25 outubro 2014

21 outubro 2014

AG da UCATN


Informação CPCCRD (2)


MOREIRAS GRANDES

Moreiras Grandes: centro recreativo investe "na aldeia e nas pessoas"



 
O Centro Recreativo e Cultural das Moreiras Grandes, freguesia de Assentis, tem-se afirmado nos últimos anos como o motor que faz a aldeia mexer, bem como numa organização com grande dimensão cívica.
Nos últimos três meses foram construídos dois equipamentos com naturezas distintas, mas necessários nas Moreiras Grandes, e ambos foram tornados uma realidade devido ao empenho dos actuais e antigos dirigentes da colectividade. Um desses projectos é a casa mortuária, cuja construção nasceu numa das salas da antiga escola primária, que foi cedida pela autarquia ao CRCMG. O edifício da antiga escola é contíguo à igreja e foi na sala mais próxima do templo que a casa mortuária foi preparada, apesar de aquela divisão ser a que se encontrava em pior estado de conservação. As obras de requalificação do espaço estão praticamente concluídas, faltando apenas colocar algum mobiliário, como mesas, cadeiras e, eventualmente, um sofá. Até agora, os corpos têm sido velados na igreja, em condições muitas vezes desconfortáveis, sobretudo no Inverno, situação que mudará logo que a casa mortuária passe a estar ao dispor da população. Além da requalificação da antiga sala de aula, realizaram-se também arranjos exteriores no edifício e que foram executados e custeados pela colectividade, nomeadamente na sua fachada, que foi pintada, bem como na calçada que ainda está a ser melhorada e conservada. Mário Violante, presidente da direcção do centro recreativo das Moreiras Grandes, sublinha que, apesar de a colectividade não ter efectivamente esta vocação, ”está atenta aos problemas da aldeia”, procurando ser parte das soluções.   Parque de manutenção já ao dispor da população A construção de um parque de manutenção, com uma dezena de aparelhos, ficou praticamente concluída há cerca de duas semanas, tendo já sido utilizado por populares. Implantado num terreno cedido pela câmara municipal no centro da aldeia (perto da igreja), o parque de manutenção é um equipamento de utilização livre e que vem oferecer à população a possibilidade de fazer algum desporto. Cada aparelho tem uma descrição sobre a sua utilização, o que permite autonomia total na sua fruição. O projecto do parque foi executado por uma jovem arquitecta da terra, Joana Silva, que fez este trabalho graciosamente. Está ainda por concluir a parte de jardinagem mas, de qualquer forma, deu já para se perceber que o parque está muito bem conseguido esteticamente e contraria um velho dizer popular, aquele que diz que os santos da casa não fazem milagres. Não se tratando efectivamente de um milagre, esta colectividade de aldeia conseguiu, exclusivamente com capitais próprios, implementar estes dois projectos em pouco mais de três meses. Fê-lo com dinheiro que angariou em diversas iniciativas ao longo de vários anos, e sobretudo com as festas de Verão. Estes dois novos espaços foram apresentados à população no domingo, dia 12, após um almoço de comemoração dos 28 anos da colectividade, que decorreu no pavilhão desportivo e que contou com a presença de cerca de 300 pessoas. Além destas duas obras em fase de conclusão, no Verão que passou foram executadas outras intervenções de dimensão significativa, designadamente a reparação e pintura da fachada do pavilhão desportivo, que apresentava algumas fendas que estavam a causar infiltrações e, no recinto das festas de Verão, foi ampliada uma faixa de terreno que confere aquele espaço maior dimensão. Esta intervenção obrigou à construção de um novo muro de suporte da barreira e ao deslocamento de um poste de electricidade, explicaram os dirigentes da colectividade.

   Por:
Jornal Torrejano

Aniversário do MUSEU AGRÍCOLA

Museu Agrícola de Riachos fez 25 anos e mantém-se fiel aos objectivos iniciais
O Museu Agrícola de Riachos foi inaugurado no dia 30 de Setembro de 1989 e, por isso, celebrou este ano um quarto de século. As comemorações decorreram no último sábado, dia 11 de Outubro.



 
À parte algumas tertúlias e adegas particulares que existem em Riachos, decoradas com peças e objectos que retratam a etnografia local, o Museu Agrícola de Riachos (MAR) é o sítio que, nas duas últimas década e meia, concentra o espólio mais representativo dos vários aspectos da ruralidade que marcou o modo de vida das gentes riachenses dos primeiros anos do século XX.
Numa fase inicial, notou Luís Mota Figueira, director do museu há cerca de 20 anos, não foi estabelecido um critério rigoroso havendo, na sua opinião, um certo exagero do número de peças em exposição, algo que foi corrigido quando em meados década de 90 se estabeleceu o critério museográfico do museu. No seu ponto de vista, um museu não deve ter como principal preocupação a quantidade de objectos até porque as peças são meros ”pretextos” num universo em que as pessoas são as mais importantes. ”O museu é feito de pessoas e para as pessoas”, defendeu Luís Mota. O responsável evocou durante a sessão comemorativa o nome de um dos pioneiros, Julião da Luz, um comerciante de automóveis. ”O Museu Agrícola surgiu a partir de uma proposta vinda de alguém de fora do universo da cultura e é esse o espírito que se mantém”, sublinhou, enaltecendo ainda o papel importante que têm tido todos os voluntários ao longo destes anos. Luís Mota não deixou também de referir o significativo apoio mecenático que Carlos Trincão Marques tem mantido ao longo dos anos que, a somar aos apoios das autarquias, câmara e juntas de freguesia (Riachos e UF Brogueira, Parceiros e Alcorochel), têm contribuído para a manutenção do MAR. Já Carlos Trincão Marques, presidente da Associação de Defesa do Património Histórico, destacou o papel comunitário do museu, que ”não é de ninguém mas é de todos os riachenses”. Trincão Marques comparou ainda as instalações do museu de há 25 anos e de agora. ”A diferença é abissal. Foi alargado aos poucos com o esforço e empenhamento de muita gente”, concluiu. O presidente da câmara de Torres Novas referiu-se ao museu como um referência não apenas para Riachos e para o concelho mas também para toda a região e destacou o papel de Luís Mota Figueira na sua afirmação. Um museu dinâmicoO Museu Agrícola de Riachos está dividido em diversas áreas temáticas, sendo constituído pelo lagar e a eira, a casa tradicional e a maquinaria agrícola, o traje e as artes e ofícios tradicionais. Dentro destas mini-valências existe um acervo etnográfico de grande interesse didáctico e, além destes, o boieiros, gadanheiros e valadores merecem plano de destaque pelo papel de relevância que representaram no passado riachense. Os serviços de museologia e museografia, de conservação e restauro e os serviços educativos também são bases deste projecto museológico.

   Por:
Jornal Torrejano

CAMINHADA NA ZONA ALTA 26 de Outubro


13 outubro 2014

Formação Associativa


Informação da CPCCRD (1)


Eleições no...

Rancho de Torres Novas encerrou plano de actividades e prepara-se para eleições



 
O rancho folclórico e Torres Novas (RFTN) terminou, no sábado, o seu plano de actividades para 2014, com a realização de mais uma edição de um festival de sopas, que decorreu no salão do antigo colégio de Santa Maria, actividade que marcou o encerramento das que estavam previstas para este ano, preparando-se o grupo para realizar eleições, no dia 24 de Outubro.
Joaquim Granata, o actual presidente da direcção, diz que vai novamente a votos podendo não concorrer sozinho. Em declarações ao JT, afirmou ter projectos para o futuro, destacando a abertura de uma escolinha de folclore de modo a garantir o futuro do grupo. Com efeito, assegura, vai ser feita uma divulgação nas escolas do primeiro ciclo para tentar captar crianças e jovens entre os 5 e 12 anos.
No ano que passou Granata salientou que concretizou-se a saída de alguns componentes, dizendo que não é possível agradar a todos, mas a saída de diversos membros foi colmatada com a entrada de novas pessoas.
Quanto ao festival de sopas, que decorreu no sábado à noite, 4 de Outubro, o dirigente fez um balanço muito positivo, pois foi o que registou um maior número de participantes e de restaurantes, 24 no total, que confeccionaram as sopas servidas.
O evento contou com a animação do rancho folclórico da Casa do Povo da Zibreira e do de Torres Novas. O festival de sopas acabou por não ser prejudicado pela realização, em simultâneo, da feira dos frutos secos, e concentrou um pedaço enorme da cultura etnográfica do concelho de Torres Novas.

   Por:
Jornal Torrejano

10 outubro 2014

09 outubro 2014

02 outubro 2014

Na Meia Via


01 outubro 2014

27 setembro 2014

25 setembro 2014

16 setembro 2014

No VIRGINIA


Em RIACHOS


10 setembro 2014

No sábado, no Parque do Alvorão


EM OUTUBRO - Aniversário do Museu de Riachos

Entre muitas actividades um convite para uma delas .

03 setembro 2014

Nas LAPAS


30 agosto 2014

29 agosto 2014

Em Riachos


27 agosto 2014

Informação CPCCRD (4)


Cinema no Parque

Sábado, 30 de Agosto
21,30 horas
PARQUE CAMPISMO ALVORÃO
 

14 agosto 2014

10 agosto 2014

FALECEU - Francisco Canais Rocha

Francisco Canais Rocha, foi o primeiro presidente da UCATN
 e grande dinamizador do movimento Associataivo Torrejano . 
Um homem bom que nos deixa um grande legado de reflexão , partilha e afectos .
 Condolências à familia enlutada
Honremos CANAIS ROCHA


07 agosto 2014

02 agosto 2014

Informação da CPCCRD (2)


Solicitação da Cáritas

Caros Colegas
 
A Cáritas Portuguesa, através do seu Presidente Professor Eugénio da Fonseca, solicitou a colaboração do Movimento Associativo Popular na Campanha de Recolha de Livros Escolares Usados em cooperação com a rede de Supermercados Continente.
A Confederação Portuguesa das Colectividades, considerando o objectivo social da campanha, decidiu apoiar a iniciativa, solicitando às Colectividades e Associações que, entretanto, procedam à recolha de Livros entre os seus associados e os façam chegar aos Voluntários que, nos dias 6 e 7 de Setembro, se encontrarão nos Supermercados Continente. Podemos ainda integrar  a rede de Voluntários desta Campanha.
A coordenação da Campanha será feita pelo colega Vítor Rosa, membro da Direcção da Confederação Portuguesa de Voluntariado, em representação da Confederação Portuguesa das Colectividades, que pode ser contactado através do seguinte endereço electrónico: vitormcarosa@gmail.com
 
1 Agosto 2014

Com os melhores cumprimentos associativos
 
A Direcção da CPCCRD
 
 

27 julho 2014

CAMINHADA NA ZONA ALTA JULHO 2014


  Hoje,dia 27 ,  sob um leve manto de nevoeiro - Decorreu em ambiente urbano e rural a caminhada da Zona Alta -  Depois houve almoço convívio para quem se inscreveu  .




26 julho 2014

Informação da CPCCRD (1)


Aconteceu nos Soudos

Soudos: passeio de bicicletas antigas recupera raízes etnográficas



 
O Grupo Desportivo e Recreativo Soudense (GDRS) organizou no domingo, dia 20 de Julho, a quarta edição do passeio de bicicletas antigas, um evento que juntou perto de 150 participantes. Com trajes a preceito, a iniciativa, que percorreu várias aldeias limítrofes (o percurso deste ano incluiu maioritariamente passagens pelo concelho de Tomar), constituiu um autêntico quadro etnográfico levando os mais antigos às ”profundezas” das suas memórias de infância e de juventude.
Um ambiente criado não apenas pelas bicicletas (pasteleiras, chopper, bicicletas e de dois lugares, entre outros modelos), mas também pelos pormenores dos chapéus e lenços na cabeça, dos cestos de verga que transportavam o farnel, dos coletes, dos suspensórios, da camisa de flanela, dos padrões dos tecidos, da mola de roupa a prender a calça... enfim, um sem número de aspectos que fazem deste um evento verdadeiro e genuíno. Até as crianças que acompanharam os seus pais e familiares nesta aventura entraram nesse espírito. O passeio iniciou-se em Soudos, pela manhã, com o tempo a ameaçar fazer caretas. A verdade é que o domingo ficou solarengo, ajudando ao sucesso da iniciativa. O passeio levou os participantes a diversas aldeias como Vila Nova, Carrazede, Peralva Curvaceiras, Delongo, Paialvo (Tomar) e Vila do Paço (Torres Novas), terminando novamente em Soudos. Durante o percurso realizaram-se diversas paragens, junto de colectividades e associações destas localidades e, como sempre, o espírito comunitário foi elevado, havendo quem tivesse aberto a porta das suas casas (quintais e garagens) para oferecer qualquer coisa para comer ou beber. As paragens eram também aproveitadas para se promoverem alguns jogos tradicionais, fomentando ainda mais o espírito de convívio. Foram criadas equipas com 10 elementos (e apadrinhadas com nomes de objectos que caíram em desuso – regador, foicinha, enxada, machado, peneira, bilha, penico, arado, pá, almofariz...) que disputaram, amigavelmente, os desafios propostos pela organização. Pelo meio, houve um almoço junto aos moinhos, um porco no espeto que caiu ”que nem ginjas”. No regresso a casa, já na sede do GDRS (na antiga escola primária), os participantes tinham à sua espera um lanche e animação diversa.   Presidente presente Depois de no ano passado o presidente da colectividade soudoense não ter estado presente por motivos profissionais, é professor em Timor, este ano o seu regresso a casa, para férias, coincidiu com o dia do passeio. Ainda pôde participar num dos momentos, o lanche, e teve de discursar, não fosse ele o grande responsável pela primeira edição da iniciativa, em 2011. O grande entusiasmo que despertou levou a que, no ano seguinte, em 2012, o passeio se voltasse a repetir, assim como nos dois anos seguintes. Esta é uma iniciativa que tem merecido todo o carinho por parte da comunidade e que deve ser preservada.

   Por:
Jornal Torrejano

20 julho 2014

UCATN presente...

... no início das Comemorações do 138º. Aniversário da Freguesia do Pedrógão.