se pretende é que as associações desportivas e culturais tenham as tais ambições de qualidade e mérito. Cumpre-nos facilitar e não complicar essas ambições.

………………………….

Pedro Ferreira, PS: “Nós sabemos como iremos pagar a dívida da câmara municipal”



Não se consegue arranjar exemplo de autarquia da região que tenha cortado os subsídios às colectividades: só em Torres Novas aconteceu. O PAEL paga as dívidas em atraso. E a seguir? Defende a suspensão dos subsídios, cortados desde 2009, ou compromete-se noutro sentido?

Reconhecemos o papel imprescindível das colectividades e dentro das limitações financeiras que iremos enfrentar, encontraremos espaço orçamental para recomeçar a atribuição dos subsídios institucionais ou outros pontuais, sempre através de Contrato-Programa, também como forma de dinamização das próprias colectividades. Nunca deixámos de apoiar as colectividades. O apoio logístico para as suas actividades, entre outros apoios, não sendo dinheiro injectado nas colectividades, representa custos muito expressivos para a autarquia.

Em vez de receberem subsídios, os clubes preparam-se para ser barrigas de aluguer por onde passam financiamentos da câmara à empresa Turrispaços, a pretexto de taxas de utilização verdadeiramente chocantes dos espaços municipais. Na região, a utilização dos espaços desportivos é gratuita ou a preços simbólicos: acha que é possível alimentar esta mentira muito tempo e se for eleito vai pactuar com ela?

As questões e as afirmações feitas pelo TORREJANO parecem manifestos de qualquer oposição. Estão definidas na lei as regras para os municípios permitirem a utilização dos equipamentos públicos às colectividades. Tempos houve que a gratuitidade imperou e que também foi possível ao município permitir essa situação. Hoje a lei obriga à formalização de contratos-programa com qualquer colectividade sob risco de penalizações sérias. Pretendemos analisar caso a caso a realidade de cada associação e procurar a forma mais equilibrada sem comprometer a sobrevivência das mesmas. Aliás é o que tem acontecido, através, sempre, de um diálogo permanente.

16 setembro 2013